Striking Vipers - Uma boa proposta para dialogar sobre as formas de se relacionar. Confesso que o final do ep me deu uma sensação de "raivinha" de tanto que trouxe a realidade nua e crua pra tão perto de nós. Gostei muito de trazer a questão do desejo (tanto o afeto quanto sexual) ao separar o modo de relação do casal em carne e osso, e o casal do jogo. A cena em que Karl e Danny tentam se beijar na dimensão real, e não rola o "clima" deixa clara de como a relação se constrói de um modo totalmente diferente do habitual, não apenas "sexual carnal" e também não só psicológico. Mas de qualquer forma o final trás um tom de otimismo, ao ver o casal lidando com seus desejos de modo que continuem a relação familiar, talvez seja uma deixa de como devemos lidar com os futuros modos de se relacionar.
Smithereens - Para mim o ep que mais chegou perto do gostinho de Black Mirror, devido ao suspense dos momentos finais deixa a gente totalmente apreensivo. A crítica aos app e redes sociais são totalmente válidas, assim como o levantamento do tema da Culpa, tanto pelo personagem de Chris que se sente culpado pela morte da esposa, quanto pela mãe da menina que se suicidou, e também acho válido falar sobre o dono da rede social que busca incessantemente pela "paz" dentro de si, ao saber que ajudou a construir o caos. Black Mirror é para incomodar, e como me incomodou o final do ep com os toques de notificações, que no final tudo se torna isso na nossa vida, apenas mais uma notificação na timeline de alguém. Gostei muito das histórias não terem seus finais definidos, ajudou a trazer um toque de realidade ao ep, talvez pela sensação de angustia.
Rachel, Jack and Ashley Too - A mensagem desse ep considero totalmente válida, afinal o tema abordado, solidão, podemos considerar como o mais atual na nossa sociedade. Porém não posso negar que o clima sessão da tarde tenha me incomodado. Como acabei de assistir talvez ainda não tenha percebido a influência desse modo que foi construído o ep, afinal, cada detalhe de black mirror é construído com um propósito.
Um ótimo filme quando visto pelos detalhes. Destaque pra belíssima e profissional atuação de Deborah Secco, João Pedro Zappa com alguns escorregões mas também um belo futuro pela frente. O filme nos faz refletir sobre muitos assuntos como vícios (tanto de drogas lícitas como ilíticas, e aceitadas ou não socialmente), neglicencias sobre a saúde mental onde claramente essas "clínicas de reabilitação" são dirigidos por profissionais pouco capacitados, o que infelizmente condiz muito com nossa realidade. Um belíssimo toque na ferida da sociedade sobre essa "indiferença" com os outros, as cenas em que João e Judite se encontravam invisíveis na sociedade, é uma ótima metáfora sobre como cada vez mais estamos mais individualistas, afastados um do outro,nos objetificando cada vez mais. Talvez uma alusão sobre os "não compreendidos", classificados então como loucos em manicômios, onde suas palavras nunca são ouvidas, não com atenção ou com liberdade de pontos de vistas diferentes.Enfim, um belíssimo filme apesar de necessário todo um drama romântico um pouco massante já no cinema, mas que como disse visto aos detalhes nos mostra e nos faz sentir muitas outras coisas mais profundas. Mais um ponto para o cinema brasileiro, que continue assim.
Intenso, parabéns para as atrizes que conseguiram deixar cada olhar, cada toque cheio de sentimentos que pareciam tão verdadeiros. Um filme que realmente me surpreendeu com toda sua intensidade. Sobre o final e as dúvidas que rondam sem conclusões, a vida tem dessas, quantas histórias de amor são desfeitas sem ao menos conseguirmos entender algo? Lindo, sútil e verdadeiro
Simples mas real, a melhor definição que posso tirar sobre a atuação de Julianne Moore, e não digo simples de "facilidade" mas sim de como ela conseguiu demonstrar cada etapa da doença, de uma forma tão suave, real e simples. Belíssima atuação.
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Reality Z (1ª Temporada)
3.0 217 Assista AgoraE que venha o apocalipse zumbi pra acabar com a propriedade privada
Black Mirror (5ª Temporada)
3.2 963 Assista AgoraAcho que foi a temporada mais próxima do nosso tempo atual.
Striking Vipers - Uma boa proposta para dialogar sobre as formas de se relacionar. Confesso que o final do ep me deu uma sensação de "raivinha" de tanto que trouxe a realidade nua e crua pra tão perto de nós. Gostei muito de trazer a questão do desejo (tanto o afeto quanto sexual) ao separar o modo de relação do casal em carne e osso, e o casal do jogo. A cena em que Karl e Danny tentam se beijar na dimensão real, e não rola o "clima" deixa clara de como a relação se constrói de um modo totalmente diferente do habitual, não apenas "sexual carnal" e também não só psicológico. Mas de qualquer forma o final trás um tom de otimismo, ao ver o casal lidando com seus desejos de modo que continuem a relação familiar, talvez seja uma deixa de como devemos lidar com os futuros modos de se relacionar.
Smithereens - Para mim o ep que mais chegou perto do gostinho de Black Mirror, devido ao suspense dos momentos finais deixa a gente totalmente apreensivo. A crítica aos app e redes sociais são totalmente válidas, assim como o levantamento do tema da Culpa, tanto pelo personagem de Chris que se sente culpado pela morte da esposa, quanto pela mãe da menina que se suicidou, e também acho válido falar sobre o dono da rede social que busca incessantemente pela "paz" dentro de si, ao saber que ajudou a construir o caos. Black Mirror é para incomodar, e como me incomodou o final do ep com os toques de notificações, que no final tudo se torna isso na nossa vida, apenas mais uma notificação na timeline de alguém. Gostei muito das histórias não terem seus finais definidos, ajudou a trazer um toque de realidade ao ep, talvez pela sensação de angustia.
Rachel, Jack and Ashley Too - A mensagem desse ep considero totalmente válida, afinal o tema abordado, solidão, podemos considerar como o mais atual na nossa sociedade. Porém não posso negar que o clima sessão da tarde tenha me incomodado. Como acabei de assistir talvez ainda não tenha percebido a influência desse modo que foi construído o ep, afinal, cada detalhe de black mirror é construído com um propósito.
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Boa Sorte
3.6 437 Assista AgoraUm ótimo filme quando visto pelos detalhes. Destaque pra belíssima e profissional atuação de Deborah Secco, João Pedro Zappa com alguns escorregões mas também um belo futuro pela frente. O filme nos faz refletir sobre muitos assuntos como vícios (tanto de drogas lícitas como ilíticas, e aceitadas ou não socialmente), neglicencias sobre a saúde mental onde claramente essas "clínicas de reabilitação" são dirigidos por profissionais pouco capacitados, o que infelizmente condiz muito com nossa realidade. Um belíssimo toque na ferida da sociedade sobre essa "indiferença" com os outros, as cenas em que João e Judite se encontravam invisíveis na sociedade, é uma ótima metáfora sobre como cada vez mais estamos mais individualistas, afastados um do outro,nos objetificando cada vez mais. Talvez uma alusão sobre os "não compreendidos", classificados então como loucos em manicômios, onde suas palavras nunca são ouvidas, não com atenção ou com liberdade de pontos de vistas diferentes.Enfim, um belíssimo filme apesar de necessário todo um drama romântico um pouco massante já no cinema, mas que como disse visto aos detalhes nos mostra e nos faz sentir muitas outras coisas mais profundas. Mais um ponto para o cinema brasileiro, que continue assim.
Anatomia de uma Cena de Amor
2.3 99 Assista AgoraIntenso, parabéns para as atrizes que conseguiram deixar cada olhar, cada toque cheio de sentimentos que pareciam tão verdadeiros. Um filme que realmente me surpreendeu com toda sua intensidade. Sobre o final e as dúvidas que rondam sem conclusões, a vida tem dessas, quantas histórias de amor são desfeitas sem ao menos conseguirmos entender algo? Lindo, sútil e verdadeiro
Para Sempre Alice
4.1 2,3K Assista AgoraSimples mas real, a melhor definição que posso tirar sobre a atuação de Julianne Moore, e não digo simples de "facilidade" mas sim de como ela conseguiu demonstrar cada etapa da doença, de uma forma tão suave, real e simples. Belíssima atuação.