Boxeador norte-americano decadente é contratado para transportar uma valiosa espada samurai. Descobre, tarde demais, que a relíquia completa um jogo de armas disputado há séculos por duas famílias inimigas.
Filme menor do mestre Frankenheimer, mas ainda assim, bem interessante ao mostrar um lutador americano no meio de uma disputa de honra dentro de um clã samurai. As sequências de ação são boas, bem como a trilha sonora de Jerry Goldsmith.
Frankenheimmer é um diretor de altos e baixos capaz de fazer bons filmes como RONIN e abacaxis como o remake de A ILHA DO DR. MOREAU. Este aqui ficou no meio termo, diverte e faz passar o tempo numa sessão nostalgica e só!
Scott Glenn (com cabelo de playmobil parecendo o Johnny Ramone) faz o texano marrento nessa trama insossa que se arrasta até o ato final, ganhando um pouco de fôlego quando Toshiro Mifune sai da letargia e resolve moer gente com uma katana. Decepcionante. Nível American Ninja da Cannon...
Frankenheimer, Mifune e co-escrito pelo diretor John Sayles, poderia ser um selo de qualidade. Só que o filme é constrangedor, com um roteiro pueril, atuações risíveis, direção preguiçosa e coreografia de lutas no mínimo ridículas. Filmeco.
Filme menor do mestre Frankenheimer, mas ainda assim, bem interessante ao mostrar um lutador americano no meio de uma disputa de honra dentro de um clã samurai. As sequências de ação são boas, bem como a trilha sonora de Jerry Goldsmith.
Depois de 21 anos, revi hoje... que filme: trilha, elenco, etc, etc!
Frankenheimmer é um diretor de altos e baixos capaz de fazer bons filmes como RONIN e abacaxis como o remake de A ILHA DO DR. MOREAU. Este aqui ficou no meio termo, diverte e faz passar o tempo numa sessão nostalgica e só!
Scott Glenn (com cabelo de playmobil parecendo o Johnny Ramone) faz o texano marrento nessa trama insossa que se arrasta até o ato final, ganhando um pouco de fôlego quando Toshiro Mifune sai da letargia e resolve moer gente com uma katana. Decepcionante. Nível American Ninja da Cannon...
Frankenheimer, Mifune e co-escrito pelo diretor John Sayles, poderia ser um selo de qualidade. Só que o filme é constrangedor, com um roteiro pueril, atuações risíveis, direção preguiçosa e coreografia de lutas no mínimo ridículas. Filmeco.