Dirigido por
Data de lançamento
16 Nov. 1984Duração
Frequentemente considerado o melhor filme concerto de todos os tempos, o filme foi tirado de tres shows da banda Talking Heads em Hollywood.
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Antes de realizar seus clássicos eternos,Demme realiza um clássico que quase ninguém sabe da existência. Um clássico musical que foge de todas as ideias que já foram vistas e realizadas.
Toda a parte técnica é belíssima e entramos de cabeça nas apresentações.
Todo o contexto musical é sublime,desde as apresentações,até mesmo o figurino dos integrantes.
Algo que influenciou muita gente após.
>Assistido em 07 de Outubro de 2026
Está aí um show que eu amaria ter visto ao vivo.
Toda a parte artística e conceitual é muito bem executada. Tem um tom teatral que não chega a ser o estilo Broadway ao qual já estamos tão acostumados (e, por vezes, pouco entusiasmados com ele). É original e a impressão final que fica é de uma assinatura única em um show único da banda.
No quesito musical, não tenho o que dizer. Os sons e as letras das canções dizem por si mesmos.
Talking Heads ergueu o sarrafo lá no Pico da Neblina e vai ser difícil alcançá-lo.
Sensacional, Talking Heads no seu auge é algo único, não é à toa que influencia tanto artistas das mais diversas gerações, origens, etc até hoje.
Revisto e melhor ainda no cinema. É um belo espetáculo do Talking Heads e o diretor Jonathan Demme registra isso como um fluxo corporal e consciente a partir de seu vocalista, David Byrne. A câmera que nunca sai do palco, do campo de suas performances, busca enquadrar e reenquadrar o mesmo lugar e seus mesmos agentes de diferentes formas, transformando o espaço num lugar mutável ao longo do show com truques de cenários e luzes. E Talking Heads é doidera demais, só alegria aqui.
Uma das melhores experiências na sala de cinema em 2024. Eu não sabia que o David Byrne novo era o Cillian Murphy.