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Data de lançamento
1 Dez. 2015Duração
Com visual arrebatador, este documentário reflete sobre nossa relação com outras criaturas do mundo à medida que a humanidade se afasta cada vez mais da natureza.
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Visualmente muito bonito, mas a narrativa é fraca e em vários momentos condescendente diante da catástrofe climática que estamos atravessando.
Mostra com sensibilidade os nossos dois mundos:
(1) um mundo primitivo e coexistente, onde tudo é um, onde trocamos e promovemos interações com as diversas formas de vida que nos rodeiam, afinal, sabemos que a vibração contínua é o que nos mantém vivos (seu coração quem diga).
(2) e outro moderno e reprimido, .
onde reprimimos e nos alienamos, para não enxergar a ansiedade do nosso comportamento anti-natural e destrutivo que compõe a nossa vida falsa. Um mundo que também interage, mas com distrações. Justamente para evitar conflito com o seu "eu" primitivo, que não consegue entender esse nosso comportamento.
Esse filme me fez refletir muito sobre essa dinâmica interna, e me fez entender que outras formas de vida também devem ter suas liberdades de interação. Para isso precisamos rever nossas interações, que muitas vezes estão relacionadas a cenários desequilibrados.
Caso contrário, entraremos em crises mais severas do que a que a gente já está.
No fim, somos parte de uma mesma vibração. Nos afastar da natureza é nos afastar de nós mesmos.
Documentário essencial do ponto de vista didático. Uma abordagem que vai da biologia, até a parte indagativa da destruição natural proporcionada pelo homem.
Poderia focar em apenas um quesito abordado. Mas no todo, foi bem sintetizado o resumo das questões evolutivas.
Uma mistura de Cosmos + Sapiens + Nat Geo que dá super certo kkk
Continuamos com os olhos fechados. Até quando? Até fecharmos de vez?
Documentário ímpar. Obrigada, Yann Arthus-Bertrand. Você também, xará Vanessa Paradis.
“EM QUE MOMENTO A VIDA SE TORNOU MERCADORIA?”
Mad World originalmente já é uma música linda e tocante, mas na voz da Isabel Sörling (a qual eu não conhecia) ficou efetivamente incrível. Não consegui sair da tela até a música, de fato, acabar. O que te faz refletir ainda mais sobre o que foi visto.
“Se eu viver em harmonia com essa vida selvagem, eu voltarei a ser humano.”
"A floresta é uma memória de todas as incríveis experiências da vida na Terra. É um livro a céu aberto."
“Quero comer carne, mas prefiro não ver que devemos matar o animal. Então eu fecho os olhos. A cada ano, o homem mata e corta 60 bilhões de animais. 60 bilhões de vidas, quase dez vezes a população humana. Em um só ano. Apenas os abatedouros industriais e os processos intensivos podem seguir uma demanda de carne que aumenta sem parar. O trabalho da morte está otimizado. É um matadouro monumental. A produção em série foi inventada nos abatedouros no final do século 19. Eficaz, racional, foi copiada nas usinas de automóveis. A indústria alimentar responde a uma demanda absurda: produzir sempre mais para vender cada vez mais barato. O ofício de abate é sofrido. Então, tentamos não pensar muito nele. O gesto do operário é isolado da sequência que poderia dar-lhe significação. Não matamos mais, apenas apertamos um botão. Não cortamos um porco, separamos uma peça. No final, não comemos mais animais. Comemos escalopes, bifes, pedaços... Peças anônimas, como se a vida nunca houvesse existido.”
Comentários fantásticos que roubei dessa página, depois de ter ficado sem palavras com o documentário.
“Que documentário meus amigos! Apesar da narrativa do começo ser muito voltada para o evolucionismo, eu tiro pra mim, que acredito no criacionismo, como é incrível e belo tudo que Deus criou, como os organismos conseguem viver mutuamente e em completa harmonia. Cada um tem sua função na natureza e tudo funciona perfeitamente. Todavia, vem o ser humano com a sua inteligência e acaba com tudo. Um planeta tão belo que aos poucos está sendo degradado, simplesmente para atender aos prazeres das civilizações. Gostei muito que o documentário também abordou a questão ambiental em relação ao consumo de carne, algo que sempre precisa ser pautado em documentários ambientalistas. Uma coisa que me fez pensar também é que estamos numa imensa casa, e não adianta irmos para um outro cantinho vivermos nossa vida, pois todos precisam ter consciência dos seus impactos. Precisamos realmente refletir e fazer nossa parte e não nos isolarmos, pois se fizermos isso, seria como nos escondermos no quarto, enquanto outros estão cerrando o telhado e daqui a pouco tudo desmorona e você também não será poupado. A montagem do documentário, seus paralelos com a civilização, tudo funciona perfeitamente, o que acaba nos dando um choque da imensidão do impacto que o homem vem causando neste planeta. Uma coisa que foi pesado também foi o documentário acabar com a música do Donnie Darko: Mad World.”
“Tantos animais irracionais e o mundo seguiu seu processo de evolução tranquilamente. Bastou colocar um racional e o mundo entrou em colapso total.”
“Ao final desse documentário, você baixa os olhos ao se dirigir aos animais. Por vergonha do que a nossa espécie está fazendo com eles, com seu habitat, etc...“
“Me atrevo a dizer que talvez esse seja o melhor documentário que já assisti. Lindo e triste. Tive muita vontade de chorar enquanto assistia pois o que nós seres humanos nos tornamos é assustador. Dobramos à vida que nos cerca como meros produtos geradores de nossos lucros. Nos matamos todo dia à cada árvore derrubada e a cada espécie extinta. Acredito que não há meios de reverter o que fizemos com o mundo. O homem não para. O que nos resta é fazer nossa parte a cada dia, preservando e honrando aqueles que ainda lutam contra a exploração do planeta. A natureza é linda! Vamos apreciá-la enquanto ainda a temos e vamos lutar pelos seres que ainda sobraram. Obrigada sir Yann Arthus-Bertrand pela obra.“
“A gente sempre fala coisas do tipo: o homem está destruindo a terra e blá blá blá, mas não temos a real dimensão do que isso significa e quanto mais repetimos, mais corriqueiro essa fala parece. Esse Documentário vem pra nos lembrar e nos tocar da importância dessa frase.”
“Belo documentário, monólogo, seja vc pobre, rico, altrustista ou egoísta, consumista, o que fabrica ou que compra. É tipo, olha essa merda toda que estamos fazendo e a gente nao se toca!
Belas imagens, dão ate certo ar poético o que é feito pela natureza e o que nós fazemos (aquelas imagens de agricultura intensiva são punks!). Por fim, as imagens que sintetizam tudo são as ultimas: o homem que se envenena com agrotóxicos, e o gorila, do final, que ta lá na natureza só para viver, sem ser saber o que acontecendo.”
“Documentário de uma fotografia belíssima, traz uma analise da evolução humana, mas de uma perspectiva totalmente nova do ponto de vista selvagem, e como o desenvolvimento do ser humana afetou toda a vida selvagem que hoje e tão rara, alem de mostrar a origem da relação mutualística que a humanidade tinha com o universo ao seu redor e de como ela foi totalmente esquecida pelos seres humanos. Yann Arthus-Bertrand Jornalista, fotógrafo e grande diretor, critica a moral e o respeito que a humanidade afirma ter com o meio ambiente,através de imagens puras e sinceras, que causam em quem as vê um choque de realidade irrefutável,subsequente de um monólogo genial, mas não faz essa analise somente no sentido do aspecto do desenvolvimento econômico mas também sócio-cultural onde vemos que a cultura de alguns povos influenciou fortemente a criação de uma consciência que não se preocupa com a preservação e cuidado com o ambiente onde vive, mascarando por um fanatismo religioso e ideológico. Um dos poucos documentários que realmente nos faz rever nossos ideais, e pensar no que de fato devemos lutar pelo futuro.”
“Me reconheço miúda demais diante de tantos problemas... Impotência que abala todas as esperanças com as quais eu possa me iludir. Sei que são muitos os que sentem vontade de fazer com que as coisas sejam diferentes, mas talvez o Sistema realmente esteja arranjado em forma de engrenagens... podemos até querer parar devido a uma crise de consciência, um choque de realidade ( Como esse que o documentário provoca)... No entanto, as engrenagens que estão ligadas a nós permanecerão nos pressionando para que continuemos a girar... tontos, tolos, peões. Nesse momento, tudo isso que vejo é angustiante demais, mas algo me diz que estes olhos voltarão a se fechar num gesto involuntário de negação. E eu me pergunto: O que falta acontecer para que as pessoas que detém o poder de mudar essa massacrante realidade comecem a agir? Nada consciente é inocente.”