Depois de ter sido "iniciado" em ARROWPLANE, achei este segundo contato com o Heinz Emigholz muito mais tranqüilo. Apesar da duração mais longa, é um filme que passa bem mais rápido, no que tange à imersão já esperada aos sobressaltos de montagem e aos vais-e-véns prometidos na sinopse. Exultei no breve instante em que as águas são captadas em seu fluxo normal. Dura pouco, mas desencadeou um júbilo condizente com aquilo que pode ser interpretado no rompante estrutural do experimento: o mar é inequivocamente metafísico! Gostei de ver as embarcações passando, imaginei pessoas trabalhando, vivendo. O desconforto "impessoal" que senti diante do curta-metragem anterior foi bem mais suportável. Muito bonito o farfalhar das imagens, o brilho que pisca incessantemente. Delícia! (WPC>)
Depois de ter sido "iniciado" em ARROWPLANE, achei este segundo contato com o Heinz Emigholz muito mais tranqüilo. Apesar da duração mais longa, é um filme que passa bem mais rápido, no que tange à imersão já esperada aos sobressaltos de montagem e aos vais-e-véns prometidos na sinopse. Exultei no breve instante em que as águas são captadas em seu fluxo normal. Dura pouco, mas desencadeou um júbilo condizente com aquilo que pode ser interpretado no rompante estrutural do experimento: o mar é inequivocamente metafísico! Gostei de ver as embarcações passando, imaginei pessoas trabalhando, vivendo. O desconforto "impessoal" que senti diante do curta-metragem anterior foi bem mais suportável. Muito bonito o farfalhar das imagens, o brilho que pisca incessantemente. Delícia! (WPC>)