Últimas opiniões enviadas
Visto há dois anos.
Revisto com o mesmo prazer.
Comentário replicado:
Definitivamente os atores e atrizes britânicos raramente são "bons", se não são medíocres são brilhantes. Vanessa Kirby brilhou lindamente. Merecidíssimas todas as indicações que recebeu (BAFTA de melhor atriz, Critics Choice de melhor atriz de cinema, Globo de Ouro de melhor atriz em filme dramático, Oscar de Melhor Atriz, SAG Award de Melhor Atriz Principal de cinema). ...
Correndo assistir The World to Come.
O filme: depois de "IЯЯƎVƎЯSIBLƎ" "Pieces of a Woman" foi a primeira meia hora filmada em planos sequências, sem cortes (o que dá mais realismo ao relato), mais maravilhosamente devastadora e agônica que a 7ª artes me brindou. Quando os créditos aparecem o espectador já está com o coração abertado, angustiado.
Sem mais, para não dar spoiler, o filme dá aulas sobre as várias formas que a mesma dor tem de quebrar diferentes pessoas. Vale cada um dos mais de 120 minutos.
Visto há sete anos.
Revisto com o mesmo prazer.
Comentário replicado:
É um drama intenso, doloroso emocionante e maravilhoso.
Trata de abandono, de ausência, de solidão, de culpa, de redenção e por último de um tema tabu que não divulgarei aqui para não dar spoiler, mas que necessita ser discutido apesar de ser de difícil digestão.
A fotografia é preciosa, tem longos silêncios e profundos diálogos pausados na medida exata para que o espectador possa sentir o tamanho da ferida... sutilmente.
Nos papéis principais duas atrizes em estado de graça, principalmente Bárbara Lennie (Chiara).
O filme descarta com elegância o final fácil e previsível que seria a reconciliação para surpreender-nos com as razões que levaram a filha a procurar sua mãe depois de 35 anos de distanciamento.
Enfim, recomendo:
1. Que assista a este lindo filme sem pressas (é lento) nem pré-conceitos.
2. Que se entende um pouquinho o espanhol assista ao curta-metragem que antecede o longa, do mesmo diretor. Está disponível no Y o u T u b sob a descrição:
‘El domingo. Prólogo’ - un cortometraje de Ramón Salazar
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Bons filmes!
Equipe Filmow
Olá ;)
Olá, como vai?
Amei. Daquelas histórias simples, lindas, doloridas e tristes. Histórias que deixam um gosto amargo na boca — e, ainda assim, você não encontra culpados, apenas vítimas.
Lembro de ter dito exatamente isso — sobre culpados e vítimas — ao comentar outro filme de que gostei muito: Blue Valentine – A Love Story (ironicamente rebatizado no Brasil como Namorados para Sempre). Nele, há aquela versão desajeitada de 'You Always Hurt the One You Love', cantada por Ryan Gosling, com o claquezinho fofo da Michelle Williams..."
♫ Você sempre magoa a quem ama,
Aqueles que não devia magoar.
Sempre pega a rosa mais doce
E a esmaga até as pétalas caírem.
Sempre parte o coração mais gentil
Com palavras impensadas que não pode retirar.
Então, se eu parti seu coração ontem à noite,
É porque eu te amo mais que tudo. ♫
Viajei.
Curioso como o título dos dois filmes começa com "Blue"...
Em Blue Jay, o “azul” se liga aos tons de cinza do preto e branco, comumente associados à “poesia da realidade” — aqui, traduzida pela nostalgia melancólica do reencontro entre os personagens, ou ainda pela ausência de cor na vida dele, refletindo liricamente sua estagnação emocional.
Já em Blue Valentine, o azul expressa a desilusão e a deterioração do relacionamento. Faz referência à expressão "Valentine's blue", uma gíria que descreve a tristeza ou melancolia sentida no Dia dos Namorados — apesar da aura romântica que a data costuma ter.
———
Comentário de 08/10/2025. Revi hoje, e amei de novo 💔
Agora é procurar "Valentine's blue" para rever…