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Data de lançamento
1 Dez. 2015Duração
O evento Tomorrowland comemora sua 10ª edição na Bélgica, nos EUA e no Brasil com todo o entusiasmo que o transformou no maior festival de música eletrônica do mundo.
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Muito bom... e assistindo esse doc. só me fez se arrepender de não ter ido nesse evento rs já que quando ele veio ao Brasil foi numa época que eu estava curtindo muito música eletrônica e até fui em outros festivais do gênero...
Excelente. Um documentário que, por vezes parece um enorme clipe de música eletrônica, e contém uma edição fundida com uma, obviamente, excelente trilha sonora, para obter um resultado perfeito! Infelizmente nunca tive a oportunidade de ir em uma edição da Tomorrowland, mas pude prestigiar outros festivais de música eletrônica e posso afirmar que os sentimentos são sempre os mesmo: liberdade, diversidade, camaradagem e pluralidade. Ver e conhecer diferentes culturas, de diferentes partes do mundo ou do próprio país/continente é algo indescritível e a analogia que o Secretário coreano faz é realmente pontual, de que esse tipo de evento combina isso tudo! Um lugar onde você pode ser você mesmo, sem medo de ser julgado, onde dificilmente acontecerá qualquer tipo de briga e onde todos pura e simplesmente estão unidos, seja para curtir uma brisa, um beijo, um DJ, a música ou aquele momento único.
É interessante ver que ainda também existe muito pré-conceito por volta deste cenário todo, seja dos eventos ou da música em si. Como é dito no documentário, algumas pessoas acham que é só dar o play e tocar ou acham que é todas as músicas são iguais, com a mesma batida ou, pior ainda, que eletrônica nem música é. E no caso do evento, muitos ainda acham que é um lugar cheio de drogas e pessoas alucinadas que só conseguem curtir ou se divertir sob efeitos dessas drogas... e bom, obviamente, essas pessoas estão erradas em tudo isso.
O fato do documentário mostrar os diversos locais onde o evento acontece, a repercussão e influência nas pessoas da região e mostrar a visão dos DJs, produtores e do público é o ponto alto, porque mostra todos os lados e como isso é uma cultura própria! A cereja do bolo, para mim, foi as duas irmãs, que dão um significado totalmente especial e único para "sentir a batida (ou a vibe) da música" e mostra a acessibilidade completa, bem como. o rapaz da Tunísia, que passou a vida com restrições devido problemas médicos e após o transplante, poder ter a sensação de liberdade que a Topmorrowland com certeza propícia. Foram casos que fizeram eu me identificar um pouco, pois tenho problemas oculares e já fui a um festival de eletrônica praticamente sem conseguir enxergar.. e além de não receber olhares estranhos ou julgadores, foi uma experiência realmente única!
As comparações com o Woodstock não são infundadas. Provavelmente em alguns anos será considerado (para muitos, já é) um evento nas mesmas proporções, pelos fatos mencionados acima. Espero um dia conseguir ir e vivenciar tudo isso com meus olhos, ouvidos e coração!
O filme publicitário mais longo que eu já vi.
EU PRECISO TANTO IR PRA UMA DESSAS, JESUS AMADO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
08/10/2016
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