Ou como andar de skate te faz evoluir como individuo em espaços urbanos. Relações intergeracionais e que atravessam classes sociais, intercambio musical, a arte de melhorar através do esforço pessoal, dividir e ganhar espaço, dar vez aos que já sabem e aos que aprendem, juntos, e nas mesmas rampas dos parques da vida. Um retrato da vida recém pré redes sociais e um mergulho nostálgico delicioso pros milleniuns velha guarda
Além de o filme ser muito triste e ter uma temática bem densa. Assistir ele me fez pensar um pouco na postura do cineasta. É bem montado, e claro, todas as entrevistas dão um tom de profundidade pro filme (e como falar de uma pessoa que tirou a própria vida prestes a fazê-lo não daria né?). Mesmo que imagens lindas sejam capturadas, tipo um contraponto explícito da realidade sobre a dualidade da vida ou sei la, quando um kitesurfista passa logo depois de um homem se jogar. Pra mim não justifica que alguém passe um ano inteiro filmando pessoas à beira da morte sem fazer nada a respeito. Até os movimentos de câmera me davam uma sensação de que ele poderia estar torcendo por aquilo, mesmo assistir o filme se torna constrangedor (será que a gente não torce por aquilo também enquanto assiste?). Simplesmente não me parece ético, vai ver que isso explica por que a voz do entrevistador não é escutada em nenhum momento no filme, é melhor que o espectador esqueça o outro lado da câmera nesse caso.
Anos 90
3.9 517Ou como andar de skate te faz evoluir como individuo em espaços urbanos. Relações intergeracionais e que atravessam classes sociais, intercambio musical, a arte de melhorar através do esforço pessoal, dividir e ganhar espaço, dar vez aos que já sabem e aos que aprendem, juntos, e nas mesmas rampas dos parques da vida. Um retrato da vida recém pré redes sociais e um mergulho nostálgico delicioso pros milleniuns velha guarda
A Ponte
4.0 308Além de o filme ser muito triste e ter uma temática bem densa. Assistir ele me fez pensar um pouco na postura do cineasta. É bem montado, e claro, todas as entrevistas dão um tom de profundidade pro filme (e como falar de uma pessoa que tirou a própria vida prestes a fazê-lo não daria né?). Mesmo que imagens lindas sejam capturadas, tipo um contraponto explícito da realidade sobre a dualidade da vida ou sei la, quando um kitesurfista passa logo depois de um homem se jogar. Pra mim não justifica que alguém passe um ano inteiro filmando pessoas à beira da morte sem fazer nada a respeito. Até os movimentos de câmera me davam uma sensação de que ele poderia estar torcendo por aquilo, mesmo assistir o filme se torna constrangedor (será que a gente não torce por aquilo também enquanto assiste?). Simplesmente não me parece ético, vai ver que isso explica por que a voz do entrevistador não é escutada em nenhum momento no filme, é melhor que o espectador esqueça o outro lado da câmera nesse caso.
Segredos de Sangue
3.5 1,2K Assista AgoraFilme foda
Fotografia q dá até vergonha de tentar usar uma câmera
Mia Wasikowska mostrando a que veio, e muito bem.