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Data de lançamento
23 Nov. 1994Duração
Depois de uma confusão num ataque a uma gangue de traficantes, Shame é expulso da polícia e passa a trabalhar como investigador particular. Shame e sua assistente, a apaixonada Peaches, vão atrás de uma garota, a ex-namorada do chefe da gangue dado como morto. Quando a encontram percebem que tudo era uma armadilha de Mendonza, o traficante, para encontrar a ex-namorada e matar Shame, Muita ação e explosivas sequencias de perseguição.
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A Low Down Dirty Shame 1994 no Brasil Um Tira Sem-Vergonha
Que filme bom, mano. Os anos 90, além de terem uma estética única e pessoas com belezas naturais, sabiam fazer filmes com qualidade usando basicamente roteiro e atuações, e olha que esse filme não é nem de longe um dos melhores do gênero, nunca entraria em uma lista do tipo, mas ele é eficiente, bem construído, tem bons personagens e um elenco de qualidade que sustenta bem a proposta do começo ao fim.
Keenen Ivory Wayans com Shame está muito bem, combina a ação e a velha história do policial expulso da corporação com um toque de humor que funciona, sem ser forçado e sem ser exagerado, deixando o personagem leve e carismático mesmo quando o filme entra em situações mais previsíveis. Já sua parceira Peaches (Jada Pinkett) não só está extremamente gata e com uma pele cor da noite linda e reluzente, mas atuando muito bem, apesar de um pouco estereotipada, algo comum nesse tipo de filme, ainda assim mostrando presença de cena, personalidade forte e uma química muito boa com o protagonista, mas que mulher boa no que faz, personagem muito carismática, além de ser linda.
Aliás, até o Wayman (Corwin Hawkins), que é um personagem mais que secundário e não tem relevância nenhuma na trama, acaba sendo carismático e tendo seus merecidos minutos de tela, o que mostra como o filme sabe trabalhar até figuras pequenas,
uma pena que ele morre(?) no final, aliás achei que faltou dar uma ênfase nisso, a cena é muito rápida e depois nem é citado que ele morreu e ninguém liga pro coitado, o que quebra um pouco o impacto emocional que poderia ter sido maior.
E temos o vilão Mendoza (Andrew Divoff) no papel clássico dele, esse foi feito para interpretar esse tipo de personagem, competente, não chega a ser acima da média, mas ajuda no propósito do filme e cumpre bem sua função como antagonista, assim como o Rothmiller (Charles S. Dutton), que está ok dentro do propósito e funciona como um bom coadjuvante, sem roubar a cena, mas somando à narrativa.
Além da estética já citada, temos uma boa trilha sonora, excelentes referências que dialogam bem com a cultura da época e ajudam a dar identidade ao filme, e algumas cenas muito boas no final que ficam na memória,
como Shame saltando de bungee jump pegando a arma de um policial, ele cantando James Brown para os cachorros, momentos que mostram criatividade e senso de diversão,
Assistido em 02/02/2026
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Eu só lembrei que eu tinha assistido esse porque marquei no filmow, e como dei uma boa nota e não me lembrava de nada resolvi rever, é muito bom, tem bastante ação, o Keenen sai mandando bala e porrada, e além das boas cenas de ação é bem divertido, ri muito, principalmente por causa das atuações da Jada com aquele papel de tagarela, barraqueira e destemida, e o colega de quarto dela.
e no tocante a colaborações efetivas perante o judiciario cujo de fato beneficiarão num todo a sociedade o qual arca com tributos e serviços de utilidade publica, e por consequencia fazer com o que rigor impiedoso da jus civile chegue a quem deste necessitar, custe o que custar, doa a quem doer, morra quem morrer, trata se exatamente no mesmo ponto o qual fez com que o "do lado certo da lei" kenny ivory wayans ao inves de uma atuação coletiva submissa, desta forma viesse a optar pela atuação autonoma mercantil, em prol de que pelo menos seu bolso verificasse efeitos praticos diretos, ou seja a BUROCRACIA regulamentar cujo muitas vezes somente atrapalha a atuação de quem encontra se na merce de seus dispositivos, embora sem novidade que todo ramo de atuação necessita das assim intituladas regras gerais para que ao inves de ações coordenadas, bagunças comportamentais o sejam praticadas, que contudo como aqui aferirão por intermedio deste apenas MEDIANO longa metragem ha exatos 29 anos, entre sujeitar se a nenhuma "vergonha" ou melhor dizendo como seu propio titulo tupiniquim define, na TOTAL ausencia dela em agir do propio jeito desde que o objetivo o seja alcançado, ou os digamos OFICIAIS bem ? primeira OPÇÃO, alem de DANEM SE opiniões divergentes, em especial INUTEIS politicamente corretas, se e´que porventura ou não me entendem, SEMI AÇÃO xexelenta para os padrões advindos da cinefila familia wayans, no entanto asssistivel perto do que inclusive muitas coisas que estes já o fizeram, cujo NENHUMA GRAÇA possui, muito menos justificativa para UM DIA sairem do papel permitindo existirem quando fora do Genero supracitado acima em maior frequencia, e fim de papo. " Sem vergonhisticamente " TRES ESTRELAS.
Vi muito esse filme no SBT, tanto na Tela de Sucessos como no Cinema em Casa, porém, ao ver - rever na verdade - o A Prova de Balas do Damon Wayans e Adam Sandler, eu fiquei meio confuso de qual era qual filme que eu tanto via na época, revendo o Tira Sem Vergonha foi que me toquei que na verdade eram os dois que sempre assistia nessas sessões.
Um Tira Sem Vergonha tem todas as características dos filmes do Keennen Ivory, aquele humor bem puxado para as periferias negras dos EUA e ele mesmo com mais um personagem altamente carismático. A trama do filme é simples, tem bastante ação e muitas situações engraçadas, foi muito bom rever depois de tanto tempo. Uma pena que esse tipo de filme com todas essas características tenha ficado lá pelos anos 1990 e que o Keenen Ivory não tenha mais dado as caras há um bom tempo já. Essa mistura sempre foi sinônimo de coisa boa desde que começou em Vou Te Pegar Otário.