Em um mundo surreal, uma grande prisão de segurança máxima, que abriga milhares de presos perigosos é dirigida por um diretor excêntrico e sua equipe igualmente estranha.
Superjail pode ser resumida em uma palavra: CAOS. Uma prisão no meio de uma ilha que, na verdade, é fruto da mente doentia de seu diretor: um Willy Wonka sádico e perturbado, onde reflete suas fantasias na rotina catastrófica do que mais parece um parque de diversões diabólico, chamado Superjail. Humor negro? Humor non-sense? Pra mim isso é humor infernal! Nunca perdendo a oportunidade de zoar com coisas tipo: crianças com câncer, vítimas de acidente, deficientes físicos, etc; Superjail é para um público mais maduro e adulto, com uma mente mais aberta. Geralmente cada episódio segue um script, que começa com Jacknife cometendo seus crimes, e então sendo surpreendido pelo robô Jailbot, que o leva da maneira mais inusitada possível para Superjail, e lá começa as mais bizarras e drogadas histórias feitas pela mente chapada de Christy Karacas. As animações são extremamente bem trabalhadas, de um estilo em que cada cena há inúmeros paralelos e situações acontecendo ao mesmo tempo, sendo difícil de captar cada detalhe em uma única olhada. Seus criadores garantiram que iriam exagerar e não estabelecer limites para seu mundo, colocando simplesmente de tudo (tudo mesmo!) no desenho; desde monstros, mutantes e demônios à animais dos mais variados tipos, piratas, mortos vivos... Superjail não tem frescuras. Com uma dose brutal de violência extrema (lotado de desmembramentos, evisceração, e aniquilação dos presos), os presos são sujeitos às coisas mais bizarras e insanas que você pode imaginar, com personagens marcantes e engraçados fazendo parte da trama: Jared: O assistente do diretor. Inseguro e tímido, é um homenzinho que, de acordo com seus criadores, está se recuperando de todo tipo de vício possível: álcool, sexo, drogas, jogos, apostas e distúrbios alimentares. Alice: A carcereira da prisão, que é um travesti bombado e sadomasoquista. Um dos personagens mais legais, pela sua característica de indiferença com toda a loucura da prisão. Eles exageram nos traços dela, fazendo-a parecer um Hulk afeminado. Jailbot: A máquina mortífera da prisão, que faz um pouco de tudo (principalmente trucidar os presos da forma mais grotesca possível) Sem contar outros personagens, cada um com sua característica unicamente bizarra! O desenho é extremamente psicodélico e faz uma forte alusão às drogas (muitos dizem ser melhor assistir sob o efeito de alguma), com muito uso de LSD/maconha, até heroína, cocaína e crack é encontrado aqui! hahaha O marco de cada episódio, oque sempre me leva à ficar perplexado enquanto assisto, é que SEMPRE, em alguma parte, o ritmo (que já é acelerado em termos de ação), aumenta e o caos é instaurado: anarquia, massacre, destruição em massa e brutalidade da forma mais louca e insana possível, com corpos queimando, portais do inferno se abrindo e insetos gigantes arrancando cabeças pra todo lado. Superjail queima, explode, se arruina, e o universo inteiro conspira contra isso (outros personagens legais são Os Gêmeos, dois alienígenas-deuses que caminham pela prisão apenas "para ver o circo pegar fogo") Lotado de referências à cultura pop, desde Beatles à Iron Maiden, à grandes filmes como Um Sonho de Liberdade e até personagens que inspiram o presidiário Robert Franklin Stroud, Superjail é definitivamente um tesouro, uma raridade, um sonho das mentes doentias e perversas de Christy Karacas e Ben Gruber. Um presente para todos aqueles de mente aberta, humor ácido e apreciadores de tudo aquilo que é diferente.
Superjail pode ser resumida em uma palavra: CAOS.
Uma prisão no meio de uma ilha que, na verdade, é fruto da mente doentia de seu diretor: um Willy Wonka sádico e perturbado, onde reflete suas fantasias na rotina catastrófica do que mais parece um parque de diversões diabólico, chamado Superjail.
Humor negro? Humor non-sense? Pra mim isso é humor infernal! Nunca perdendo a oportunidade de zoar com coisas tipo: crianças com câncer, vítimas de acidente, deficientes físicos, etc; Superjail é para um público mais maduro e adulto, com uma mente mais aberta.
Geralmente cada episódio segue um script, que começa com Jacknife cometendo seus crimes, e então sendo surpreendido pelo robô Jailbot, que o leva da maneira mais inusitada possível para Superjail, e lá começa as mais bizarras e drogadas histórias feitas pela mente chapada de Christy Karacas.
As animações são extremamente bem trabalhadas, de um estilo em que cada cena há inúmeros paralelos e situações acontecendo ao mesmo tempo, sendo difícil de captar cada detalhe em uma única olhada. Seus criadores garantiram que iriam exagerar e não estabelecer limites para seu mundo, colocando simplesmente de tudo (tudo mesmo!) no desenho; desde monstros, mutantes e demônios à animais dos mais variados tipos, piratas, mortos vivos... Superjail não tem frescuras.
Com uma dose brutal de violência extrema (lotado de desmembramentos, evisceração, e aniquilação dos presos), os presos são sujeitos às coisas mais bizarras e insanas que você pode imaginar, com personagens marcantes e engraçados fazendo parte da trama:
Jared: O assistente do diretor. Inseguro e tímido, é um homenzinho que, de acordo com seus criadores, está se recuperando de todo tipo de vício possível: álcool, sexo, drogas, jogos, apostas e distúrbios alimentares.
Alice: A carcereira da prisão, que é um travesti bombado e sadomasoquista. Um dos personagens mais legais, pela sua característica de indiferença com toda a loucura da prisão. Eles exageram nos traços dela, fazendo-a parecer um Hulk afeminado.
Jailbot: A máquina mortífera da prisão, que faz um pouco de tudo (principalmente trucidar os presos da forma mais grotesca possível)
Sem contar outros personagens, cada um com sua característica unicamente bizarra!
O desenho é extremamente psicodélico e faz uma forte alusão às drogas (muitos dizem ser melhor assistir sob o efeito de alguma), com muito uso de LSD/maconha, até heroína, cocaína e crack é encontrado aqui! hahaha
O marco de cada episódio, oque sempre me leva à ficar perplexado enquanto assisto, é que SEMPRE, em alguma parte, o ritmo (que já é acelerado em termos de ação), aumenta e o caos é instaurado: anarquia, massacre, destruição em massa e brutalidade da forma mais louca e insana possível, com corpos queimando, portais do inferno se abrindo e insetos gigantes arrancando cabeças pra todo lado. Superjail queima, explode, se arruina, e o universo inteiro conspira contra isso (outros personagens legais são Os Gêmeos, dois alienígenas-deuses que caminham pela prisão apenas "para ver o circo pegar fogo")
Lotado de referências à cultura pop, desde Beatles à Iron Maiden, à grandes filmes como Um Sonho de Liberdade e até personagens que inspiram o presidiário Robert Franklin Stroud, Superjail é definitivamente um tesouro, uma raridade, um sonho das mentes doentias e perversas de Christy Karacas e Ben Gruber. Um presente para todos aqueles de mente aberta, humor ácido e apreciadores de tudo aquilo que é diferente.