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Mini-séries em 4 partes. Francis Urquhart, um inescrupuloso mas astuto político conservador, conseguiu se tornar Primeiro Ministro e esmagar qualquer oposição significativa. Mas sua permanência no topo é ameaçada por um novo e liberal rei, que simpatiza com o povo e começa a se envolver em questões políticas, inspirando a oposição. Será Urquhart astuto o suficiente para superar um popular monarca?
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
No começo, o fato de o Francis quebrar a 4a parede praticamente sem se preocupar se algum personagem está o observando, diferente da temporada (ou minissérie) anterior onde ele o fazia apenas na surdina, me incomodou um pouco. Mas se analisarmos o contexto, onde ele estava e quem era e onde está aqui e quem é, dá pra entender tais atitudes.
A personagem Sarah é o ponto fraco da obra. Se apresenta de uma forma, muda de comportamento quase inexplicavelmente e sela seu destino se tornando exatamente o que achei que ela seria antes de se apresentar: a nova Mattie Storin.
Apesar de tudo isso, "To Play the King" é ainda melhor que "House of Cards". Ian Richardson continua impecável, o enredo ainda mais atraente, os efeitos práticos evoluíram e a trilha sonora bonita e adequada como sempre.
"But they all, all of them, betray us eventually. They love us, but not quite enough. They trust us, but not quite enough. And we trust them to be entirely human, meaning less than trustworthy, which means that we can never quite entirely sleep. As the cat's eyelids flicker, some part of us must stay awake always, ready, as the coiled spring is ready." - Francis Urquhart
Love TO PLAY THE KING because of quotes like that. What should I say? Absolutely amazing. Five stars, for sure.