O filme retrata um intenso e frustrado relacionamento entre uma adolescente solitária e uma bela estranha que surge com segredos de um perigo sem precedentes.
Esse é o segundo filme sobre Carmilla que eu assisto, e é incrível como os dois tem uma vibe de clipe do Evanescence, ambientes escuros e depressivos, muito gótico, ele é paradão e só fica melhorzinho lá pro final, não curti muito.
Estranha mistura de suspense gótico com drama adolescente soft lesbian, é interessante mas o problema é que é muito lento, chega uma hora que começa a ficar cansativo, mas a parte final é FANTÁSTICA e compensa todo o resto! Odeio vampiros, não faço ideia que livro é esse que falaram ai embaixo, mas graças a deus que ele foi feito o mais distante possível de um identificável "filme de vampiros". Tem seus problemas, mas a parte final incrivel salvou tudo.
Cria-se uma expectativa pelo filme ter a Julia Pietrucha como Carmilla e, além do inglês, falas em russo e húngaro. Os toques indies deram uma nova e agradável roupagem ao clássico. Porém, o enredo é fraco, contraditório, vulgar.
Esse é o segundo filme sobre Carmilla que eu assisto, e é incrível como os dois tem uma vibe de clipe do Evanescence, ambientes escuros e depressivos, muito gótico, ele é paradão e só fica melhorzinho lá pro final, não curti muito.
A produção é até caprichada mas a tentativa de tornar o filme melhor do que é desanda e a trama não envolve como deveria. Fraco!
Estranha mistura de suspense gótico com drama adolescente soft lesbian, é interessante mas o problema é que é muito lento, chega uma hora que começa a ficar cansativo, mas a parte final é FANTÁSTICA e compensa todo o resto! Odeio vampiros, não faço ideia que livro é esse que falaram ai embaixo, mas graças a deus que ele foi feito o mais distante possível de um identificável "filme de vampiros". Tem seus problemas, mas a parte final incrivel salvou tudo.
Que cena linda das meninas saindo de dentro da parede!!!
Mataram o meu livro "Carmilla", deus me livre, ficou pavoroso apaga.
Cria-se uma expectativa pelo filme ter a Julia Pietrucha como Carmilla e, além do inglês, falas em russo e húngaro. Os toques indies deram uma nova e agradável roupagem ao clássico. Porém, o enredo é fraco, contraditório, vulgar.