Por volta de 1870, numa grande fazenda no Novo México, o viúvo e poderoso barão do gado "T. C." Jeffords entra em conflito com sua filha de personalidade forte Vance quando ele traz para casa uma nova esposa, a astuta dama Flo Burnett. A situação ruim atinge o auge quando T.C enforca um amigo mexicano de Vance, o que a leva a sair de casa e por em prática um plano para tomar a fazenda de seu pai, com a ajuda do esperto banqueiro Rip Darrow.
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Uma trama de velho oeste que se passa em meio a um conflito familiar não tão cativante, seu ponto alto é a atuação de Barbara Stanwick que brilha como a protagonista.
O longa foca mais nos diálogos e deixa toda ação pro final, algo que torna o filme um pouco arrastado. Não é um dos westerns mais memoráveis, mas a Barbara dá uma boa salvada com sua ótima atuação e carisma.
Segundo Western no Anthony Mann, assim como no primeiro ele constrói toda a história com diálogos intermináveis e guarda a ação pro final, quem espera um faroeste convencional com bang bang pode se frustrar, mas é interessante ter uma protagonista mulher interpretada muito bem pela Barbara Stanwyck.
Segundo western de Anthony Mann, "Almas em Fúria", de 1950, é excelente no quesito concepção e realização. Barbara Stanwick é o destaque deste vigoroso clássico, enaltecido pelo competente elenco, roteiro muito bem executado e primazia de qualidade. O teor psicológico que aflora sobre os personagens é o ponto de partida deste importante western da década de 50. Recomendo.
Os personagens parecem sofrer de um "líbido sexual" fora do comum já visto em faroestes, neste ótimo filme de Anthony Man. As amarguras estão lá, o dinheiro acima de fidelidade, amor e qualquer coisa. Barbara Stanwick está corajosa em seu papel, num personagem forte e atípico as mulheres do velho oste americano que, geralmente são submissas. Uma breve saga de vingança que logo se cessa por um final redentivo e precipitado. Mesmo assim, Anthony Man roda um faroeste eficiente.
Alguns trabalhos de Mann simplesmente não decolam comigo , é o caso aqui apesar da bela entrega fotográfica e a grande defesa que faço de Stanwyck em seu papel dotado de dualidades nítidas ante o enfrentamento ao pai e amante bem como um ar de ingenuidade grande por parte da moçoila ora vilã ora coitada. Penso que gosto mais do estilo do que da narrativa em si.