Índios e o exército americano disputam uma ilha na Flórida. O capitão Quincy Wyatt percebe que os índios estão levando vantagem, e decide enfrentar sozinho o chefe da tribo..
Chato, longo e repetitivo, pois apresenta, praticamente todo o filme, a mesma encenação a cada vez em um lugar diferente. Raoul Walsh falha feio neste western. Apenas três coisas se salvam neste filme: a, como quase sempre, atuação de G. Cooper, o, apesar de repetitivo, suspense e a beleza de Mari Aldon.
Por mais que eu esforçasse-me para apreciar este filme, em razão de vários de meus amigos serem devotos walshianos, esta trama racista soou-me profundamente intragável: a justificativa do protagonista para não odiar os soldados de farda azul beira o absurdo quando constatamos que a mesma indulgência excessiva não é aplicada aos seminoles. Neste sentido ideológico, o filme é aberrante. Tecnicamente, ele é bastante estranho: um faroeste filmado nos pântanos, quase praiano, com lindas tomadas sub-aquáticas. Infelizmente, não se resolve bem tramaticamente e nem actancialmente. Fica no meio percurso entre as intenções produtivas e os elementos isolados com a marca do mestre hollywoodiano (e ídolo macmahonista) ainda subestimado por mim... (WPC>)
Manso western de ação sobre índios Seminole em pé de guerra na Flórida do início do século XIX, com Cooper como o lutador valente do pântano. Uma reformulação inferior da idéia central de "Um Punhado de Bravos", do diretor Walsh. O melhor atrativo da película é, indiscutivelmente, a estonteante Mari Aldon.
Western com índios residentes na Costa Leste (não comum). Gary Cooper, um senhor astro, faz o papel do mocinho do filme. Excelente fotografia.
Chato, longo e repetitivo, pois apresenta, praticamente todo o filme, a mesma encenação a cada vez em um lugar diferente. Raoul Walsh falha feio neste western. Apenas três coisas se salvam neste filme: a, como quase sempre, atuação de G. Cooper, o, apesar de repetitivo, suspense e a beleza de Mari Aldon.
Por mais que eu esforçasse-me para apreciar este filme, em razão de vários de meus amigos serem devotos walshianos, esta trama racista soou-me profundamente intragável: a justificativa do protagonista para não odiar os soldados de farda azul beira o absurdo quando constatamos que a mesma indulgência excessiva não é aplicada aos seminoles. Neste sentido ideológico, o filme é aberrante. Tecnicamente, ele é bastante estranho: um faroeste filmado nos pântanos, quase praiano, com lindas tomadas sub-aquáticas. Infelizmente, não se resolve bem tramaticamente e nem actancialmente. Fica no meio percurso entre as intenções produtivas e os elementos isolados com a marca do mestre hollywoodiano (e ídolo macmahonista) ainda subestimado por mim... (WPC>)
Manso western de ação sobre índios Seminole em pé de guerra na Flórida do início do século XIX, com Cooper como o lutador valente do pântano. Uma reformulação inferior da idéia central de "Um Punhado de Bravos", do diretor Walsh. O melhor atrativo da película é, indiscutivelmente, a estonteante Mari Aldon.
Extremamente divertido! Um dos melhores romance/western que vi. História original e muito bem escrita.