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Em certo momento a monotonia da narrativa cansa, mas antes disso Wim Wenders e Kōji Yakusho contam uma bonita história sobre estar satisfeito com o que se tem na vida e encontrar a felicidade em pequenas coisas do cotidiano. Na era da hiperinformação, é bastante refrescante e até emocionante ver um filme com esse tipo de filosofia por trás.
Sinto que, para quebrar um pouco a monotonia do filme, Perfect Days poderia ter explorado mais a fundo as sequências oníricas ou então deixado um pouco de lado a estrutura engessada do roteiro. De qualquer forma, o filme é bastante redondo e belo no que se propõe.
Os personagens são interessantes até certo ponto e há algumas situações engraçadas, mas é um tanto atrapalhada a primeira incursão de Hawks na screwball comedy - subgênero que ajudou a criar junto de outros mestres como Lubitsch e Capra.
O diretor e seu roteirista Ben Hecht fazem um trabalho somente mediano na construção das cenas e evolução da trama, e se escoram demais em piadas excessivamente repetitivas e gritaria para arrancar algum riso do espectador. Twentieth Century tem algumas características das duas grandes comédias de Hawks - Bringing Up Baby e His Girl Friday - mas o diretor ainda não tinha chegado lá.
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Um filme que funciona. Divertida Mente 2 repete praticamente passo a passo a estrutura do primeiro filme e o aplica a outro contexto - antes tratava da mudança e do processo de uma criança em encaixar-se na nova realidade, agora as ansiedades e dilemas do início da vida adolescente são os temas em que a Pixar se debruça.
Por ser tão parecido com a história original, Divertida Mente 2 perde o fator surpresa e não é nem tão divertido, engraçado ou comovente. Mas também é uma hora e meia satisfatória e confortável - o que já é bem melhor do que a maioria das sequências da Pixar.