Oscar é um diretor de sucesso na Broadway e Lily uma de suas atrizes. Mas quando ela deixa sua companhia, ele deixa de ter sucesso. Durante uma viagem de trem, ele a vê e passa a tentar convencê-la a voltar a atuar para ele num novo show.
A química entre John Barrymore e Carole Lombard leva o filme de uma maneira que vc não se cansa, se diverte e quer saber até.onde tudo vai, principalmente o carisma e a atuação da lendária Carole e sua beleza, os primeiros 50 minutos são melhores mostrando o início do relacionamento entre os dois e seus problemas juntos, diferenças depois cai um pouco mas ainda assim um clássico que não chega ser uma comédia engracada mas uma comédia de romance bem leve e que deve ser vista com a mente aberta para a época e os costumes dos anos 30.
Os personagens são interessantes até certo ponto e há algumas situações engraçadas, mas é um tanto atrapalhada a primeira incursão de Hawks na screwball comedy - subgênero que ajudou a criar junto de outros mestres como Lubitsch e Capra.
O diretor e seu roteirista Ben Hecht fazem um trabalho somente mediano na construção das cenas e evolução da trama, e se escoram demais em piadas excessivamente repetitivas e gritaria para arrancar algum riso do espectador. Twentieth Century tem algumas características das duas grandes comédias de Hawks - Bringing Up Baby e His Girl Friday - mas o diretor ainda não tinha chegado lá.
Gênero que estava em alta em Hollywood e temos um Hawks totalmente afiado na direção.O resultado é o melhor possível.Comédia que envolve com facilidade e um John Barrymore muito a vontade.
Comédia Dramática com um pé na "screwball comedy" (toda a parte do trem) e grandes atuações tanto do lendário Barrymore como o egocêntrico e canastrão diretor quanto de Carole que vai se transformando numa "cópia" do mentor/amante. Hawks sempre no domínio da narrativa . Gostei muito do personagem do velho mitomaníaco, srsrs
"Suprema Conquista" acompanha uma dupla de temperamentos altamente exaltados, com John Barrymore como produtor teatral e Carole Lombard como sua atriz principal. Comédia com alguns momentos bem engraçados. Achei que a 1a metade funcionou melhor. A passagem no trem soa um tanto arrastada.
A química entre John Barrymore e Carole Lombard leva o filme de uma maneira que vc não se cansa, se diverte e quer saber até.onde tudo vai, principalmente o carisma e a atuação da lendária Carole e sua beleza, os primeiros 50 minutos são melhores mostrando o início do relacionamento entre os dois e seus problemas juntos, diferenças depois cai um pouco mas ainda assim um clássico que não chega ser uma comédia engracada mas uma comédia de romance bem leve e que deve ser vista com a mente aberta para a época e os costumes dos anos 30.
Os personagens são interessantes até certo ponto e há algumas situações engraçadas, mas é um tanto atrapalhada a primeira incursão de Hawks na screwball comedy - subgênero que ajudou a criar junto de outros mestres como Lubitsch e Capra.
O diretor e seu roteirista Ben Hecht fazem um trabalho somente mediano na construção das cenas e evolução da trama, e se escoram demais em piadas excessivamente repetitivas e gritaria para arrancar algum riso do espectador. Twentieth Century tem algumas características das duas grandes comédias de Hawks - Bringing Up Baby e His Girl Friday - mas o diretor ainda não tinha chegado lá.
Gênero que estava em alta em Hollywood e temos um Hawks totalmente afiado na direção.O resultado é o melhor possível.Comédia que envolve com facilidade e um John Barrymore muito a vontade.
>Assistido em 27 de Junho de 2023
Comédia Dramática com um pé na "screwball comedy" (toda a parte do trem) e grandes atuações tanto do lendário Barrymore como o egocêntrico e canastrão diretor quanto de Carole que vai se transformando numa "cópia" do mentor/amante. Hawks sempre no domínio da narrativa . Gostei muito do personagem do velho mitomaníaco, srsrs
"Suprema Conquista" acompanha uma dupla de temperamentos altamente exaltados, com John Barrymore como produtor teatral e Carole Lombard como sua atriz principal. Comédia com alguns momentos bem engraçados. Achei que a 1a metade funcionou melhor. A passagem no trem soa um tanto arrastada.