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Data de lançamento
1 Out. 2022Duração
Luisa (Luisa Arraes) é uma jovem atriz que vive com seu namorado músico, Ravel (Ravel Andrade). Ela conhece Johnny (Johnny Massaro), um espírito livre, e os três vivem um relacionamento baseado no amor livre quando um perigo iminente ameaça colocar o futuro de todos em risco.
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ficou parecendo aquelas zoerias de hermes e renato.
essa turminha mimada ai liberal de faculdade que se acha comunista. viciados em drogas (pensam que são livres e são escravos dos seus vícios). que vergonha. :(
tantos nomes famosos no Brasil e essa turma ai só idolatra o que não presta.
filme é um tiro no pé, mostra que um militante progressista NÃO TRABALHA. é completamente inútil pra sociedade. só tem papo inútil achando que são filósofos! e ainda votam em bandidos dos maiores esquemas de corrupção da história do mundo.
as músicas mais chatas e irritantes da história. aquele teatro tipo macaquinhos que só causa vergonha alheia. :/ agradeçam a Deus todo dia por não serem inúteis viciados em drogas tal qual os presentes nesse filmeco.
Transe não é apenas um filme entusiasta do discurso de guerrilha — tenho minhas dúvidas se não é uma crítica autoconsciente. Transe, dentro dos moldes do ultrarrealismo, é um reflexo de uma geração desguarnecida, enamorado por tempos longínquos e sua dialética política, alimentado por uma nostalgia revolucionária deturpada. O argumento encarregou-se de fidelizar, em seu discurso vazio, o arquétipo do jovem universitário c quase sempre classe média ou classe média alta — convicto de que as batalhas políticas é esse pastiche de uma eterna Semana de 22 com o movimento Tropicália. Ao fim, embora com duas ou três boas epifanias, o filme se entrega a uma profunda melancolia — uma tentativa autossabotadora de uma poesia amuada, mas esperançosa — ressignificadora de nossa letargia política.
"Estão matando os cavalos" — disse o filme, paródia de Dreamers (2003), enaltecedor do cancelamento do futuro.
Assistindo em 19/10/25. Filme desgraçado pra um dia desgraçado.
No meio eu pensei que fosse uma crítica/sátira à esquerda caviar, mas o filme parecia se auto adular tanto que deixou evidente que não era isso, infelizmente.
O filme se perder em si mesmo e só tem duas cenas lúcidas: quando estão no bar e um rapaz e uma moça criticam a posição "poética" e fora da realidade que eles vivem; a cena do casal principal discutindo sobre a ida do amigo da protagonista a casa deles e a divergência de opinião do mesmo.
Menção honrosa para a moça no bar que falou que os pobres e pretos não estavam na manifestação, mais uma vez evidenciando o caráter esvaziado disso.
Eu nem costumo escrever tanto sobre os filmes, mas esse me deixou com tanta raiva que precisei.
o verdadeiro retrato da juventude revolucionária atual: maconhada, alienada, inútil, desinteressada e desocupada.
esse filme não diz a que veio, não sabe pra onde ir e é ruim em tudo o que se propõe a ser.
impossível escrever mais de três linhas sobre esse filme, porque ele mesmo depõe contra si. a pergunta que fica é a que luisa faz: "quem são essas pessoas?", as que estiveram envolvidas numa produção tão ensimesmada e perdida? e o pior, nós sabemos.