È curioso que os filmes mais fortes que eu já assisti sao europeus, daqueles para assistir somente uma vez na vida, cinema em estado puro, um dos mais fortes que eu já assisti.
É um drama intenso, doloroso emocionante e maravilhoso. Trata de abandono, de ausência, de solidão, de culpa, de redenção e por último de um tema tabu que não divulgarei aqui para não dar spoiler, mas que necessita ser discutido apesar de ser de difícil digestão.
A fotografia é preciosa, tem longos silêncios e profundos diálogos pausados na medida exata para que o espectador possa sentir o tamanho da ferida... sutilmente.
Nos papéis principais duas atrizes em estado de graça, principalmente Bárbara Lennie (Chiara).
O filme descarta com elegância o final fácil e previsível que seria a reconciliação para surpreender-nos com as razões que levaram a filha a procurar sua mãe depois de 35 anos de distanciamento.
Enfim, recomendo:
1. Que assista a este lindo filme sem pressas (é lento) nem pré-conceitos.
2. Que se entende um pouquinho o espanhol assista ao curta-metragem que antecede o longa, do mesmo diretor. Está disponível no Y o u T u b sob a descrição:
‘El domingo. Prólogo’ - un cortometraje de Ramón Salazar
Belíssimo filme. Nota-se claramente as influências do diretor/roteirista (Ramón Salazar). Não acho que conseguiu chegar no nível das suas inspirações, mas a obra é excelente.
P.S: Esse silêncio é agoniante! (e esse era o intuito, claro) P.S.2: o nome original deveria ter sido mantido.
Desculpa prá quem gostou do filme - mas eu não gosto de filmes pretenciosos e este é. Percebe-se que ele foi pensado para ser "cult" e eu não tenho paciência para isso.Veja-se as comparações com Bergman e Lars Von Trier que apareceram nos comentários. Eu gosto de filmes "estrangeiros" (não estadunidenses) e com pegada mais lenta, intimista, mas esse de fato não criou nenhuma empatia com nada - foi frio e só isso. Terminei de teimosa, mas confesso que foi dificil. Chato, pretensisoso e sem emoção.
È curioso que os filmes mais fortes que eu já assisti sao europeus, daqueles para assistir somente uma vez na vida, cinema em estado puro, um dos mais fortes que eu já assisti.
Visto há sete anos.
Revisto com o mesmo prazer.
Comentário replicado:
É um drama intenso, doloroso emocionante e maravilhoso.
Trata de abandono, de ausência, de solidão, de culpa, de redenção e por último de um tema tabu que não divulgarei aqui para não dar spoiler, mas que necessita ser discutido apesar de ser de difícil digestão.
A fotografia é preciosa, tem longos silêncios e profundos diálogos pausados na medida exata para que o espectador possa sentir o tamanho da ferida... sutilmente.
Nos papéis principais duas atrizes em estado de graça, principalmente Bárbara Lennie (Chiara).
O filme descarta com elegância o final fácil e previsível que seria a reconciliação para surpreender-nos com as razões que levaram a filha a procurar sua mãe depois de 35 anos de distanciamento.
Enfim, recomendo:
1. Que assista a este lindo filme sem pressas (é lento) nem pré-conceitos.
2. Que se entende um pouquinho o espanhol assista ao curta-metragem que antecede o longa, do mesmo diretor. Está disponível no Y o u T u b sob a descrição:
‘El domingo. Prólogo’ - un cortometraje de Ramón Salazar
Tão bom quanto triste... Palavras, silêncios, olhares, gestos. Tudo diz demais da dor do abandono.
Belíssimo filme. Nota-se claramente as influências do diretor/roteirista (Ramón Salazar). Não acho que conseguiu chegar no nível das suas inspirações, mas a obra é excelente.
P.S: Esse silêncio é agoniante! (e esse era o intuito, claro)
P.S.2: o nome original deveria ter sido mantido.
Desculpa prá quem gostou do filme - mas eu não gosto de filmes pretenciosos e este é.
Percebe-se que ele foi pensado para ser "cult" e eu não tenho paciência para isso.Veja-se as comparações com Bergman e Lars Von Trier que apareceram nos comentários.
Eu gosto de filmes "estrangeiros" (não estadunidenses) e com pegada mais lenta, intimista, mas esse de fato não criou nenhuma empatia com nada - foi frio e só isso.
Terminei de teimosa, mas confesso que foi dificil.
Chato, pretensisoso e sem emoção.