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Data de lançamento
25 Junho 1999Duração
Em 922, Ahmed Ibn Fahdlan, um poeta e cortesão árabe, cometeu o erro de se apaixonar por uma mulher lindíssima, que pertencia a outro homem. Seu ciumento marido reclamou com o califa, que então nomeou Ahmed embaixador na terra de Tossuk Vlad, uma região longínqua ao norte. Na prática, Ahmed foi expulso de seu lar e de tudo que conhecia. Por vários meses Ahmed atravessou de camelo as terras dos bárbaros e acompanhado de Melchisidek, um velho amigo de seu pai, andarou pela terra dos oguzes, dos azeris e dos búlgaros até as terras dos tártaros, onde é atacado por um grupo que termina desistindo do saque após ver barcos com vikings. Ibn Fahdlan é intimidado pelos costumes dos vikings: a sexualidade abrutalhada, o descuido com a limpeza, os sacrifícios humanos a sangue frio. Até que Ahmed toma conhecimento de uma verdade aterrorizante: foi escolhido para combater os Wendol, um terror que mata vikings e os devora, pois uma vidente decidiu que treze guerreiros deveriam lutar contra estes terríveis inimigos, mas o décimo terceiro não poderia ser um homem do norte. Assim, Ibn Fadlan se vê lutando ao lado dos Vikings em um embate que dificilmente será vencido por eles.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Fraco, história chata, que não entrega o que promete no início.
Um filme que sempre é colocado na mesma prateleira de: Coração Valente, Gladiador, Rei Arthur, mas apenas por tentar ser um épico, e nisso é algo que merece nossa consideração, mas nem de perto chega a ser Épico. Por varias, falhas, por algum motivo o filme não envolve. Talvez pelo personagem principal não ter a mesma fibra de um William Wallace, ou de um Máximo, ou de um Leônidas. O protagonista na verdade é um Burocrata que se vê envolvido em uma guerra e lá aprende ser guerreiro, mas os feitos não são marcantes.
As Lutas e batalhas são poucos empolgantes, o filme carece de diálogos mais marcantes, falta frases marcantes estilo: "O que fazemos em vida ecoa na eternidade", coisas nesse naipe. Os personagens secundários, nenhum tem algo marcante, enfim muito fraco. Pra não dizer que não tem nenhuma frase marcante, aquele momento em que eles dizem que os ancestrais estão ansiosos para encontrar com eles é algo que ficou legal, mas tenho certeza que pra semana nem vou mais lembrar.
Classico demais, adoro esse filme revejo sempre que bate a saudade. A atmosfera dele é muito boa.
Historicamente é riquíssimo, uma época pouco abordada pela lado da cultura árabe, mas que ja tem uma produção viking de responsa (espero que seja acuradamente boa). O filme peca na edição e enquadramento porquissimos, poderia ter sido muito melhor. Talvez o melhor de tudo seja essa desmitificação que o arabe vai fazendo da cultura viking, assim como acontece com qualquer outra religião com o passar dos seculos.
particularmente fiquei intrigado com os neandertais, é uma coisa tao pouco explorada em qualquer produção.
Eu tenho quase certeza que a Mãe envenenou aquele guerreiro com alguma mistura naquele pote que tinha sangue, tinha mais algumas coisas, garanto.
Achei legal saber que o livro que o filme se baseou é baseada num manuscrito REAL, o mais antigo sobre a cultura viking, justamente o o manuscrito do árabe Ibn Fadlan, de 922 D.C., agora me diga, quantos manuscritos foram perdidos por falta de cuidados, destruição por parte de outras culturas e principalmente aquele grande incêndio na biblioteca de Alexandria e porteriormente as outras tragédias que se sucederam na biblioteca...
Por de baixo de uma montagem confusa, e uma fraquíssima iluminação, existe um filme muito bom; pena que o turbulento bastidor das filmagens (extensas refilmagens, tomada de controle criativo por parte do estúdio, substituição de compositor) amputaram tanto a obra, que o que nos sobra é um vislumbre do que o longa poderia ter sido. Ainda sim vale a conferida!