No século 19, durante as férias, uma família do interior faz uma visita a um parente na capital. Um jovem camponês se apaixona por uma moça que está de casamento marcado com um homem mais velho.
- infelizmente é um filme que não foi terminado, mas da pra entender bem qual o caminho que o diretor pretendia seguir - impressionado com a qualidade da filmagem e a agilidade das câmeras para a época que foi feito - sem falar na trama - ainda bem que não foi para um lado que parecia estar indo
Bela alegoria que faz contraponto entre a primavera idílica e o tédio do cotidiano, com a figura apalermada de um marido ausente e infantil contra o homem idealizado por uma mulher. Tem uma descrição de "tesão" absolutamente tênue na conversa de Henriette com sua mãe um dos seus pontos mais poéticos, além das imagens de campo e lembranças tão comuns aos livros de Proust, captados aqui com maestria por Renoir, lembrando que é uma obra que nunca foi completada, por isso há alguns lapsos.
Bem bacana, apesar de não ter saído como o diretor queria.
Acho bastante provável que tenha influenciado DIAS E NOITES NA FLORESTA, do Satyajit Ray (que já foi meio que um aprendiz direto do Renoir e trabalhou pra ele).
- infelizmente é um filme que não foi terminado, mas da pra entender bem qual o caminho que o diretor pretendia seguir
- impressionado com a qualidade da filmagem e a agilidade das câmeras para a época que foi feito
- sem falar na trama
- ainda bem que não foi para um lado que parecia estar indo
Bela alegoria que faz contraponto entre a primavera idílica e o tédio do cotidiano, com a figura apalermada de um marido ausente e infantil contra o homem idealizado por uma mulher. Tem uma descrição de "tesão" absolutamente tênue na conversa de Henriette com sua mãe um dos seus pontos mais poéticos, além das imagens de campo e lembranças tão comuns aos livros de Proust, captados aqui com maestria por Renoir, lembrando que é uma obra que nunca foi completada, por isso há alguns lapsos.
Bem bacana, apesar de não ter saído como o diretor queria.
Acho bastante provável que tenha influenciado DIAS E NOITES NA FLORESTA, do Satyajit Ray (que já foi meio que um aprendiz direto do Renoir e trabalhou pra ele).
Um filme bonito esteticamente, ainda que inacabado. Mas terminei a sessão com um gosto amargo, pois me pareceu que a menina foi violentada. Nota 6,0.
vai achando que é só porque o rapaz e da roça que não sabe conquistar uma menina kkk