Jackson é um solitário serial killer que está realmente começando a pensar sobre a razão de causar tantas mortes. Depois que ele conhece a cega Shelly, ele passa a querer mudar de vida, mas, será que ele conseguirá deixar de matar?
- muito bom como subverte o gênero de slasher e consegue entregar várias piadas bem inteligentes sobre o tema - um assassino por herança de familia e com crise existencial - infelizmente fica bem enfadonho no meio, com as cenas do casal, mas o final salva
"E se o Jason tivesse uma crise existencial" o Felipe M. Guerra iniciava assim no site Boca do Inferno uma crítica a esse filme e não há modo melhor de explicá-lo. O assassino de nome JACKSON, depois de matar um grupo de amigos e receber afeto de uma mulher apaixonada por ele e cega (literalmente),começa a questionar o porquê de suas mortes. Seria um filme e tanto se o humor não fosse tão sutil, o que contrasta com a crueza dos assassinatos, que não devem nada às dos slashers tradicionais. Talvez se fosse um filme rodado nos EUA em vez do Reino Unido o tom seria mais adequado. Esse filme deveria estar para os slasher movies assim como o samba enredo de "Unidos do Caralho a Quatro" está para os demais sambas enredos: uma perfeita desconstrução que nos faça questionar todo o gênero (o Fernando Vives escreveu algo parecido, acho). Possivelmente filmes como "Final Girl" e "Por trás da máscara - o surgimento de Leslie Vernom", que são mais recentes, tenham acertado mais na sátira. Ainda assim o final é primoroso. Só resta ao nosso Jackson torcer para que uma briga judicial traga paz a ele igual trouxe a Jason Voorhess
- muito bom como subverte o gênero de slasher e consegue entregar várias piadas bem inteligentes sobre o tema
- um assassino por herança de familia e com crise existencial
- infelizmente fica bem enfadonho no meio, com as cenas do casal, mas o final salva
Muito melhor do que muita sequência do Sexta 13
A ideia é interessante, e tem umas mortes bem legais.
O maior problema do filme é justamente até para um suposto filme de Horror ser levado á serio...na verdade esse terrir é apenas curioso.
"E se o Jason tivesse uma crise existencial" o Felipe M. Guerra iniciava assim no site Boca do Inferno uma crítica a esse filme e não há modo melhor de explicá-lo. O assassino de nome JACKSON, depois de matar um grupo de amigos e receber afeto de uma mulher apaixonada por ele e cega (literalmente),começa a questionar o porquê de suas mortes.
Seria um filme e tanto se o humor não fosse tão sutil, o que contrasta com a crueza dos assassinatos, que não devem nada às dos slashers tradicionais. Talvez se fosse um filme rodado nos EUA em vez do Reino Unido o tom seria mais adequado.
Esse filme deveria estar para os slasher movies assim como o samba enredo de "Unidos do Caralho a Quatro" está para os demais sambas enredos: uma perfeita desconstrução que nos faça questionar todo o gênero (o Fernando Vives escreveu algo parecido, acho). Possivelmente filmes como "Final Girl" e "Por trás da máscara - o surgimento de Leslie Vernom", que são mais recentes, tenham acertado mais na sátira. Ainda assim o final é primoroso. Só resta ao nosso Jackson torcer para que uma briga judicial traga paz a ele igual trouxe a Jason Voorhess