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Sinopse
Quatro homens que foram envolvidos na investigação de um milionário alemão no fim da WW II, são encontrados assassinados com bonecas deixadas ao lado de seus cadáveres.
Freddie Francis foi gigante, quanto a isso não há discussão, seu trabalho como diretor de fotografia de filmes com diretores como David Lynch e Martin Scorsese o consagraram muito bem. Nessa época ele dirigia filmes com orçamentos limitados na Inglaterra, mas já havia feito o clássico O Terror Veio do Espaço que havia feito considerável sucesso de bilheteria, mas não de crítica. Este é um filme muito menor, que o poster estraga toda a graça de descobrir quem é o assassino. Detalhes que a produtora Amicus parece não ter dado bola. O filme também é roteirizado por Robert Bloch, o autor de Psicose. Ele diverte, há um cuidado com a fotografia, mas em linhas gerais é mais para passar o tempo para quem gosta deste tipo de produção inglesa como eu.
Produção britânica de suspense policial com alguns toques de terror e um filme que se passa na "Swinging London" nos efervescentes anos 60 já tem seu charme.
O detalhe dos bonecos com o rosto das vítimas, aliás muito bem feitos, acrescentam um detalhe mórbido e criativo aos assassinatos e no geral a narrativa funciona bem, é envolvente e o final
embora não traga surpresa em relação ao assassino, já que o filho da velha criadora dos bonecos parecia suspeito desde sua primeira aparição, o motivo foi inesperado. O rapaz queria incriminar a mãe, já que ela não parecia interessada em recuperar a fortuna do pai falsamente incriminado como nazista. A cena final com close no rosto do assassino, agora preso a uma cadeira de rodas, maquiado como um boneco, chamando pela mãe, é bizarra, mórbida e perfeita.
Fui assistir sem esperar muita coisa e acabei gostando. Claro que nem tudo me agradou, mas a história prende a atenção, e ainda achei o final bacana e inesperado. Merece ser conhecido.
Freddie Francis foi gigante, quanto a isso não há discussão, seu trabalho como diretor de fotografia de filmes com diretores como David Lynch e Martin Scorsese o consagraram muito bem. Nessa época ele dirigia filmes com orçamentos limitados na Inglaterra, mas já havia feito o clássico O Terror Veio do Espaço que havia feito considerável sucesso de bilheteria, mas não de crítica. Este é um filme muito menor, que o poster estraga toda a graça de descobrir quem é o assassino. Detalhes que a produtora Amicus parece não ter dado bola. O filme também é roteirizado por Robert Bloch, o autor de Psicose. Ele diverte, há um cuidado com a fotografia, mas em linhas gerais é mais para passar o tempo para quem gosta deste tipo de produção inglesa como eu.
BLOG: ORÁCULO ALCOÓLICO
INSTAGRAM: @filmestrangeiros
Tem um ritmo estável e um bom clima de mistério, a trama prendeu a minha atenção e curti o design dos bonecos, mas achei que
a luta entre o vilão e o detetive poderia ter rendido mais, foi muito fraca; o filme ficou morno após a revelação do Mark como o assassino.
A morte do início fez-me lembrar de "Christine: O Carro Assassino" e o final "chocante" fez-me lembrar de "Gritos Mortais".
Produção britânica de suspense policial com alguns toques de terror e um filme que se passa na "Swinging London" nos efervescentes anos 60 já tem seu charme.
O detalhe dos bonecos com o rosto das vítimas, aliás muito bem feitos, acrescentam um detalhe mórbido e criativo aos assassinatos e no geral a narrativa funciona bem, é envolvente e o final
embora não traga surpresa em relação ao assassino, já que o filho da velha criadora dos bonecos parecia suspeito desde sua primeira aparição, o motivo foi inesperado. O rapaz queria incriminar a mãe, já que ela não parecia interessada em recuperar a fortuna do pai falsamente incriminado como nazista.
A cena final com close no rosto do assassino, agora preso a uma cadeira de rodas, maquiado como um boneco, chamando pela mãe, é bizarra, mórbida e perfeita.
Fui assistir sem esperar muita coisa e acabei gostando. Claro que nem tudo me agradou, mas a história prende a atenção, e ainda achei o final bacana e inesperado. Merece ser conhecido.
Embora até que prenda a atenção, e o finalzinho tenha uma pitada de funesto, é chatinho que só! Ficou só na promessa!