Faroeste biográfico baseado na peça de Gore Vidal, sobre a vida de Billy the Kid. Paul Newman interpreta o bandido ingênuo que se perturba diante de sua própria lenda e oscila entre a imortalidade e a destruição.
Paul Newman é o bola da vez no papel de Billy The Kid (William Bonney), das tantas versões produzidas sobre o bad-guy, desta feita dirigida por Arthur Penn. E, não decepciona. Esta versão de 1958 apresenta uma outra ótica com relação a Billy e Pat Garrett.
Tem uma clara mensagem pacifista, com um roteiro nos presenteando com várias cenas simbólicas em sequência. A atuação de Paul Newman é outro destaque, pois o ator soube demonstrar a ambiguidade e as consequências dos traumas que o personagem estava passando. Chega a lembrar os faroestes psicológicos de Anthony Mann. Talvez fosse um filme mais ritmado com uns 10 minutos a menos, mas ainda é uma estreia bastante interessante de Arthur Penn.
Faroeste em preto e branco cujo roteiro foi escrito por Leslie Stevens a partir de um filme de TV de Gore Vidal (1925-2012), que ele escreveu para a série de televisão The Philco-Goodyear Television Playhouse, no episódio de 1955 "The death of Billy the Kid", no qual Newman também interpretou o personagem-título. O filme foi um fracasso nas bilheterias dos EUA, sendo filmado em apenas 23 dias.
Paul Newman (1925-2008) foi amplamente considerado como Billy the Kid, já que aos 33 anos ele era consideravelmente mais velho que o personagem. Billy deveria ter 18 anos no início do filme. Estréia cinematográfica como diretor de Arthur Penn (1922-2010). A Warner Bros. teria interferido na produção e não permitiu que Penn filmasse o final que ele queria. Além disso, o diretor foi excluído do processo de edição.
Biografia de Billy The Kid sob um prisma freudiano. A cena final foi feita à revelia de Penn, que preferia uma conclusão que acentuasse o aspecto lendário do personagem. Filme enérgico que recria, de um ponto de vista bastante inovador, a vida do famoso Billy the Kid. Bom trabalho de Paul Newman em um western verdadeiramente original e repleto de gírias. Um bom western psicológico desconstrutivo e perturbador, bem dirigido por Penn e atuado de um estilo estranhamente fascinante por Newman.
Vale assistir por ser o 1º filme dirigido pelo Arthur Penn e por trazer Paul Newman no papel título, mas é um dos faroestes mais fracos/esquecíveis sobre Billy The Kid (tem o filme incrível do Peckinpah, tem filmes nos anos 80 e anos 90), além de ser muito clichê. O resto do elenco não esta à altura, é bem perceptível... 2 Estrelas
Nossa, que filme mais capenga. Tão sem carisma!
E que atuações canastronas.
Paul Newman é o bola da vez no papel de Billy The Kid (William Bonney), das tantas versões produzidas sobre o bad-guy, desta feita dirigida por Arthur Penn. E, não decepciona. Esta versão de 1958 apresenta uma outra ótica com relação a Billy e Pat Garrett.
Tem uma clara mensagem pacifista, com um roteiro nos presenteando com várias cenas simbólicas em sequência. A atuação de Paul Newman é outro destaque, pois o ator soube demonstrar a ambiguidade e as consequências dos traumas que o personagem estava passando. Chega a lembrar os faroestes psicológicos de Anthony Mann. Talvez fosse um filme mais ritmado com uns 10 minutos a menos, mas ainda é uma estreia bastante interessante de Arthur Penn.
Faroeste em preto e branco cujo roteiro foi escrito por Leslie Stevens a partir de um filme de TV de Gore Vidal (1925-2012), que ele escreveu para a série de televisão The Philco-Goodyear Television Playhouse, no episódio de 1955 "The death of Billy the Kid", no qual Newman também interpretou o personagem-título. O filme foi um fracasso nas bilheterias dos EUA, sendo filmado em apenas 23 dias.
Paul Newman (1925-2008) foi amplamente considerado como Billy the Kid, já que aos 33 anos ele era consideravelmente mais velho que o personagem. Billy deveria ter 18 anos no início do filme. Estréia cinematográfica como diretor de Arthur Penn (1922-2010). A Warner Bros. teria interferido na produção e não permitiu que Penn filmasse o final que ele queria. Além disso, o diretor foi excluído do processo de edição.
Biografia de Billy The Kid sob um prisma freudiano. A cena final foi feita à revelia de Penn, que preferia uma conclusão que acentuasse o aspecto lendário do personagem. Filme enérgico que recria, de um ponto de vista bastante inovador, a vida do famoso Billy the Kid. Bom trabalho de Paul Newman em um western verdadeiramente original e repleto de gírias. Um bom western psicológico desconstrutivo e perturbador, bem dirigido por Penn e atuado de um estilo estranhamente fascinante por Newman.
Vale assistir por ser o 1º filme dirigido pelo Arthur Penn e por trazer Paul Newman no papel título, mas é um dos faroestes mais fracos/esquecíveis sobre Billy The Kid (tem o filme incrível do Peckinpah, tem filmes nos anos 80 e anos 90), além de ser muito clichê. O resto do elenco não esta à altura, é bem perceptível... 2 Estrelas