“Spider Island” é um passatempo divertido e descartável, ideal para uma sessão descontraída com amigos. Não reinventa o subgênero de horror zoológico, mas entrega o que promete ao unir humor negro e oito patas.
O grupo é composto por jovens influenciadores digitais, incluindo um cachorro e um Zé Droguinha. O cenário é um resort de luxo em uma ilha tropical paradisíaca, administrado por um empresário corrupto e babaca. Para animar o pessoal, há também aranhas assassinas se multiplicando no duto de ventilação e uma protagonista chata e ativista ambiental, à la Greta Thunberg.
A produção é uma mistura de terror monstruoso com comédia e acaba resultando em algo terrível de sede assistir, do início ao fim. Tudo em "Spider Island" é ruim. Nada salva. Os efeitos especiais são grosseiros, principalmente quando as aranhas andam sobre as pessoas. As cenas são tão ruins que chegam a ser cômicas.
É impossível não rir da cena em que a protagonista, Clara (Rose Williams), está em uma caverna, de frente com uma aranha enorme carregada de filhotes, prestes a atacá-la. A garota, armada com
a chama de um isqueiro e prestes a apertar um frasco de aerossol, de repente, troca uma ideia com a mãe aranha, que resolve dar meia-volta e desistir do ataque.
Realmente, Clara é a própria mãe natureza. Nessa hora eu escutei o eco da vibração dos ambientalistas, ativistas dos direitos animais e ecologistas.
Trata-se de mais um filme genérico de sobrevivência com animais monstruosos, repleto de clichês. Se você prestar atenção, verá que o pôster denuncia a armadilha. Infelizmente, ou talvez não, decidi dar uma chance.
O enredo prometia, mas a execução não foi boa, não teve nenhuma cena de morte boa mesmo, muito generico, serve apenas para passar o tempo, minha nota de 0/10 é 5,5.
“Spider Island” é um passatempo divertido e descartável, ideal para uma sessão descontraída com amigos. Não reinventa o subgênero de horror zoológico, mas entrega o que promete ao unir humor negro e oito patas.
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O grupo é composto por jovens influenciadores digitais, incluindo um cachorro e um Zé Droguinha. O cenário é um resort de luxo em uma ilha tropical paradisíaca, administrado por um empresário corrupto e babaca. Para animar o pessoal, há também aranhas assassinas se multiplicando no duto de ventilação e uma protagonista chata e ativista ambiental, à la Greta Thunberg.
A produção é uma mistura de terror monstruoso com comédia e acaba resultando em algo terrível de sede assistir, do início ao fim. Tudo em "Spider Island" é ruim. Nada salva. Os efeitos especiais são grosseiros, principalmente quando as aranhas andam sobre as pessoas. As cenas são tão ruins que chegam a ser cômicas.
É impossível não rir da cena em que a protagonista, Clara (Rose Williams), está em uma caverna, de frente com uma aranha enorme carregada de filhotes, prestes a atacá-la. A garota, armada com
a chama de um isqueiro e prestes a apertar um frasco de aerossol, de repente, troca uma ideia com a mãe aranha, que resolve dar meia-volta e desistir do ataque.
Trata-se de mais um filme genérico de sobrevivência com animais monstruosos, repleto de clichês. Se você prestar atenção, verá que o pôster denuncia a armadilha. Infelizmente, ou talvez não, decidi dar uma chance.
O enredo prometia, mas a execução não foi boa, não teve nenhuma cena de morte boa mesmo, muito generico, serve apenas para passar o tempo, minha nota de 0/10 é 5,5.
É engraçado q influênciadores digitais são sempre representados como fúteis e idiotas. Pq será, heim? Ksksks
Personagens irritantes e descartáveis e pouca ou nenhuma cena que mereça destaque.
17-09-2026