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Data de lançamento
13 Out. 1945Duração
Na véspera de Natal, o dono de uma pequena lanchonete recebe a visita de uma série de estranhos personagens: um caroneiro, um casal cuja mulher espera um filho e três cowboys a cavalo. Estreia no cinema do diretor Don Siegel, ganhou o Oscar de Melhor Curta-Metragem naquele ano.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Faroeste dramático da Warner Bros. vencedor do Oscar de melhor curta-metragem de 2 rolos. Este foi o 1° lançamento comercial do diretor Don Siegel (1912-1991) no cinema. O filme é uma releitura moderna da história da Natividade, ambientada na véspera de Natal em um motel deserto no sudoeste dos Estados Unidos.
J. Carrol Naish (1896-1973) apresenta seu diálogo da mesma maneira (embora um pouco mais áspero) que seu personagem de rádio Luigi Basco em Life with Luigi (52). Embora não tenha sido creditada por opção, este curta-metragem foi co-escrito por Betty Smith (1896-1972) que, na época, estava romanticamente envolvida com o roteirista Robert Finch (1909-1959). Laços humanos (45), a adaptação cinematográfica do romance best-seller de Smith, foi lançada no mesmo ano.
Embora curto e simples, uma estória que deixa várias mensagens positivas para as pessoas na época natalina, como a gratidão, a generosidade e o amor ao próximo. O verdadeiro significado do Natal fica evidente quando o dono de um café, cansado do mundo, dá abrigo a um jovem casal grávido e as alusões ao presépio e o nascimento de Jesus Cristo são mais do que aparentes.
Não gostei desse papo do andarilho. Gente como a Rosa é exceção, e ele parece não enxergar isso. O Nick tá certo nas críticas que apresenta!
Contente do curta ter ganhado o Oscar.
De qualquer modo, vale frisar a atemporalidade das coisas. Tirar sistematicamente uma data pra agir da maneira X, Y ou Z é, sim, sem sal e obtuso. Quando o negócio é bão, ele é atemporal.