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Sinopse
A incessante investigação de quem matou Rosie Larsen continua por mais 13 episódios, depois da última temporada ter deixado tudo em aberto e ainda teremos a introdução de um segundo crime.
A trama começa com uma promessa de densidade, mas termina com um festival de incoerências. E o final não faz sentido, considerando todo o histórico do personagem desde a 1ª temporada.
Aliás, toda vez que alguém vira suspeito, o roteiro muda completamente a forma como o público deve enxergar a pessoa. Sinceramente, parece que um esquizofrênico escreveu isso.
Fora isso, de onde tiraram que se podem cometer crimes nas terras indígenas?! Isso é surreal! Jurisdições diferentes NÃO significam uma bolha de ilegalidade, e certamente não tornam lícita a tentativa de assassinato do Holder.
A Linden, deu uma leve melhorada, continua sendo um ser desagradável em vários momentos. E para compensa, fizeram o Holder despirocar no início da temporada, como se uma dose de histeria nele equilibrasse o caos dela.
Mano, o seriado não é ruim, mas é vai e volta, plot twist pra lá e pra cá q cansa. Fora a fada da conveniencia q ajuda algumas situações. Mas tá valendo, a 1a e 2a temporada é sobre a solução de 1 crime só, agora tô na 3a, parece melhor q a 1a.
A segunda temporada melhora um pouco o desempenho da primeira. Agora a trama se desenvolve de forma um pouco mais ágil, mas alguns erros ainda persistem embora com menos intensidade, como o fato de a todo momento plantarem pistas falsas apenas para criar pequenas reviravoltas. Determinadas conveniências do roteiro também continuam lá.
A trama continua usando bem os ganchos nos finais de episódios e a dupla de detetives está mais assertiva agora, fazendo menos besteiras do que antes.
Os dois protagonistas Mireille Enos e Joel Kinnaman continuam bem, embora nada que mereça muito alarde. Para mim os destaques são Brent Sexton e Billy Campbell que ganham mais destaque e seguram muito bem a onda.
Em suma, 10 episódios seriam suficientes para resumir todos os 26 episódios dedicados ao caso Larsen. A opção por aumentar até o numero da série original resulta em muita barriga e se mostrou uma opção desastrada.
Agora finalizando o caso Larsen, mantenho minha impressão de que a série é bastante superestimada. Talvez a 10 anos atrás meu pensamento fosse outro, mas hoje não tem como alguém que é mesmo fã de séries investigativas dar 4 ou 5 estrelas para o que é apresentado. Vamos a terceira temporada que dizem ser a melhor de todas.
É absurdo de tão boa essa série.... E o final é um dos melhores que já vi. 1ª e 2ª temporadas dedicadas a um caso apenas e que história incrível. Se você estiver lendo esse comentário e tiver algum dúvida sobre a série, vá em frente.
Pior que a primeira temporada em vários aspectos.
A trama começa com uma promessa de densidade, mas termina com um festival de incoerências. E o final não faz sentido, considerando todo o histórico do personagem desde a 1ª temporada.
Aliás, toda vez que alguém vira suspeito, o roteiro muda completamente a forma como o público deve enxergar a pessoa. Sinceramente, parece que um esquizofrênico escreveu isso.
Fora isso, de onde tiraram que se podem cometer crimes nas terras indígenas?! Isso é surreal! Jurisdições diferentes NÃO significam uma bolha de ilegalidade, e certamente não tornam lícita a tentativa de assassinato do Holder.
A Linden, deu uma leve melhorada, continua sendo um ser desagradável em vários momentos. E para compensa, fizeram o Holder despirocar no início da temporada, como se uma dose de histeria nele equilibrasse o caos dela.
E a Mitch? Abandona os DOIS filhos pra chorar a morte da primogênita… Ela se comporta como se fosse a única a sofrer
Mano, o seriado não é ruim, mas é vai e volta, plot twist pra lá e pra cá q cansa.
Fora a fada da conveniencia q ajuda algumas situações.
Mas tá valendo, a 1a e 2a temporada é sobre a solução de 1 crime só, agora tô na 3a, parece melhor q a 1a.
A segunda temporada melhora um pouco o desempenho da primeira. Agora a trama se desenvolve de forma um pouco mais ágil, mas alguns erros ainda persistem embora com menos intensidade, como o fato de a todo momento plantarem pistas falsas apenas para criar pequenas reviravoltas. Determinadas conveniências do roteiro também continuam lá.
A trama continua usando bem os ganchos nos finais de episódios e a dupla de detetives está mais assertiva agora, fazendo menos besteiras do que antes.
Os dois protagonistas Mireille Enos e Joel Kinnaman continuam bem, embora nada que mereça muito alarde. Para mim os destaques são Brent Sexton e Billy Campbell que ganham mais destaque e seguram muito bem a onda.
Em suma, 10 episódios seriam suficientes para resumir todos os 26 episódios dedicados ao caso Larsen. A opção por aumentar até o numero da série original resulta em muita barriga e se mostrou uma opção desastrada.
Agora finalizando o caso Larsen, mantenho minha impressão de que a série é bastante superestimada. Talvez a 10 anos atrás meu pensamento fosse outro, mas hoje não tem como alguém que é mesmo fã de séries investigativas dar 4 ou 5 estrelas para o que é apresentado. Vamos a terceira temporada que dizem ser a melhor de todas.
É absurdo de tão boa essa série....
E o final é um dos melhores que já vi.
1ª e 2ª temporadas dedicadas a um caso apenas e que história incrível.
Se você estiver lendo esse comentário e tiver algum dúvida sobre a série, vá em frente.
Sensacional.
Que série incrível 😍