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A primeira parte narra Moisés (Theodore Roberts) liderando os judeus do Egito para a Terra Prometida, a entrega das tábuas contendo os Dez Mandamentos, a adoração do bezerro de ouro e a travessia do Mar Vermelho. A segunda parte mostra a eficácia dos mandamentos em uma história passada em São Francisco.
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Drama biográfico e épico religioso histórico mudo em preto e branco da Paramount Pictures. As sequências em Technicolor, que totalizam 338 pés, ocorrem no Prólogo, no rolo 3, e foram intercaladas com imagens coloridas. Houve a refilmagem Os Dez Mandamentos (56) e a minissérie de televisão Os Dez Mandamentos (06). O filme foi dividido em 2 partes: um prólogo que recria a história bíblica do Êxodo e uma estória moderna sobre dois irmãos, sua mãe e suas respectivas visões dos Dez Mandamentos.
Durante um dia de filmagem das cenas do Êxodo, cerca de 60 figurantes ficaram feridos em acidentes com as bigas. A maioria voltou ao trabalho imediatamente após receber os primeiros socorros. A maioria dos acidentes de bigas no prólogo foram reais e não planejados. Este filme foi o 1° da trilogia bíblica de Cecil B. DeMille (1881-1959), seguido por O Rei dos Reis (27) e O sinal da Cruz (32). Os outros filmes bíblicos do mesmo diretor: Sansão e Dalila (49) e Os Dez Mandamentos (56). 12 filmes foram baseados na história de Moisés: 6 longas, 3 filmes feitos para a TV, 2 minisséries de televisão e 1 vídeo, todos com a mesma fonte bíblica.
Embora a 1° parte do filme se passe no Egito Antigo, com Moisés e Ramsés, o foco central é a história de dois irmãos na década de 20: John McTavish e Dan McTavish. John, um carpinteiro, é o filho que personifica as leis de Moisés, enquanto Dan, um empreiteiro corrupto, vive uma vida de pecado. Quando uma tragédia causada por Dan mata a mãe dos irmãos, Dan tenta redimir-se de seus maus caminhos. Mas lições ainda mais duras o aguardam.
O filme caro e longo provou ser um sucesso de bilheteria em seu lançamento. Eu nem imaginava que este filme tivesse 2 partes distintas, diferente da refilmagem onde o filme todo se concentrou durante o tempo antigo A.C. Mas eu gostei das duas partes, dos efeitos especiais para a época e da trama triste dos anos 20 que começa pouco antes da metade da projeção.
Efeitos, cenografia e perseguições das carruagens na areia incriveis!
A primeira parte é primorosa, já a segunda é uma encheção de linguiça moralista bem ingênua. È bem verdade que agora fiquei com medo do castigo divino.
Esse primeiro explorou pouco a primeira parte, penso que foi uma preparação para o segundo filme que foi o melhor.
Filmado em 1923, essa primeira versão bíblica de Cecil B. DeMille para o cinema ainda cativa e impressiona o expectador por conta da sua concepção e realização. É um antológico clássico do cinema épico mudo, um ode à história da sétima arte. O remake de 1956 é um espetáculo cinematográfico. "The Ten Commandments", (o original de 1923) se encontra disponível no Youtube.