As idéias e a ambientação do filme são muito boas, mas o diretor exagerou nos cortes, o que prejudicou o andamento do filme, que soa um tanto cansativo. As seqüências dos chapéus e do cinema são extraordinárias, mas a semelhança exacerbada com "algo realizado pelo Shuji Terayama se fosse um diretor infanto-juvenil tcheco" prejudicou a constatação mais entusiasmada da genialidade do diretor, em sua única obra cinematográfica. Impactante, porém, muito bonita (quando se deixa perceber como tal)! - WPC>
não precisava uma sinopse tão esotérica! basta dizer que é a história de um garoto (interpretada pela atriz Daiko Ishimaru) que se recusa aceitar a própria morte! o curta foi rodado em 18 quadros por segundo em vez dos tradicionais 24!
Usuário temporariamente bloqueado por infringir os termos de uso do Filmow.
Fiquei hipnotizado, é tudo.
As idéias e a ambientação do filme são muito boas, mas o diretor exagerou nos cortes, o que prejudicou o andamento do filme, que soa um tanto cansativo. As seqüências dos chapéus e do cinema são extraordinárias, mas a semelhança exacerbada com "algo realizado pelo Shuji Terayama se fosse um diretor infanto-juvenil tcheco" prejudicou a constatação mais entusiasmada da genialidade do diretor, em sua única obra cinematográfica. Impactante, porém, muito bonita (quando se deixa perceber como tal)! - WPC>
não precisava uma sinopse tão esotérica! basta dizer que é a história de um garoto (interpretada pela atriz Daiko Ishimaru) que se recusa aceitar a própria morte! o curta foi rodado em 18 quadros por segundo em vez dos tradicionais 24!
Bastante surreal.