Esse curta exemplifica bem a transição para a segunda fase do Primeiro Cinema. Griffith explora os sentimentos e a vida da protagonista e mais da metade do filme se passa até que o 'drama' comece; de modo que já nao é mais uma moça qualquer em perigo, é uma moça que está apaixonada, que trabalha para ajudar o pai doente, criativa e rápida para se proteger e pedir ajuda. Suas emoções são mais claras para quem assiste pois agora há o uso dos planos aproximados. Griffith melhorava a cada trabalho.
A tensão desse curta é incrível. Baseado no anterior Le Médecin du Château, Griffith usou montagem alternada, com planos rápidos e de muito movimento de cena, fazendo com que até hoje, mais de 100 anos depois, continuemos a ficar nervosos com o drama da família. Ele ainda teve a perspicácia de substituir o filho do protagonista por três filhas, para aumentar a imagem de 'indefesas' e colocar toda a população pra ajudar o médico. E, como ele gostava de fazer, tudo se resolve na hora fatal. Muito, muito bom.
roteiro incrível, história envolvente, Asta Nielsen maravilhosa protagonizando como uma mulher ousada, sensual, 'causando' com a clássica cena da dança no palco. e um desfecho digno.
Obra já bem mais elaborada do Méliès, é lindo ver o cenário tão trabalhado e detalhado, com níveis de profundidade; transições de cena com fades, mesmo não sendo dos meus roteiros favorito dele. Amo cada 'estilo' do cinema com suas particularidades, mas aqui destaco minha paixão por esta primeira fase do Primeiro Cinema, seu charme é único e sua poesia, encantadora...
A Operadora da Lonedale
3.8 3Esse curta exemplifica bem a transição para a segunda fase do Primeiro Cinema. Griffith explora os sentimentos e a vida da protagonista e mais da metade do filme se passa até que o 'drama' comece; de modo que já nao é mais uma moça qualquer em perigo, é uma moça que está apaixonada, que trabalha para ajudar o pai doente, criativa e rápida para se proteger e pedir ajuda. Suas emoções são mais claras para quem assiste pois agora há o uso dos planos aproximados. Griffith melhorava a cada trabalho.
O Casarão Isolado
3.6 10A tensão desse curta é incrível. Baseado no anterior Le Médecin du Château, Griffith usou montagem alternada, com planos rápidos e de muito movimento de cena, fazendo com que até hoje, mais de 100 anos depois, continuemos a ficar nervosos com o drama da família. Ele ainda teve a perspicácia de substituir o filho do protagonista por três filhas, para aumentar a imagem de 'indefesas' e colocar toda a população pra ajudar o médico. E, como ele gostava de fazer, tudo se resolve na hora fatal. Muito, muito bom.
O Abismo
3.9 5roteiro incrível, história envolvente, Asta Nielsen maravilhosa protagonizando como uma mulher ousada, sensual, 'causando' com a clássica cena da dança no palco. e um desfecho digno.
O Reino das Fadas
4.2 25Obra já bem mais elaborada do Méliès, é lindo ver o cenário tão trabalhado e detalhado, com níveis de profundidade; transições de cena com fades, mesmo não sendo dos meus roteiros favorito dele. Amo cada 'estilo' do cinema com suas particularidades, mas aqui destaco minha paixão por esta primeira fase do Primeiro Cinema, seu charme é único e sua poesia, encantadora...
Os olhos de Capitu
3.4 2poxa, uma ideia tão criativa... mas é uma história sem final, parece que foi interrompida no meio.
Paraíso, Juarez
4.0 1conheci a obra de Juarez Paraiso por esse curta e é inegavemente linda.
Triste ver o fim que levou...
O Céu no Andar de Baixo
4.4 122só não dou 5 estrelas por causa do final ): 4,5 estrelas rs mas é mesmo perfeito.
Eu Não Quero Voltar Sozinho
4.4 1,9K Assista AgoraA associação do homossexualismo à cegueira foi uma ideia BRILHANTE.