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Data de lançamento
9 Fev. 2013Duração
Baseado no premiado romance de Shudo Urio, Ikuta irá interpretar Suzuki Ichiro um misterioso assassino, dotado de inteligência, excelente memória e habilidade física, que comete seus crimes em nome da justiça e recebe o apelido de "Nou Otoko" (Homem Cérebro).
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é um filme bem interessante diferente de outros filmes sobre psicopatas. é interessante colocar no personagem, alguem que nasceu sem nenhuma emoçao ou comportamento. Alem disso o filme é uma critica ao chamado direitos humanos e o politicamente correto.
Eu fiquei o filme inteiro tentando me decidir se amava ou detestava o que estava vendo. Ele foi intrigante, a história e os personagens eram incríveis! A parte psicológica e as reflexões girando em torno dela foram excelentes. Cada cena me fazia pensar mais um pouquinho, cada personagem me fazia criar um debate interno. Por outro lado, algumas cenas eram hilárias de tão péssimos os "efeitos especiais", que de especiais não tinham nada (como a cena dos olhos arrancados. Que coisa mais mal feita! Morri de rir!). Mas, ao final, a balança acabou pendendo para o lado positivo. Acabei concluindo que é um bom filme, mas nem de perto perfeito. Algumas coisas devemos relevar e até esquecer que vimos para poder curtir o filme.
A história em si não tem muitos elementos interessantes, mas o Ichiro é um personagem extremamente intrigante, talvez se tivessem colocado ele em uma história melhor desenvolvida, esse filme teria sido incrível!
Foi a primeira vez que vi o Ikuta Toma em um papel desses. Estou acostumada a ver o ator rindo, sendo engraçado, então foi uma experiência bem diferente ver ele assim, frio, calculista, parecido com um psicopata... mas caramba, ele combinou muito bem com isso, quem diria ;P HAHAHAHAHAHAHAHAHA'
Esse final, com o Ichiro ligando para a Mariko, dizendo que matou aquele menino por ela, porque ela foi a única pessoa que chorou por causa dele e daí ele sorriu o.O
Acredita que me deu até arrepios esse sorriso dele?! Não esperava por isso de jeito nenhum. kkkkkkk'
Que debate fenomenal esse filme traz sobre a verdadeira efetividade da psiquiatria nos psicopatas em geral.Uma abordagem única e que só ressalta a máxima de como não sabemos de fato o que "se quebra" no âmago de um ser humano para que o mesmo seja capaz de manipular outros até então tecnicamente qualificados.
A reviravolta na trama (Ichiro,afinal,pode ser chamado de 'justiceiro'?!) também só deixa ainda mais interessante a perspectiva do enredo.É,então,permitido matar,já que o personagem apenas eliminava quem não "prestava"? Mas,como bem coloca a Mariko,quem deu tal poder para que ele pudesse julgar?Ele até poderia ser imparcial,visto se tratar de alguém carecido de emoções,mas não existe a premissa de que errar é humano?E o perdão?E a possibilidade de ressocialização de um indivíduo?
O filme entra em confronto direto a todo momento,principalmente no fato de que Shimura,mesmo após todo o tratamento e aparentemente demonstrar arrependimento,volta a delinquir.Entretanto,a influência da Dra. não se mostrou ser um total desperdício,visto que conseguiu sim consertar alguma coisa dentro do Ichiro.Complexo,pois não dá para saber até que ponto uma pessoa aceita ser ajudada,um exemplo disso é a própria mãe dela.É uma via de mão dupla.
Ikuta,que versatilidade.Um ator que consegue ser tão expressivo em certas atuações,também conseguiu se livrar de qualquer tipo de sentimento para viver um personagem tão impassível.Palmas.
E ópera,desde Hannibal não consigo imaginar uma trilha melhor para uma obra que retrata esse assunto <3
Esse filme apenas confirma o que já penso em relação
à "direitos humanos". Um ser que comete um crime e pouco tempo depois voltar para a sociedade como "se nada tivesse acontecido", não cola...
Orientais sabem como fazer filmes, sem mais!