Conheci este filme graças a um casal querido de amigos: ele, por ter traduzido a legenda; ela, por ter escrito um artigo entusiástico num trabalho para a faculdade de Biologia. Adentrei a sessão um tanto desconfiado, pois tenho alguns problemas com o diretor (riso), mas tenho que aplaudir e elogiar a sua audácia: se abordar esse tema hoje ainda seria muito delicado, imagina naquela época. O meu maior incômodo, entretanto, é com a verborragia dos diálogos e com as interpretações um tanto mecânicas. Mas é um filme que faz a sua parte e chama a atenção para um problema de saúde que faz com que as mulheres sofram ainda mais, já que são duplamente estigmatizadas. O desfecho é muito bom, em sua ampliação de metáforas curativas: abramos as janelas! (WPC>)
Conheci este filme graças a um casal querido de amigos: ele, por ter traduzido a legenda; ela, por ter escrito um artigo entusiástico num trabalho para a faculdade de Biologia. Adentrei a sessão um tanto desconfiado, pois tenho alguns problemas com o diretor (riso), mas tenho que aplaudir e elogiar a sua audácia: se abordar esse tema hoje ainda seria muito delicado, imagina naquela época. O meu maior incômodo, entretanto, é com a verborragia dos diálogos e com as interpretações um tanto mecânicas. Mas é um filme que faz a sua parte e chama a atenção para um problema de saúde que faz com que as mulheres sofram ainda mais, já que são duplamente estigmatizadas. O desfecho é muito bom, em sua ampliação de metáforas curativas: abramos as janelas! (WPC>)