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Data de lançamento
14 Nov. 1941Duração
Rapaz leva vida de playboy tomando dinheiro emprestado dos amigos. Um dia conhece uma tímida garota, com quem acaba se casando. Mas a jovem com o tempo passa a desconfiar que ele é na verdade um assassino e ela correr o risco de ser a próxima vítima.
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pra mim, um dos mais fracos do mestre Hitchcock, mas não deixa de ter seus pontos altos como a química entre Cary Grant e a Joan Fontaine, que está linda nesse filme...Beaky é bem canastrão, mas tb um ótimo personagem
Suspicion de 1941, no Brasil Suspeita. Decepcionante em vários âmbitos. Personagens desinteressantes, nunca acontece nada de verdade. O filme é vendido como mistério ou thriller, mas não chega a ser tudo isso. Sendo do mestre do suspense, a tensão é suavizada com músicas de comédia, o que acaba matando qualquer clima de apreensão.
O filme melhora com a entrada de Beaky (Nigel Bruce) em cena. Ele é um bom coadjuvante e sua presença ajuda os dois atores principais, que são ótimos, mas aqui acho que deixaram a desejar. Não tanto por eles, mas pelo roteiro e pelos personagens que receberam.
Lina (Joan Fontaine) aceita tudo o que Johnnie (Cary Grant) faz. Em certos momentos ela toma atitudes isoladas e até esboça ficar brava, mas nunca externa isso de verdade.
Passa o filme inteiro desconfiando dele, cheia de suspeitas, mas nunca confronta. E o filme inteiro se constrói assim para, no final, tudo ser um mal-entendido? Ele nunca quis matar nem Beaky, nem ela, nem ninguém. Até o Capt. Melbeck (Leo G. Carroll), que eu cheguei a cogitar como possível alvo, não passou nem perto disso.
Outra coisa que incomoda é que o filme não deixa claro quanto tempo passa entre as cenas. Como que Johnnie, sem trabalho e sem renda fixa, consegue manter os luxos, a casa, os empregados e tudo mais? Tudo bem que ele vivia de golpes e dinheiros emprestados, mas mesmo assim, uma hora faltaria algo, né?
Enfim, ficou faltando muita coisa. O filme promete uma coisa e entrega outra. Acho a tentativa ok, mas a sinopse e os nomes envolvidos (Hitchcock, Cary Grant, Joan Fontaine) faziam parecer que tudo seria bem diferente.
Assistido em 13/08/2026
Imemorável, desinteressante e nada imaginativo.
É isso, o Johnnie nunca vai deixar de ser um manipulador....
Esse filme é muito bom, ele parece óbvio, depois ele parece suspeito e depois ele parece óbvio e você acaba se perdendo entre o óbvio e o suspeito.