Um corpo infantil assinalado enquanto esqueleticamente desviante precisa escapar das amarras materiais de um colete ortopédico e de uma cirurgia parafusal que opera à serviço da coerção postural cientificista. As memórias dessa criança, marcadas pela normatividade de gênero, é reconfigurada através de ritos travestis de hormonização coletiva. A seringa jorrante corrói as tecnologias de correção e de norma, que passam a serem confrontadas pela afirmação dos desvios aberrantes materializados na produção de falhas na imagem e no corpo. A identidade humana é remodelada através de uma transmutação molecular com a máquina-víde
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Críticas e opiniões sobre Trivakra