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Acompanhem um dia infernal da vida de Beth e Diana, duas mulheres completamente diferentes, cujas histórias vão se cruzar num terrível acidente depois que elas perdem o controle sobre seus atos. Beth é uma mãe separada que cria com dificuldade seu filho deficiente. Já Diana tem que dividir sua rotina de alta executiva com os problemas da família. Ambas estão à beira de um ataque de nervos. Última Saída é um filme tenso e atual. Um retrato da vida de quem mora nas metrópoles.
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Blockbuster cheio de tramas e sub tramas com boas atuações em situações reais do cotidiano. Superestimado...
Que filme chatinho !!!! Ainda por cima o cinegrafista não parava de tremer a câmera.
Desgraça pouca é bobagem.
14/12/2016
Última Saída ou Last Exit é um filme canadense de 2006 que conta o drama de duas mulheres, trabalhadoras e mães, em um dia conturbadamente infernal de suas vidas. O destino, infelizmente colocou-as frente a frente com terríveis consequências para ambas.
O filme já começa com um baita acidente entre elas com destruição quase que total de seus carros. Agora, os motivos pelos quais ocorreu esse acidente foi uma sucessão incrível de coisas erradas que ocorreu entre ambas, narrados individualmente até o acidente trágico que as vitimou. Temos Beth (Kathleen Robertson), mãe separada que cria o seu filho deficiente físico com muito sacrifício, sem ajuda alguma do pai biológico. Beth trabalha em um escritório de contabilidade e, nesse fatídico dia do acidente, ela se atrasa de manhã, perde uma entrega de um documento e tem que sair atrás do entregador, seu carro é velho, enguiça, ela é multada, quase guinchada, quer comprar um presente para o seu filho, mas não tem dinheiro no banco. Diana (Andrea Rothenfim) é a executiva bem sucedida, com o marido desempregado que vive na boa só jogando golfe enquanto ela se descabela pra pagar as despesas, é chamada na escola, pois seu filho adolescente foi pego na classe com uma arma da coleção de seu pai. As duas estão à beira de um ataque de nervos. A pressa, o desespero, a raiva por uma ter cruzado e fechado a outra, executado uma ultrapassagem perigosa e a vontade de chegar logo nos lugares resultou em uma grande fatalidade. Além disso, essas duas mulheres ficaram falando direto no telefone celular enquanto dirigiam para resolver seus problemas, não se concentrando no volante, ocasionando um acidente medonho, onde não houve só perdas materiais, como gravíssimos danos físicos.