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"An anatomy of violence. Four young men and two young women are on a drive. There's a rivalry between two guys for one of the girls. On a remote road, the car stalls. The driver hitchhikes for help. Led by the intrepid girl, the others walk toward abandoned buildings, perhaps a mining operation. One of the three guys sits and reads. The intrepid one explores the building and sees something that scares her. She screams; the two rivals and the second girl run to find her. Something she says starts a fight between her two suitors. The one reading a book walks away in disgust. After stopping the fight, the two young women follow. How can this end?"
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é difícil externalizar qualquer impressão de um trabalho tão "brakhageanamente" hermético e impenetrável... há um fio narrativo em unglassed windows cast a terrible reflection, mas soa misteriosamente vão e despovoado: o carro dos jovens quebra na estrada e se desconhece o motivo, uma das garotas decide iniciar uma odisseia investigativa num local em ruínas, e outros tantos atos que sugerem um sentimento de exílio e incomunicação; resta ao espectador exercitar uma verdadeira fabula estética com os olhos, de modo a perceber na sugestão poética das imagens, das sombras e dos reflexos, toda a carga afetiva da solidão e do abandono que uma mina abandonada exala; a extensa coletânea de obras cinematográficas do brakhage reforça o caráter simbólico de suas investidas; grande parcela dessas filmes são curta-metragens recheados de meditações imagéticas e de campos coloridos, lugares por onde o olho inventa epopeias abstratas e alegóricas
uma das jovens berra e se aterroriza com algo que não é claro, deixando uma puta vagueza de irresolução; o maldito e incógnito livro que um dos homens lê com uma ortodoxia religiosa; o outro rapaz que ficou na procura por ajuda: a ajuda que não chegou, a ajuda que não se sabe, que não se conhece... tudo é oco de linguagem narrativa, nada mais brakhageano do que esse retorno ao olho sem a pedagogia da lógica e da linearidade discursiva