Uma criatura parasita com mais de 5.000 anos, ressurge numa cidade rural do Texas. Controlando o jovem Cody através dos seus pesadelos, para que o mantenha alimentado com carne humana.
Abomination é aquela tranqueira trash do cinema bagaceiro dos anos 80 que acabou sendo esquecida com o passar dos anos. Possivelmente, deve ter feito um gigantesco sucesso no VHS nas locadoras.
Logo de cara já é possível notar as diversas limitações da produção, fotografia suja, edição desastrosa e atuações bem sofríveis que chegam ao nível de causar risos involuntários. Mas o que mais me decepcionou nesse filme é ele querer se levar a sério o tempo todo como se quisesse se tornar um terrorzão perturbador exagerando em tudo que tenta fazer, com direito a trilha sonora irritante que fica repetindo o tempo todo em momentos bizarros, cenas que se repetem até chegar ao ponto de incomodar, gritaria infinita e uma introdução que literalmente conta toda história do filme de maneira resumida, mas o que é visto depois dos créditos iniciais nem é tão divertido assim.
Mas pasmem, os efeitos práticos e o tal monstrengo são até que bem feitos e interessantes, provavelmente, grande parte do orçamento foi para os efeitos visuais e o restante feito às coxas.
Talvez se Bret McCormick tivesse investido numa trama mais descontraída apoiada no humor negro e atores mais convincentes e carismáticos, Abomination seria uma verdadeira pérola do cinema bagaceiro que eu adoraria inserir na minha coleção, mas infelizmente, o filme que me foi entregue não me divertiu e nem me fez rir como muitos do gênero geralmente fazem, muito pelo contrário, torci pra que acabasse logo.
A Abominação é o primeiro filme completo escrito e dirigido por Bret McCormick,mas por qualquer razão ele decidiu fazê-lo sob não um, mas dois pseudônimos, e assim no papel este é um filme escrito por Bando Glutz e dirigido por Max Raven. Este filme é a quintessência do horror de baixo orçamento dos anos 1980 encontrado nas prateleiras da locadora de vídeo local, da arte de caixa vhs encharcada de sangue, que atrai a atenção e o hype de slogan que nunca é totalmente realizado para a atuação amadora e som de baixa qualidade. E, assim como muitos de seus irmãos, acaba se sentindo desigual e incompleto, uma boa, até grande, ideia que simplesmente perde seu caminho.
Eventualmente, o público sem dúvida perderá a noção se o filme está mostrando o tempo presente, ou ainda está seguindo Cody explicando seu sonho para seu médico, mas o final estilo Mágico de Oz rapidamente esclarecerá isso e, ao mesmo tempo, se sentirá completamente desnecessário e mais como um cop-out do que uma resolução. Adicione os sons de banheiro extremamente irritados produzidos pelo irmão Fogg em ambas as vezes que ele é visto fora da TV (de verdade, o que ele comeu?) e os cortes regulares para animais de fazenda aleatórios em tempos completamente inesperados, e é fácil esquecer a má atuação e o falso técnico pas em favor do bizarro.
A Abominação é um filme que tem em seu cerne uma premissa sólida, até criativa, mas acaba fazendo com que o espectador faça uma série de perguntas "E se?". E se o cineasta tivesse um orçamento maior para trabalhar? E se o diretor tivesse um elenco mais experiente de atores nos papéis principais? E se o editor tivesse cortado os primeiros minutos, bem como no último minuto? Todas as respostas tendem a apontar para o longa de estreia do escritor/diretor Bret McCormick tendo maior sucesso Do jeito que está, o filme é agradável, com um conceito interessante, alguns efeitos divertidos, desagradáveis, e um punhado de pontos fracos. Mas se você pode contornar os problemas, definitivamente vale a pena conferir.
Realmente a maior parte das cenas mais splatter são no começo, mas a parte da motosserra ficou muito boa. Desconhecia essa pérola do cinema trash oitentista.
Trashzão.
A cena da motosserra é bem gore.
Abomination é aquela tranqueira trash do cinema bagaceiro dos anos 80 que acabou sendo esquecida com o passar dos anos. Possivelmente, deve ter feito um gigantesco sucesso no VHS nas locadoras.
Logo de cara já é possível notar as diversas limitações da produção, fotografia suja, edição desastrosa e atuações bem sofríveis que chegam ao nível de causar risos involuntários. Mas o que mais me decepcionou nesse filme é ele querer se levar a sério o tempo todo como se quisesse se tornar um terrorzão perturbador exagerando em tudo que tenta fazer, com direito a trilha sonora irritante que fica repetindo o tempo todo em momentos bizarros, cenas que se repetem até chegar ao ponto de incomodar, gritaria infinita e uma introdução que literalmente conta toda história do filme de maneira resumida, mas o que é visto depois dos créditos iniciais nem é tão divertido assim.
Mas pasmem, os efeitos práticos e o tal monstrengo são até que bem feitos e interessantes, provavelmente, grande parte do orçamento foi para os efeitos visuais e o restante feito às coxas.
Talvez se Bret McCormick tivesse investido numa trama mais descontraída apoiada no humor negro e atores mais convincentes e carismáticos, Abomination seria uma verdadeira pérola do cinema bagaceiro que eu adoraria inserir na minha coleção, mas infelizmente, o filme que me foi entregue não me divertiu e nem me fez rir como muitos do gênero geralmente fazem, muito pelo contrário, torci pra que acabasse logo.
Visto em 30/08/2021.
Trash bagaceira total!
A Abominação é o primeiro filme completo escrito e dirigido por Bret McCormick,mas por qualquer razão ele decidiu fazê-lo sob não um, mas dois pseudônimos, e assim no papel este é um filme escrito por Bando Glutz e dirigido por Max Raven. Este filme é a quintessência do horror de baixo orçamento dos anos 1980 encontrado nas prateleiras da locadora de vídeo local, da arte de caixa vhs encharcada de sangue, que atrai a atenção e o hype de slogan que nunca é totalmente realizado para a atuação amadora e som de baixa qualidade. E, assim como muitos de seus irmãos, acaba se sentindo desigual e incompleto, uma boa, até grande, ideia que simplesmente perde seu caminho.
Eventualmente, o público sem dúvida perderá a noção se o filme está mostrando o tempo presente, ou ainda está seguindo Cody explicando seu sonho para seu médico, mas o final estilo Mágico de Oz rapidamente esclarecerá isso e, ao mesmo tempo, se sentirá completamente desnecessário e mais como um cop-out do que uma resolução. Adicione os sons de banheiro extremamente irritados produzidos pelo irmão Fogg em ambas as vezes que ele é visto fora da TV (de verdade, o que ele comeu?) e os cortes regulares para animais de fazenda aleatórios em tempos completamente inesperados, e é fácil esquecer a má atuação e o falso técnico pas em favor do bizarro.
A Abominação é um filme que tem em seu cerne uma premissa sólida, até criativa, mas acaba fazendo com que o espectador faça uma série de perguntas "E se?". E se o cineasta tivesse um orçamento maior para trabalhar? E se o diretor tivesse um elenco mais experiente de atores nos papéis principais? E se o editor tivesse cortado os primeiros minutos, bem como no último minuto? Todas as respostas tendem a apontar para o longa de estreia do escritor/diretor Bret McCormick tendo maior sucesso
Do jeito que está, o filme é agradável, com um conceito interessante, alguns efeitos divertidos, desagradáveis, e um punhado de pontos fracos. Mas se você pode contornar os problemas, definitivamente vale a pena conferir.
Realmente a maior parte das cenas mais splatter são no começo, mas a parte da motosserra ficou muito boa. Desconhecia essa pérola do cinema trash oitentista.