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Eu tive uma certa dificuldade de engatar nessa segunda temporada, porque achei o enredo da viagem para Paris muito chatinho. Por outro lado, a viagem para o acampamento judaico foi interessante. No entanto, os episódios dessa temporada deixaram ainda mais claro para mim o que eu mais gosto na série: a relação entre Midge e Susie. É realmente o trunfo da série.
Eu gosto também da inclusão da adversária Sophie Lennon e as consequências advindas de tal enfrentamento. As dificuldades pelas quais Susie precisa passar como agente fazem sentido e trazem, ao mesmo tempo, diversão e torcida pelo êxito.
É uma série de que eu gosto, mas que, diferentemente de outras, não anseio pelo próximo episódio. É gostoso de acompanhar, mas não me exige completa dedicação e/ou atenção.
É uma série que causou estranhamento como poucas.
Deve-se ser muito engenhoso para compreender o que se pode levar a sério e o que é a comédia do roteiro. Eu penso que isso vem de um roteiro esperto, que não entrega as cartas todas de uma vez nem propõe delimitações rígidas do que são os gêneros de suspense, de investigação e de comédia. No entanto, eu não sei se isso me agradou tanto assim. Talvez o tempo faça com que eu goste mais.
Harbour e Bateman estão muito bem em seus respectivos papéis. Eu fiquei em dúvida se eu não gosto da atuação da Linda Cardellini ou se eu só não vou com a cara da personagem dela.
Em relação à resolução do mistério, era o mais óbvio que poderia ter acontecido. Acho que a atração pela série não está no mistério, mas no quão estranha ela é.
Ah, e só para mencionar, estou completamente viciado na versão de "Let the Sunshine In" do grupo The Fifth Dimension, que compõe a abertura da série (muito boa por sinal).
É curioso esse filme para mim, porque ele não é tão emocionante ou instigante quanto eu esperaria, nem apresenta tanto humor quanto os filmes de super-herói têm costumado apresentar (ou pelo menos o mesmo tipo de humor).
É um bom filme, com uma trama fechadinha e que deve ser um prato cheio para os fãs. Eu, como mero espectador, não saio exatamente empolgado da sala de cinema ou deslumbrado com o que vi. Eu arriscaria dizer que fica um sabor residual de: hum... precisamos mesmo de mais filmes do Homem-Aranha?
É válido mencionar que a ideia da vilã telepata é excelente e bem executada. Ah, e eu não fazia ideia que a Sadie Sink estaria no filme - uma grata surpresa!