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Duração
No período da ditadura militar, mesmo com toda a brutalidade,truculência e obscurantismo inerentes aos regimes de exceção, muita gente fez rir. O humor serviu como arma de resistência, mas também como válvula de escape, criou formas de driblar patrulhas e censuras, revolucionou linguagens, criou, debochou, divertiu, foi perseguido, proibido, encarcerado e, ainda bem, riu por último. É isso que o filme mostra, por meio de imagens da época e depoimentos de quem viveu aqueles tempos difíceis.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Ranço por aqueles que ñ entenderam nada do malefício eterno da ditadura.
E ñ me venham com o tal “está fora de contexto”, observem quando 2 entrevistados dizem sem receios que: “A ditadura foi legal, pq inibiu a bandidagem e era possível andar c/ cordão de ouro na rua” ou que “A Globo foi coagida pelo regime”, ah pqp!!!, que sem noção.
Achei que em determinados momentos o documentário fugiu um pouco do tema, mas pelo conjunto da obra é bom.
Excelente registro do humor nacional nos tempos de censura. Adorei os depoimentos com figuras históricas, incluindo aquelas que eu nem conhecia, como alguns cartunistas. Achei que passaram um pouco rápido na parte da retomada da democracia, mas entendi que o foco era falar da época da ditadura.
MUITO melhor do que "O Que Você Não Sabia Sobre o Humor Brasileiro"... tanto em depoimento quanto em material de arquivo.
Eu gostei do documentario, porem achei mal editado
e além disso
Durante o inicio e até mais ou menos o meio o foco é total na relação dos humoristas com a ditadura, depois... no meio pro final parece que o documentario se torna "O que a gente assistia de humor durante o regime militar"
E o proposito parece que muda completamente, perto o sentido critico do inicio pra ter um final meramente ilustrativo
Eu paguei 6,90 pra assistir, eu mega tava empolgado pra ver... eu nunca pago pra ver filme... Mas decepcionou
Absolutamente necessário em sua exposição de momentos valiosos da televisão brasileira e repleto de entrevistas primorosas e homenagens e grandes nomes da comédia brasileira. A oposição brilhante que se estabelece entre as falas do todo-poderoso Boni e do mítico Paulo César Pereio torna esta reflexão contida no título obrigatória. Gargalhei em inúmeros momentos. Ótimo rever Chico Anysio, Ronald Golias, Agildo Ribeiro e tantos outros. Sem contar que, por conta de meu interesse pessoal de pesquisa quanto às pornochanchadas, rejubilei-me em diversos momentos, principalmente quando Dercy Gonçalves aparece em cena. Muito bom! (WPC>)