Últimas opiniões enviadas
Visto há sete anos.
Revisto com o mesmo prazer.
Comentário replicado:
É um drama intenso, doloroso emocionante e maravilhoso.
Trata de abandono, de ausência, de solidão, de culpa, de redenção e por último de um tema tabu que não divulgarei aqui para não dar spoiler, mas que necessita ser discutido apesar de ser de difícil digestão.
A fotografia é preciosa, tem longos silêncios e profundos diálogos pausados na medida exata para que o espectador possa sentir o tamanho da ferida... sutilmente.
Nos papéis principais duas atrizes em estado de graça, principalmente Bárbara Lennie (Chiara).
O filme descarta com elegância o final fácil e previsível que seria a reconciliação para surpreender-nos com as razões que levaram a filha a procurar sua mãe depois de 35 anos de distanciamento.
Enfim, recomendo:
1. Que assista a este lindo filme sem pressas (é lento) nem pré-conceitos.
2. Que se entende um pouquinho o espanhol assista ao curta-metragem que antecede o longa, do mesmo diretor. Está disponível no Y o u T u b sob a descrição:
‘El domingo. Prólogo’ - un cortometraje de Ramón Salazar
Visto há 5 anos.
Revisto com o mesmo prazer.
Avaliação replicada:
Holocausto, a humanização da prostituição, o instinto maternal e a doçura da trans Lola... ela também imigrante, as tragédias anunciadas desde as colonizações exploratórias que resultam até hoje na massifica imigração de africanos para a Europa, o drama e a esperança que essas pessoas encontram lá, Sophia Loren e Ibrahima Gueye... não tem como ficar indiferente à “La vita davanti a sé”.
Curiosidade:
Sua primeira versão cinematográfica, “Madame Rosa”, dirigida pelo israelense Moshé Mizrahi, ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro de 1978.
Seu diretor, Eduardo Ponti, é filho da deusa Sophia Loren.
Bari, sul da Itália, na “vida real” “recebe”, há décadas, inúmeros imigrantes ilegais e refugiados africanos, líbios, sírios e albaneses.
No mais... 86 anos! ❤️❤️
Últimos recados
Olá ;)
Olá, como vai?
Oi Giane, obrigado por aceitar a minha solicitação de amizade.
Visto há dois anos.
Revisto com o mesmo prazer.
Comentário replicado:
Definitivamente os atores e atrizes britânicos raramente são "bons", se não são medíocres são brilhantes. Vanessa Kirby brilhou lindamente. Merecidíssimas todas as indicações que recebeu (BAFTA de melhor atriz, Critics Choice de melhor atriz de cinema, Globo de Ouro de melhor atriz em filme dramático, Oscar de Melhor Atriz, SAG Award de Melhor Atriz Principal de cinema). ...
Correndo assistir The World to Come.
O filme: depois de "IЯЯƎVƎЯSIBLƎ" "Pieces of a Woman" foi a primeira meia hora filmada em planos sequências, sem cortes (o que dá mais realismo ao relato), mais maravilhosamente devastadora e agônica que a 7ª artes me brindou. Quando os créditos aparecem o espectador já está com o coração abertado, angustiado.
Sem mais, para não dar spoiler, o filme dá aulas sobre as várias formas que a mesma dor tem de quebrar diferentes pessoas. Vale cada um dos mais de 120 minutos.