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Duração
O casal Lucy (Irene Dunne) e Jerry (Cary Grant) levava uma vida feliz em Nova York, até que ambos começam a duvidar da fidelidade do parceiro. Isto ocorre por Jerry ter contado para a esposa que fez uma viagem até a Flórida, quando estava jogando pôquer com amigos. Então para disfarçar se bronzeou artificialmente, sem saber que na Flórida havia chovido sem parar. Quando retorna para casa ele descobre que Lucy está ausente e então ela aparece com seu professor de canto, Armand Duvalle (Alexander D'Arcy). Assim cada um achou que o outro estava sendo infiel e, após várias acusações, decidem se divorciar. Entretanto eles vão ficar numa espécie de "limbo", pois só em 90 dias o divórcio será homologado. Neste período eles passam boa parte do tempo criando pretextos para se encontrar, além de cada um fazer o possível para prejudicar os planos do outro em relação a novos pretendentes.
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Dei umas boas risadas!
- essas comédias românticas do cinema clássico tem todo seu charme
- essa aqui é recheada com um humor bem ácido para a época, impressionado que conseguiram passar com o código hays na ativa
- o casal tem muita química, funcionam ótimos juntos e rendem cenas bem divertidas
Existe inúmeras sequências pra lá de divertida.Como era fácil fazer comédia romântica naquela época.Utilizava bem todos os personagens e situações e tudo funcionava num ritmo incrível.
>Assistido em 08 de Maio de 2023
Uma comédia romântica regular, com um final que podia ter sido melhor (não o desfecho, mas a cena em si - achei sem graça todo a cena com a maçaneta e o diálogo final).
Esse é o meu primeiro filme com a Irene Dunne, incrível quando ela resolveu a bancar a irmã do seu marido, baita atuação... Mesmo com toda a beleza ali, se depôs de toda da sensualidade e virou uma uma mulher ignorante... de fato, Irene comprova que grande parte do charme se deve ao jeito que a pessoa é.
Esse filme e "Irene, a Teimosa", são pra mim os maiores e melhores filmes de comédias clássicas. Já o revi tantas vezes e mesmo assim nunca perde a graça. Muito se deve à química maravilhosa entre Irene Dunne e Cary Grant que estão impagáveis do começo ao fim. O show de improvisos entre os dois, além das gargalhadas, passam também muita naturalidade. Soma-se tudo isso à direção precisa de Leo McCarey que inclusive ganhou merecidamente o Oscar. É um filme que torna-se maior, mais engraçado e necessário a cada revisão. E pensar que Irene Dunne teve muito medo de embarcar em comédias...