Ambientado nos Estados Unidos do final do século XIX, um homem misterioso chega em uma pequena cidade em busca de vingança pelo assassinato do seu amigo. O ato de violência arrasta toda a cidade em uma batalha sangrenta.
O filme é uma versão 'morna' e no oeste de John Wick, inclusive com o cachorro. O personagem 'Paul" não impressiona de fato, por isto o delegado (John Travolta), teve de dizer que ele foi treinado pela cavalaria e isto o tornou o melhor soldado do mundo (???). Gosto do ator Ethan Hawke e ele foi um fator importante para que eu assistisse o filme. Mas ele faz o mesmo papel que fez naquela péssima refilmagem de SETE HOMENS E UM DESTINO. O 'trauma' do personagem e a história do cachorro (origem) é mostrado em um flashback relâmpago e piscante ai pelo meio do filme. A volta do estranho para a cidade afim de fazer um acerto de contas e bem decepcionante e frustrante. Trás ZERO emoção. Enfim, é um filme mediano e esquecível.
"Terra Violenta" conta a história de Paul (Ethan Hawke), um forasteiro atormentado pelo passado, que chega junto com seu cachorro, numa pequena cidade no Oeste. Mas ele é surpreendido por uma briga, que culmina em um ataque mortal. Em busca de vingança, Paul vai atrás dos habitantes, incluindo o xerife local, vivido por John Travolta.
A história possui elementos clássicos dos genero, muito bem inseridos por Ti West, que conduz o longa com grande competência. Equilibrando momentos de ação intensa com o lado mais introspectivo dos personagens, que no caso de Paul, um tem "Passado Te Condena", daqueles, que morde a bunda dele, do que seu finado cachorro, quando mordia os vagabundos que encontrava.
A estética do filme é humilde, mas é bem adequada. O lugar é um cú de mundo cheio de poeira, então não adianta esperar uma cenografia rica, porque até a novinha Mary Anne (Taissa Farmiguinha), quer dá linha de lá, de qualquer jeito, incluindo via Paul, que tem idade pra ser o pai da bichinha, do quê marido.
A atmosfera é tensa e violenta, mas com uma boa dose de humor negro pra espairecer os nervos. Quando a vingança de Paul, é tiro pra todo lado, com morte de todo tipo. E depois que eles descobrem os paranauê do passado do andarilho, que só queria chegar no México, com seu cachorro. A merda já está feita, e agora era colocar o coração na ponta do winchester, e rezar pros Guias, dar uma força. Coisa que não acontece.
As cenas finais são muito boas, Ethan Hawke tem uma ótima atuação, onde ele consegue viver um personagem pragmático, calculista e metódico, mas também muito misterioso, que acaba tendo seus segredos descobertos pelo xerife, que tentou até evitar todo esse conflito, mas não conseguiu. Na maioria das vezes o filho da puta é auto didata, é fazer merda é quase que uma ação química.
O final é surpreendente! E na trilha sonora do Jeff Grace, os temas levam as cenas para um outro nível! Com uma ação envolvente, tensa e nervosa, que quando acaba, deixa aquele cheiro de sovaco western de quero mais.
P.S. Se fosse um Caramelo, o cachorro tinha sobrevivido e enterrado uns três...
O filme tem um início promissor mas a falta de consistência do roteiro decepciona com várias situações que ficam mal explicadas e sem tanto desenvolvimento de personagens.
A pior parte é a conclusão do filme que frustrou quem esperava um acerto de contas final com o filho do xerife, e teve que assistir uma mulher fazendo o serviço... Isto não é coerente, pois durante todo o filme é construída uma situação de vingança onde no fim o pistoleiro teria a chance de resolver suas diferenças com o vilão que tinha matado sua cachorra, mas isto não se confirma. Deixando uma sensação de decepção para quem esperava por um desfecho mais clássico.
A verdade é que parece que quiseram surfar na onda do hype do filme do John Wick de 2014 e adaptá-lo para o faroeste, mas sem o mesmo orçamento e competência, como demonstrou o fracasso comercial do projeto...
Quando John Wick encontra o velho oeste. Que lancem mais filmes de vingança pura e simples. Gostamos!!!!
Um faroeste spaghetti revisionista recomendável para assistir.
O filme é uma versão 'morna' e no oeste de John Wick, inclusive com o cachorro. O personagem 'Paul" não impressiona de fato, por isto o delegado (John Travolta), teve de dizer que ele foi treinado pela cavalaria e isto o tornou o melhor soldado do mundo (???). Gosto do ator Ethan Hawke e ele foi um fator importante para que eu assistisse o filme. Mas ele faz o mesmo papel que fez naquela péssima refilmagem de SETE HOMENS E UM DESTINO. O 'trauma' do personagem e a história do cachorro (origem) é mostrado em um flashback relâmpago e piscante ai pelo meio do filme. A volta do estranho para a cidade afim de fazer um acerto de contas e bem decepcionante e frustrante. Trás ZERO emoção. Enfim, é um filme mediano e esquecível.
"Terra Violenta" conta a história de Paul (Ethan Hawke), um forasteiro atormentado pelo passado, que chega junto com seu cachorro, numa pequena cidade no Oeste. Mas ele é surpreendido por uma briga, que culmina em um ataque mortal. Em busca de vingança, Paul vai atrás dos habitantes, incluindo o xerife local, vivido por John Travolta.
A história possui elementos clássicos dos genero, muito bem inseridos por Ti West, que conduz o longa com grande competência. Equilibrando momentos de ação intensa com o lado mais introspectivo dos personagens, que no caso de Paul, um tem "Passado Te Condena", daqueles, que morde a bunda dele, do que seu finado cachorro, quando mordia os vagabundos que encontrava.
A estética do filme é humilde, mas é bem adequada. O lugar é um cú de mundo cheio de poeira, então não adianta esperar uma cenografia rica, porque até a novinha Mary Anne (Taissa Farmiguinha), quer dá linha de lá, de qualquer jeito, incluindo via Paul, que tem idade pra ser o pai da bichinha, do quê marido.
A atmosfera é tensa e violenta, mas com uma boa dose de humor negro pra espairecer os nervos. Quando a vingança de Paul, é tiro pra todo lado, com morte de todo tipo. E depois que eles descobrem os paranauê do passado do andarilho, que só queria chegar no México, com seu cachorro. A merda já está feita, e agora era colocar o coração na ponta do winchester, e rezar pros Guias, dar uma força. Coisa que não acontece.
As cenas finais são muito boas, Ethan Hawke tem uma ótima atuação, onde ele consegue viver um personagem pragmático, calculista e metódico, mas também muito misterioso, que acaba tendo seus segredos descobertos pelo xerife, que tentou até evitar todo esse conflito, mas não conseguiu. Na maioria das vezes o filho da puta é auto didata, é fazer merda é quase que uma ação química.
O final é surpreendente! E na trilha sonora do Jeff Grace, os temas levam as cenas para um outro nível! Com uma ação envolvente, tensa e nervosa, que quando acaba, deixa aquele cheiro de sovaco western de quero mais.
P.S. Se fosse um Caramelo, o cachorro tinha sobrevivido e enterrado uns três...
O filme tem um início promissor mas a falta de consistência do roteiro decepciona com várias situações que ficam mal explicadas e sem tanto desenvolvimento de personagens.
A pior parte é a conclusão do filme que frustrou quem esperava um acerto de contas final com o filho do xerife, e teve que assistir uma mulher fazendo o serviço... Isto não é coerente, pois durante todo o filme é construída uma situação de vingança onde no fim o pistoleiro teria a chance de resolver suas diferenças com o vilão que tinha matado sua cachorra, mas isto não se confirma. Deixando uma sensação de decepção para quem esperava por um desfecho mais clássico.
A verdade é que parece que quiseram surfar na onda do hype do filme do John Wick de 2014 e adaptá-lo para o faroeste, mas sem o mesmo orçamento e competência, como demonstrou o fracasso comercial do projeto...