Com a invasão iminente da Ucrânia pela Rússia, nada mais atual do que o documentário "Inverno em Chamas: Luta pela Liberdade da Ucrânia", em cartaz na Netflix.
Em 2013 a populacão desse país ocupou as ruas da capital Kiev após ser traída pelo governo que, de uma hora para a outra, decidiu não assinar o acordo com a União Europeia e, de quebra, aproximou-se da Rússia, tornando-se submisso e aliado de Putin. Os jovens não se intimidaram. Continuaram protestando, mesmo correndo risco de vida, com o apoio da maioria da população ucraniana que, diante da resposta agressiva das forças policiais (Berkuts), juntaram-se aos jovens. A polícia, acobertada pelo governo, reprimiu os protestos de maneira violenta, matando dezenas de pessoas, indiscriminadamente, como em um regime autoritário e sanguinário. As imagens dos embates, que duraram meses, são impressionantes. O diretor reúne essas imagens e intercala com entrevistas de líderes do protesto para colocar em perspectiva o fenômeno que derrubou um governo traidor e convocar novas eleições. O que Vladimir Putin pretende, hoje, com a invasão é retroceder 10 anos e colocar de volta um fantoche, ou seja, calar a voz da população ucraniana.
Com a invasão iminente da Ucrânia pela Rússia, nada mais atual do que o documentário "Inverno em Chamas: Luta pela Liberdade da Ucrânia", em cartaz na Netflix.
Em 2013 a populacão desse país ocupou as ruas da capital Kiev após ser traída pelo governo que, de uma hora para a outra, decidiu não assinar o acordo com a União Europeia e, de quebra, aproximou-se da Rússia, tornando-se submisso e aliado de Putin. Os jovens não se intimidaram. Continuaram protestando, mesmo correndo risco de vida, com o apoio da maioria da população ucraniana que, diante da resposta agressiva das forças policiais (Berkuts), juntaram-se aos jovens. A polícia, acobertada pelo governo, reprimiu os protestos de maneira violenta, matando dezenas de pessoas, indiscriminadamente, como em um regime autoritário e sanguinário.
As imagens dos embates, que duraram meses, são impressionantes. O diretor reúne essas imagens e intercala com entrevistas de líderes do protesto para colocar em perspectiva o fenômeno que derrubou um governo traidor e convocar novas eleições.
O que Vladimir Putin pretende, hoje, com a invasão é retroceder 10 anos e colocar de volta um fantoche, ou seja, calar a voz da população ucraniana.