Mas a galera implica demais com esse lance do romance. Certo, é um ponto que poderia ter sido melhor desenvolvido e menos focalizado, mas fazer o que? Não é nada gritante que cubra todos os outros vários pontos positivos do filme. Ah, e não vamos esquecer que esse é o primeiro filme, Sony não estava lá muito confiante. Com o orçamento de 38 milhões que esse filme teve, os efeitos estavam muito bons sim
GOSTEI PRA CARAMBA!! Tava com baixas expectativas em relação ao trailer mais curti muito o que vi, tirando aquele clichê comum em todo filme de saga.. Romance, garotos bonitos enfim.. Mas não tira o mérito do filme
Um filme de gigantes, um épico! A fotografia é perfeita, a cena do urso é uma aula de cinema e o DiCaprio e Tom Hardy estão completamente encarnados em seus personagens! Sinceramente, o DiCaprio merecia ganhar o oscar só por aquele olhar na cena final do filme, eu fiquei completamnete impactada pelos sentimentos do personagem com aquele olhar! O filme é um obra-prima e o Inarritu sabe o que faz, em Birdam o filme todo é acompanhado pelo som da bateria, nesse temos as respirações como trilha. Mas na minha opinião, o regresso supera e muito Birdman
O que falar de um filme que te fez chorar do começo ao fim? Não tenho palavras para resumir a beleza e emoção que Room passa, sofri juntamente com os personagens. É muito lindo essa metáfora do crescimento, costumo assistir aos filmes indicados ao Oscar antes da premiação. Ano passado fui surpreendido pelo excelente Whiplash, esse ano foi a vez de O Quarto de Jack. Roteiro encantador, com atuações incríveis dos protagonistas - a mãe, com um olhar muito tocante e profundo, transmitindo com lealdade toda a profundidade de suas aflições, e principalmente o menino, com uma pureza alucinante e uma atuação sensível ao extremo. Deixa o espectador sufocado em diversas situações, diante de tantas reviravoltas. A história do filme poderia facilmente cair para o melodrama. A força de O Quarto de Jack é passar dessa barreira e trazer um debate a mais e transitar com extrema habilidade entre dois "gêneros", dois períodos, com extrema habilidade. O primeiro momento do filme demonstra o horror, o sofrimento, principalmente da personagem de Brie Larson, excelente no papel, e na "infância" de Jack. A partir do momento que a trama se modifica é Jacob Tremblay quem rouba a cena e coloca em debate toda uma questão que envolve a prisão dentro de si, seja da mãe perante a família e a opinião pública, seja do menino frente ao momento de descobrimento da vida, isso tudo dosando a carga dramática e se valendo da habilidade do seu elenco. No mais, deixo minhas 5 (e ainda poucas, na minha opinião) estrelas pra essa obra fantástica e o meu eterno amor por esse elenco de ouro, em especial pro Jacob Tremblay que realizou um trabalho fantástico.
so to sentindo aquela pegada de preconceito so pelo fato da protagonista ter tido um relacionamento? MEU DEUS, então surpreendidos? isto é algo mais comum que acontece em adaptações de livros. Não sei por que vão assistir então...
GARANTO QUEM ACHOU QUE O TRAILER CONTOU TUDO, TA BEM ENGANADO. Tem muuuuuita coisa pela frente que o trailer mantéu em sigilo para não estragar a surpresa, so quem leu o livro sabe o desfecho incrível do final.
Alguns podem ler a sinopse e lembrar-se de filmes como E Se fosse verdade ou O Invisível e a premissa é essa mesma. Nas mãos do diretor de documentários R.J. Cutler, que também dirigiu alguns episódios da série dramática Nashville, o filme tenta imergir o espectador na vida de Mia, e em algumas cenas ele executa isso com perfeição, mas de uma forma geral ele não consegue trazer a tona total empatia – por mais triste que seja a situação em que a personagem se coloca.Já Chloë Grace Moretz demonstra ter atingido sua maturidade como atriz, principalmente em suas cenas tocando violoncelo, onde ela e o instrumento têm total harmonia, diria até que uma química. O elenco de apoio também se sai muito bem, principalmente Stacy Keach (no filme vive o avô de Mia) que junto com Chloë protagoniza uma das cenas mais bonitas do filme. Talvez o que falte para Se eu ficar agradar 100% seja fugir um pouco de alguns clichês típicos bem como fantasiar de uma forma bela uma coisa que não é tão bonita: a morte. Mas o filme se sai bem em vários pontos, como o romance entre Adam e Mia, as lembranças da vida em família, e a conexão da jovem com a sua música, e de uma forma geral o filme acaba cativando e arrancando algumas lagrimas e suspiros.
"Argo, fuck yourself!!" A carreira de Ben Afleck como diretor está com um aproveitamento de 100%. Até agora foram três ótimos filmes, cada um superando o patamar atingido pelo anterior. Em Argo, ele demonstra firmeza como cineasta, apresentando os fatos históricos, os personagens, o drama e mandando ver no clima de suspense, dando ao público a mesma sensação de medo e incertezas vivido pelos personagens, tornando muito atraente uma história baseada em fatos reais. Se merecia ganhar o Oscar, é uma discussão que acompanhará Argo para sempre e cabe à Academia responder. Mas os méritos do filme em si são indiscutíveis.
Incrível! Belíssimo! A miséria e a selvageria mostradas no filme, ora reais, ora incrivelmente metafóricos, nos possibilita sentir a força das relações dos habitantes da Banheira e sua luta pela sobrevivência em um ambiente devastado, cujas esperanças parecem ter ido embora há muito tempo, não impedindo, entretanto, que se mantivessem seu vínculo ao local, decididos a enfrentar o esperado desconhecido. Hushpuppy é, sem sombra de dúvidas, a encarnação física de uma força, garra e bravura capaz de conduzir o filme a diferentes enxurradas de emoções. Quvenzhané é capaz de emocionar, mesmo na ausência de qualquer diálogo na cena e transmite com a sua narração todo o heroísmo que a história pede que depositemos nela. Pela primeira vez concordo com o título brasileiro...INDOMÁVEL!
Curioso que já nos primeiros minutos de filme somos apresentados as duas grandes amarras que impedem o jornalista e poeta, Mark O'Brien, de descobrir sua sexualidade. A primeira é a poliomielite, o impossibilitando de mover os músculos do corpo com exceção da cabeça, logo não podendo tocar uma futura parceira. Já a segunda é sua crença religiosa, pois teria que pagar pelo seu prazer (suas sessões de terapia sexual) se quisesse saber como é o sexo antes de morrer, assim batendo de frente com um dos famosos dogmas católicos. O filme trata a história (real) de Mark O'Brien, residindo seus acertos na forma madura e sensível em que o roteiro aborda, sem perder a verossimilhança para com seus personagens, os tópicos presentes e, também, as impecáveis atuações do longa. Se John Hawkes vive Mark de modo estupendo por conta da fragilidade que emprega no sujeito (tanto no modo de falar e em como se mostra nervoso/ansioso na primeira sessão de terapia sexual), Helen Hunt destaque-se pelo completo oposto, fazendo da terapeuta Cheryl uma mulher segura e ao mesmo tempo muito carinhosa, compondo uma química cativante nos primeiros momentos em que o casal se encontra. E a performance de Hunt, em especial nas cenas de nudez total, merece reconhecimento por conta da atriz passar ao espectador a postura eficiente e adequada para a Cheryl, isto é afastando-se do vulgar e sendo absolutamente impossível querer compará-la a uma prostituta (que Cheryl não é). Ambos foram ótimos. E aqui, sexo e sexualidade é trabalhado de forma incrível e corajosa, onde as cenas de nudez não têm intenção de excitar o ou provocar desejo no público, e sim para apenas mostrar o quão comum e nada vergonhoso é o ato de sentir prazer e de saber sentir este prazer. Por isso Hunt e Hawkes estão de parabéns por se entregarem a seus respectivos papéis com tal consciência. Por fim, o padre vivido com imensa doçura por William H. Macy é lembrado por mim, após os créditos finais, muito mais como só um grande amigo do que um alguém fechado para apenas o que professa. E isso se confirma quando decide não proibir Mark de pagar pelo sexo, fazendo dessa uma importante cena em que a persona do padre se revela genuinamente bondosa, pois mesmo sua crença classificando o ato como "proibido" e um pecado, faz esse sacrifício tão significativo em prol de realmente ajudar o rapaz e não torturá-lo por conta da culpa dita pelo credo. Brilhante e tocante. Mesmo o tema religião sendo apresentado cautelosamente no começo pelas várias imagens católicas espalhadas pelos cômodos da casa de Mark O'Brien, ou mesmo as figuras penduradas na cabeceira do seu pulmão de aço, ele ainda não pode ser levado como o único responsável pelo andamento da trama, é preciso fundi-lo com sexo/sexualidade para se ter as intenções do filme e seu cerne. Portanto, "As Sessões" veio mostrar e afirmar aos espectadores que sexo não é um assunto para se ter vergonha e muito menos para sentir-se 'culpado' - se é que me entende ;)
Paguei com a língua. Pensei que seria tão monótomo como a parte 1, mas me enganei. Depois de ter achado a Parte 1 um PÉSSIMO filme, fui assistir o final dessa infeliz saga e me deparei com um filme MUITO BOM! Conseguiram fazer o que eu duvidei que fariam, a história amadureceu, essa segunda parte foi um filme mais maduro, não acho os outros filmes da saga bons filmes, pelo contrário, uns são assistíveis e outros são lamentáveis, jamais vou esquecer que essa infeliz criatura acabou com a imagem dos vampiros MAS admito que esse final foi muito bom. ! Bella tá irreconhecível como vampira e mamãe corajosa. Beeem gata! a imortalidade fez um bem e tanto para ela posso dizer que este filme me decepcionou em relação a alguns efeitos, como o bebê da Bella. Entretanto, boa parte deles foi bem satisfatória, principalmente os relacionados à batalha, que fez todo mundo dentro do cinema vibrar, principalmente os meninos. Sobre as testemunhas que foram surgindo durante o filme, eu só posso dizer que fiquei encantada por eles! Cada um em seu estilo mais particular, mais maravilhoso, e com suas belezas exóticas. Garret roubou a cena, a atuação dele foi fantástica, juntamente com todos os outros vampiros que se mantarem heróis até o final. Apesar de ser a trollada do ano, foi bem feita e merece aplausos (mesmo que os efeitos ainda ficassem muito a desejar). Sem comentários para as "índias brasileiras" Enfim, é o melhor da série (mesmo com a "bebê The Sim").
A 5ª Onda
2.6 1,4K Assista AgoraMas a galera implica demais com esse lance do romance. Certo, é um ponto que poderia ter sido melhor desenvolvido e menos focalizado, mas fazer o que? Não é nada gritante que cubra todos os outros vários pontos positivos do filme. Ah, e não vamos esquecer que esse é o primeiro filme, Sony não estava lá muito confiante. Com o orçamento de 38 milhões que esse filme teve, os efeitos estavam muito bons sim
A 5ª Onda
2.6 1,4K Assista AgoraGOSTEI PRA CARAMBA!! Tava com baixas expectativas em relação ao trailer mais curti muito o que vi, tirando aquele clichê comum em todo filme de saga.. Romance, garotos bonitos enfim..
Mas não tira o mérito do filme
O Regresso
4.0 3,5K Assista AgoraUm filme de gigantes, um épico! A fotografia é perfeita, a cena do urso é uma aula de cinema e o DiCaprio e Tom Hardy estão completamente encarnados em seus personagens! Sinceramente, o DiCaprio merecia ganhar o oscar só por aquele olhar na cena final do filme, eu fiquei completamnete impactada pelos sentimentos do personagem com aquele olhar! O filme é um obra-prima e o Inarritu sabe o que faz, em Birdam o filme todo é acompanhado pelo som da bateria, nesse temos as respirações como trilha. Mas na minha opinião, o regresso supera e muito Birdman
O Quarto de Jack
4.4 3,3K Assista AgoraO que falar de um filme que te fez chorar do começo ao fim? Não tenho palavras para resumir a beleza e emoção que Room passa, sofri juntamente com os personagens. É muito lindo essa metáfora do crescimento, costumo assistir aos filmes indicados ao Oscar antes da premiação. Ano passado fui surpreendido pelo excelente Whiplash, esse ano foi a vez de O Quarto de Jack.
Roteiro encantador, com atuações incríveis dos protagonistas - a mãe, com um olhar muito tocante e profundo, transmitindo com lealdade toda a profundidade de suas aflições, e principalmente o menino, com uma pureza alucinante e uma atuação sensível ao extremo. Deixa o espectador sufocado em diversas situações, diante de tantas reviravoltas.
A história do filme poderia facilmente cair para o melodrama. A força de O Quarto de Jack é passar dessa barreira e trazer um debate a mais e transitar com extrema habilidade entre dois "gêneros", dois períodos, com extrema habilidade.
O primeiro momento do filme demonstra o horror, o sofrimento, principalmente da personagem de Brie Larson, excelente no papel, e na "infância" de Jack. A partir do momento que a trama se modifica é Jacob Tremblay quem rouba a cena e coloca em debate toda uma questão que envolve a prisão dentro de si, seja da mãe perante a família e a opinião pública, seja do menino frente ao momento de descobrimento da vida, isso tudo dosando a carga dramática e se valendo da habilidade do seu elenco. No mais, deixo minhas 5 (e ainda poucas, na minha opinião) estrelas pra essa obra fantástica e o meu eterno amor por esse elenco de ouro, em especial pro Jacob Tremblay que realizou um trabalho fantástico.
"Good bye, room"
A 5ª Onda
2.6 1,4K Assista Agoraso to sentindo aquela pegada de preconceito so pelo fato da protagonista ter tido um relacionamento? MEU DEUS, então surpreendidos? isto é algo mais comum que acontece em adaptações de livros.
Não sei por que vão assistir então...
A 5ª Onda
2.6 1,4K Assista AgoraGARANTO QUEM ACHOU QUE O TRAILER CONTOU TUDO, TA BEM ENGANADO.
Tem muuuuuita coisa pela frente que o trailer mantéu em sigilo para não estragar a surpresa, so quem leu o livro sabe o desfecho incrível do final.
Se Eu Ficar
3.5 1,9K Assista AgoraPRA QUEM FICOU MEIO PUTO COM O FINAL POR TERMINAR DAQUELA MANEIRA . TEM A SEQUÊNCIA DO LIVRO, PROVAVELMENTE VÃO ADAPTAR.
Se Eu Ficar
3.5 1,9K Assista AgoraAlguns podem ler a sinopse e lembrar-se de filmes como E Se fosse verdade ou O Invisível e a premissa é essa mesma. Nas mãos do diretor de documentários R.J. Cutler, que também dirigiu alguns episódios da série dramática Nashville, o filme tenta imergir o espectador na vida de Mia, e em algumas cenas ele executa isso com perfeição, mas de uma forma geral ele não consegue trazer a tona total empatia – por mais triste que seja a situação em que a personagem se coloca.Já Chloë Grace Moretz demonstra ter atingido sua maturidade como atriz, principalmente em suas cenas tocando violoncelo, onde ela e o instrumento têm total harmonia, diria até que uma química. O elenco de apoio também se sai muito bem, principalmente Stacy Keach (no filme vive o avô de Mia) que junto com Chloë protagoniza uma das cenas mais bonitas do filme.
Talvez o que falte para Se eu ficar agradar 100% seja fugir um pouco de alguns clichês típicos bem como fantasiar de uma forma bela uma coisa que não é tão bonita: a morte. Mas o filme se sai bem em vários pontos, como o romance entre Adam e Mia, as lembranças da vida em família, e a conexão da jovem com a sua música, e de uma forma geral o filme acaba cativando e arrancando algumas lagrimas e suspiros.
Se Eu Ficar
3.5 1,9K Assista Agoraatualizem e postem o POSTER http://31.media.tumblr.com/01feba084859eb9147d5b7936af875ab/tumblr_mw2fiw7jQy1shkrwmo1_500.jpg
Se Eu Ficar
3.5 1,9K Assista AgoraEsse livro e liiiiiiiiiiiiindo, ainda mais tem a chloe grace.
tomara que tenha uma boa adaptação
Carrie, a Estranha
2.8 3,5K Assista AgoraCarrie a Estranha:
Anti Social
Discabelada
Copia poder da Dim Gruei
Evangélica
Menstrua
Hit-Girl:
Gata
Fodona
Kung Fu
Super Herói
Luta
O Hobbit: A Desolação de Smaug
4.0 2,5K Assista AgoraUma bosta, Em chamas foi o melhor filme ate agora.
Carrie, a Estranha
2.8 3,5K Assista AgoraCarrie a Estranha:
Anti Social
Discabelada
Copia poder da Dim Gruei
Evangélica
Menstrua
Hit-Girl:
Gata
Fodona
Kung Fu
Super Herói
Luta
Carrie, a Estranha
2.8 3,5K Assista Agorachloe e juliane salvam o filme!!
Carrie, a Estranha
2.8 3,5K Assista AgoraAssistem a versão de 1976 de Carrie ou leiam o livro verão o que é terror de verdade
Argo
3.9 2,5K"Argo, fuck yourself!!"
A carreira de Ben Afleck como diretor está com um aproveitamento de 100%. Até agora foram três ótimos filmes, cada um superando o patamar atingido pelo anterior. Em Argo, ele demonstra firmeza como cineasta, apresentando os fatos históricos, os personagens, o drama e mandando ver no clima de suspense, dando ao público a mesma sensação de medo e incertezas vivido pelos personagens, tornando muito atraente uma história baseada em fatos reais. Se merecia ganhar o Oscar, é uma discussão que acompanhará Argo para sempre e cabe à Academia responder. Mas os méritos do filme em si são indiscutíveis.
Indomável Sonhadora
3.8 1,2KIncrível! Belíssimo! A miséria e a selvageria mostradas no filme, ora reais, ora incrivelmente metafóricos, nos possibilita sentir a força das relações dos habitantes da Banheira e sua luta pela sobrevivência em um ambiente devastado, cujas esperanças parecem ter ido embora há muito tempo, não impedindo, entretanto, que se mantivessem seu vínculo ao local, decididos a enfrentar o esperado desconhecido. Hushpuppy é, sem sombra de dúvidas, a encarnação física de uma força, garra e bravura capaz de conduzir o filme a diferentes enxurradas de emoções. Quvenzhané é capaz de emocionar, mesmo na ausência de qualquer diálogo na cena e transmite com a sua narração todo o heroísmo que a história pede que depositemos nela. Pela primeira vez concordo com o título brasileiro...INDOMÁVEL!
As Sessões
3.8 629 Assista AgoraCurioso que já nos primeiros minutos de filme somos apresentados as duas grandes amarras que impedem o jornalista e poeta, Mark O'Brien, de descobrir sua sexualidade. A primeira é a poliomielite, o impossibilitando de mover os músculos do corpo com exceção da cabeça, logo não podendo tocar uma futura parceira. Já a segunda é sua crença religiosa, pois teria que pagar pelo seu prazer (suas sessões de terapia sexual) se quisesse saber como é o sexo antes de morrer, assim batendo de frente com um dos famosos dogmas católicos.
O filme trata a história (real) de Mark O'Brien, residindo seus acertos na forma madura e sensível em que o roteiro aborda, sem perder a verossimilhança para com seus personagens, os tópicos presentes e, também, as impecáveis atuações do longa.
Se John Hawkes vive Mark de modo estupendo por conta da fragilidade que emprega no sujeito (tanto no modo de falar e em como se mostra nervoso/ansioso na primeira sessão de terapia sexual), Helen Hunt destaque-se pelo completo oposto, fazendo da terapeuta Cheryl uma mulher segura e ao mesmo tempo muito carinhosa, compondo uma química cativante nos primeiros momentos em que o casal se encontra. E a performance de Hunt, em especial nas cenas de nudez total, merece reconhecimento por conta da atriz passar ao espectador a postura eficiente e adequada para a Cheryl, isto é afastando-se do vulgar e sendo absolutamente impossível querer compará-la a uma prostituta (que Cheryl não é). Ambos foram ótimos.
E aqui, sexo e sexualidade é trabalhado de forma incrível e corajosa, onde as cenas de nudez não têm intenção de excitar o ou provocar desejo no público, e sim para apenas mostrar o quão comum e nada vergonhoso é o ato de sentir prazer e de saber sentir este prazer. Por isso Hunt e Hawkes estão de parabéns por se entregarem a seus respectivos papéis com tal consciência.
Por fim, o padre vivido com imensa doçura por William H. Macy é lembrado por mim, após os créditos finais, muito mais como só um grande amigo do que um alguém fechado para apenas o que professa. E isso se confirma quando decide não proibir Mark de pagar pelo sexo, fazendo dessa uma importante cena em que a persona do padre se revela genuinamente bondosa, pois mesmo sua crença classificando o ato como "proibido" e um pecado, faz esse sacrifício tão significativo em prol de realmente ajudar o rapaz e não torturá-lo por conta da culpa dita pelo credo. Brilhante e tocante.
Mesmo o tema religião sendo apresentado cautelosamente no começo pelas várias imagens católicas espalhadas pelos cômodos da casa de Mark O'Brien, ou mesmo as figuras penduradas na cabeceira do seu pulmão de aço, ele ainda não pode ser levado como o único responsável pelo andamento da trama, é preciso fundi-lo com sexo/sexualidade para se ter as intenções do filme e seu cerne.
Portanto, "As Sessões" veio mostrar e afirmar aos espectadores que sexo não é um assunto para se ter vergonha e muito menos para sentir-se 'culpado' - se é que me entende ;)
Dezesseis Luas
2.6 1,4K Assista Agorapéssimo!
perca de tempo e dinheiro! crepúsculo conseguiu ser melhorzinho que isto
A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2
3.0 4,0K Assista Agoraja passou de 1 semana e o filme ainda permanece com 4 estrelas.
A Saga Crepúsculo: Amanhecer - Parte 2
3.0 4,0K Assista AgoraPaguei com a língua. Pensei que seria tão monótomo como a parte 1, mas me enganei. Depois de ter achado a Parte 1 um PÉSSIMO filme, fui assistir o final dessa infeliz saga e me deparei com um filme MUITO BOM! Conseguiram fazer o que eu duvidei que fariam, a história amadureceu, essa segunda parte foi um filme mais maduro, não acho os outros filmes da saga bons filmes, pelo contrário, uns são assistíveis e outros são lamentáveis, jamais vou esquecer que essa infeliz criatura acabou com a imagem dos vampiros MAS admito que esse final foi muito bom.
! Bella tá irreconhecível como vampira e mamãe corajosa. Beeem gata! a imortalidade fez um bem e tanto para ela
posso dizer que este filme me decepcionou em relação a alguns efeitos, como o bebê da Bella. Entretanto, boa parte deles foi bem satisfatória, principalmente os relacionados à batalha, que fez todo mundo dentro do cinema vibrar, principalmente os meninos.
Sobre as testemunhas que foram surgindo durante o filme, eu só posso dizer que fiquei encantada por eles! Cada um em seu estilo mais particular, mais maravilhoso, e com suas belezas exóticas. Garret roubou a cena, a atuação dele foi fantástica, juntamente com todos os outros vampiros que se mantarem heróis até o final.
Apesar de ser a trollada do ano, foi bem feita e merece aplausos (mesmo que os efeitos ainda ficassem muito a desejar). Sem comentários para as "índias brasileiras"
Enfim, é o melhor da série (mesmo com a "bebê The Sim").