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Data de lançamento
18 Set. 2007Duração
Quando a Lexcorp acidentalmente liberta o assassino serial intergaláctico Doomsday, Superman enfrenta a criatura mano a mano na batalha de sua vida... literalmente. O mundo inteiro lamenta a queda do herói, a humanidade percebe que nunca mais se sentirá segura novamente. Os inimigos do Superman regozijam de felicidade - todos eles menos Lex Luthor, que lamenta a perda a sua maneira, desencadeando uma seqüência de fatos marcantes que nem mesmo ele poderia prever.
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Uma animação muito incrível e com um tom muito sério (acredito que de todos que assisti até esse momento, tenha sido o mais elevado nesse quesito). Doomsday/Apocalypse sempre dá trabalha pro Super.
Outro detalhe interessante é que o filme Superman (2025) tem diversas referências dessa animação.
Detalhe que esse é o primeiro filme da linha DC Universe Animated Original Movies, e obviamente, baseado na HQ “The Death of Superman”.
Recomendo!
Um primor de animação. Dc comics como sempre fazendo adaptações de histórias épicas de seu universo, aqui temos uma das melhores versões adaptadas da morte do Superman.
O Lex Luthor é completamente gay pelo Superman nesse filme.
Acredito que esse é o primeiro filme animado da DC com um tom mais adulto. E deveria ser assim mesmo, até porque ele nos apresenta uma adaptação do maior evento das HQs de super-heróis (que é o falecimento do homem de aço). E que baita filme bom esse aqui!
Todos os personagens estão bem mais interessantes nessa trama e com um pouco mais de desenvolvimento. A trilha sonora está espetacular e o roteiro no geral não perde o ritmo. A única coisa que me incomodou foi a resolução da batalha final, pois acho que se fosse um pouco mais difícil, deixaria o filme perfeito. Mas isso é um detalhe. Recomendo que você assista essa aventura incrível, com a certeza de que a diversão está garantida.
Obra sensacional! Arrisco dizer que é uma das melhores animações do Homem de aço, seu desenvolvimento inicial até o final do arco juntamente com ótimos personagens e um tom sombrio com um nível de violência bem generoso, sem dúvidas faz com que essa animação seja uma grande obra-prima.
A animação, já nos minutos iniciais, estabelece um tom mais adulto ao mostrar Apocalypse assassinando brutalmente um time de pesquisadores da Lexcorp que o despertam sem querer enquanto Lex Luthor em pessoa põe uma bala na cabeça de sua assistente.
Os produtores Bruce Timm, Duane Capizzi e Lauren Montgomery também gastam uns bons quinze minutos apresentando o rastro de destruição de Apocalypse e os problemas amorosos do Superman antes de coloca-los no centro de Metropolis para a batalha legendaria.
E que batalha. Esqueça o Incrível Hulk vs Abominável, Super e Apocalypse fazem aqueles dez minutos valer a pena. Com apenas três socos se torna aparente que Tim e Montogomery entenderam totalmente o personagem com quem estão trabalhando. Carros, arranha-céus, um trem em movimento, tudo se torna parte do palco para a batalha dos dois. Isso é tudo o que os fãs do Superman querem ver: dois caras que não podem se machucar apostando tudo para se matarem.
Para quem não tem a menor ideia do que se trata esse filme, “A Morte do Superman”, mostra o Homem de Aço em uma batalha, que termina de forma fatal, contra o Apocalypse, um alienígena que tem como única missão acabar com qualquer forma de vida. Entretanto, após um período de luto, Superman retorna dos mortos, mas suas atitudes, completamente diferentes de qualquer uma que ele tenha tomado no passado, fazem com que Lois Lane suspeite que ele não é bem quem diz ser.
Apesar de parecer simples, adaptar a HQ da morte e o retorno do Superman em um único filme é uma tarefa bem complicada, visto a sua longevidade (cerca de 50 edições), e a forma como ela fica razoavelmente complicada com a chegada de seu fim. Por isso, vale fazer um elogio para esse filme que criou uma história que é mais simples e que também pega somente melhor de sua versão original. Um exemplo disso, pode ser visto no Superman falso que surge após a morte do original. Enquanto no quadrinho, eles criam toda uma trama com o surgimento de quatro heróis tentando substituir o Homem de Aço, com um deles se revelando um vilão no fim, o filme decide simplificar a trama ao criar um Superman, criado por Luthor (Luis Carlos Persy), que pega elementos de três dos quatro substitutos (o único que ficou de fora foi o Aço, mas ele também surgiu mais para homenagear o Superman do que para substituí-lo, então tá valendo), e em vez de tentar destruir o mundo ou algo assim, simplesmente vai se tornando cada vez mais autoritário para com a cidade de Metrópolis.
Particularmente, eu achei essa versão muito mais interessante, não só por simplificar toda a história, mas também por mostrar que o Superman é muito mais do que a roupa ou os poderes, ele é um cara com um coração muito grande, algo que falta em seu clone. Essa diferença é realçada ainda mais quando ambos lutam no fim do longa, onde, vale elogiar, Guilherme Briggs faz um excelente trabalho ao diferenciar ambos, mas sem mudar a voz.
Outra personagem que acaba melhorando de sua versão do quadrinho é Lois Lane, que, no filme, se mostra muito mais importante para a trama geral do que sua versão dos quadrinhos, inclusive tomando o posto de protagonista durante todo o segundo ato do filme. Em menor grau, essa mudança também pode ser vista em Lex Luthor, que toma para si o manto de grande vilão do filme sendo alguém extremamente metódico, manipulando tudo pelas sombras e transbordando ódio pelo Superman de uma forma quase nunca antes vista fora dos quadrinhos (o único outro exemplo que eu consigo pensar é o Luthor de Kevin Spacey em “Superman: O Retorno”). Infelizmente, ao fim do filme ele se torna um pouco megalomaníaco demais (e até um pouco burro), mas nada que diminua muito sua presença durante o filme. Antes de seguir em frente, vale dizer que assim como Briggs, e o resto dos dubladores, tanto Rossi quanto Persy apresentam performances incríveis.
Para finalizar, cabe dizer que a animação é muito boa, o que acaba gerando ótimas cenas de ação (em especial a batalha final), mas o que as eleva ao próximo nível é a espetacular trilha sonora, que não só é ótima, como também apresenta um dos melhores temas do Superman já criados.
“A Morte do Superman”, ao meu ver, é uma obra prima da animação. Pegando os melhores elementos da HQ de mesmo nome, o filme apresenta uma história simples, mas cheia de coração, que mostra que entende muito bem quem é o Superman e também como é o seu universo. Junte isso a ótima animação e a épica trilha sonora e temos um filme que nenhum fã da DC (e principalmente do Superman) deve deixar de assistir.