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Na dilapidada cidade de Lux, criada pelo homem no subsolo com o próposito de coletar o mineral Lafia - componente importante para a fabricação de próteses bio-mecânicas ("texhnolyze") para pessoas de membros amputados - três organizações lutam pelo seu controle: a Organ, empresa responsável pela exploração do mineral e implementação das próteses; a Racan, organização de jovens com próteses e ideais anarquistas; a Union, grupo fanático-religioso contra as próteses; e a Class, formada por pessoas que se mantêm afastadas de Lux e de seus conflitos.
A série foca-se em Ichise, um órfão que tem um braço e uma perna decepadas para satisfazer a ira de um promotor das lutas em que participa; Onishi, um jovem executivo da Organo; e Ran, uma garota com um interessante e crucial dom. Ao longo que lutam para sobreviver os desafios a eles impostos, os personagens testemunham os eventos que determinarão os seus destinos e o da cidade de Lux, tratada como uma força senciente pelos seus cidadãos.
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como vcs pronunciam texhnolyze
Recentemente finalizei Texhnolyze. E confesso, que experiência incrível! O anime é incomum em vários aspectos.
O primeiro episódio inicia-se diferente do habitual à maioria dos animes, pois as falas introdutórias dos personagens sucedem-se por volta dos 10 minutos - dispondo, ainda, do mínimo de diálogo possível.
A opening é instrumental, mas se encaixa perfeitamente com a atmosfera cyberpunk da produção.
Gostei bastante dos cenários; o contraste entre a cidade subterrânea de Lukuss e a superfície, por exemplo, é fascinante.
A narrativa é bastante complexa - pessoalmente, em certos momentos precisei retroceder à determinadas cenas.
Em resumo, o ritmo é lento, então não indicaria para todos os apreciadores das animações japonesas. Mas os 22 episódios conseguiram o êxito de desenvolver uma atmosfera sombria (e igualmente angustiante), que, de fato, conseguiram me deixar absorto na obra.
O animê tem uma boa história, personagens interessantes e bastante violência. Apesar disso, os episódios são um pouco arrastados. Senti falta de mais proximidade com as personagens. Nesse sentido achei Texhnolyze diferente da maioria dos animês, que nos deixam o tempo todo em contato com os sentimentos e pensamentos das personagens principais. Aqui há muitas lacunas e só podemos imaginar o que se passa dentro deles de fato. São dois protagonistas - Ichise e Ran - que interagem pouquíssimo ao longo da história, algo que também estranhei no começo. Os cenários são incríveis e a animação é digna para ano do animê.
Eu me interessei por Texhnolyze quando soube que teve com o mesmo cast de animação e produção de Serial Experiments Lain (um dos meus animês favoritos). Pra mim, não chega nem perto de superar Lain, que me deixou envolvida do início ao fim. em Texhnolyze, tudo é muito frio, e não conseguiu sentir a mesma agonia com o distanciamento humano tão presente em Lain. Ainda assim, é uma boa série, e recomendo para quem gostar de histórias mais complexas e com ritmo mais lento.
Não entendo qual e a da aquela luz saindo do braço dele no último episódio...