Ao trabalhar com uma equipe maior de diretores, Cory Arcangel eleva um pouco as pretensões narrativas de seus ensaios com o Machinima: agora, há trilha musical (aproveitada do jogo original) e intertítulos reflexivos que recriam situações de angústia existencial em relação aos personagens do jogo ["como vim parar aqui?"]. O recursos de animação emulam bastante o estilo primevo de Norman McLaren - sobretudo em SYNCHROMY - o que dilui um pouco a originalidade do projeto. Mas entretém e instiga-nos: continuarei buscando mais interações machinímcas (risos). Curiosamente, ao final não há um 'game over', mas o 'the end' tradicional - hehehehe - WPC>
Ao trabalhar com uma equipe maior de diretores, Cory Arcangel eleva um pouco as pretensões narrativas de seus ensaios com o Machinima: agora, há trilha musical (aproveitada do jogo original) e intertítulos reflexivos que recriam situações de angústia existencial em relação aos personagens do jogo ["como vim parar aqui?"]. O recursos de animação emulam bastante o estilo primevo de Norman McLaren - sobretudo em SYNCHROMY - o que dilui um pouco a originalidade do projeto. Mas entretém e instiga-nos: continuarei buscando mais interações machinímcas (risos). Curiosamente, ao final não há um 'game over', mas o 'the end' tradicional - hehehehe - WPC>