Lindo curta em preto e branco homenageando os big bug movies que apavoraram ali os anos 50. Bizarrice de oito patas muito elegante, por sinal. E esse diretor ama mesmo o mundo dos insetos já que posteriormente viria a dirigir dois ótimos filmes do subgênero: "They Nest" e "Malditas Aranhas!".
"Year of 4" tenta vender a imagem de uma artista “livre e independente” após romper com o pai empresário, mas escorrega na própria encenação. O mini-doc se diz sobre vulnerabilidade e autonomia, mas na prática é só autopromoção: mostra Beyoncé chorando pela pressão, enquanto ignora a máquina milionária e corporativa que sempre sustentou sua carreira. É contraditório falar em liberdade criativa e ao mesmo tempo se cercar de dezenas de produtores, coreógrafos e estrategistas de marketing para polir cada detalhe. O resultado é um retrato fake de autenticidade - um making of travestido de confissão.
Faz parte do pomposo box The Ultimate Matrix Collection e é um making of aprofundado sobre a produção de "Matrix Reloaded" (que óbviamente supera o filme devido a riqueza de informações), com foco nos bastidores, preparação dos atores, efeitos especiais e a filosofia por trás da trilogia. Uma das partes mais fascinantes é mostrar o rigoroso treinamento de artes marciais que os atores principais (Keanu Reeves, Carrie-Anne Moss, Laurence Fishburne e Hugo Weaving) passaram, treinaram por cerca de oito meses antes das filmagens, sob a tutela do lendário Yuen Woo-Ping, coreógrafo de luta chinês (o mesmo de "O Tigre e o Dragão"). Keaninhu Reeves treinava mesmo quando não tinha cenas de luta próximas. Ele se envolveu tão profundamente que aprendeu movimentos de kung fu e manuseio de armas com precisão real, o que fez com que muitas cenas não precisassem de dublês. Vi em 2004 mesmo.
O primeiro bom trabalho (a se conectar comigo) do papai Lynch. Apesar da singela duração de dois minutos, aqui foi bonito de sentir certo grito visual coexistindo com sussurros que sangram no subconsciente.
- O medo não precisa de um monstro. Ele é o próprio monstro.
Quase um vídeo TikTok dos anos 60, será que tem coisa assim por lá? É interessante que basta um pouco de personalidade e inspiração para qualquer filmagem ou simples foto exalar reflexão e imersão direta.
"A série 'Take Flight' do The New York Times é parte do projeto 'Great Performers', lançado em 2015 para destacar os atores mais marcantes do cinema daquele ano. O conceito principal do 'TF' é combinar arte, cinema e performance em um formato visualmente inovador e encantador." Funcionou pra mim e reconheço os talentos.
Uma estrela para a música e uma estrela para o clipe bem produzidinho. Tem até homenagem ao Guns 'N Roses com a Lavignha de Slash no "November Rain". Billy Zane com um andador foguete de brinde. Menção honrosa ao "urso-tubarão"(?).
Amo o Canadá. Continuando, o minidocumentário além de trazer a simpatia rebelde da recente quarentona Avril Lavigne (senti o tempo pesar nos ombros agora) trouxe também algumas curiosidades que eu não sabia. Como por exemplo que ela criou uma marca de roupas chamada "Abbey Dawn". Lançou as fragrâncias "Black Star", "Forbidden Rose" e Wild Rose. Pra finalizar talvez seu projeto mais pessoal e importante, a fundação Avril Lavigne Foundation (theavrillavignefoundation.org) que ajuda a jovens deficientes.
Gostei do videoclipe e desconhecia a banda, e foi graças a essa doida da Jolie. Como ela era bonitinha nos anos 90 com esse comportamento aparentemente rebelde sem oferecer riscos a si mesma.
Um dos primeiros curtas criados por Tim Burton enquanto estudava animação no California Institute of the Arts (CalArts), na década de 1970. Inspirado por filmes de terror clássicos e comédia surreal, Burton explorou uma estética sombria e humor peculiar que mais tarde se tornariam suas marcas registradas. Embora "Doctor of Doom" não tenha sido um projeto amplamente exibido, ele fez parte do processo de evolução (ô saudade) do estilo visual distinto do esquisitão diretor, chamando a atenção da Disney onde começou sua carreira como animador. Aliás, Brad Bird (sim, o diretor de "Ratatouille"!) está no elenco, também era estudante no CalArts na época, foi colega do gótico promissor.
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Chanel N°5 - The One That i Want
4.2 9Melhor que os filmes do Baz Luhrmann. Gisele deslumbrante.
Imagine Dragons: Next to Me
2.9 3O clipe estava bom até a música começar.
Amsterdam
3.2 2Filhos e tatuagens podem destruir sonhos.
Jurassic World: A Batalha de Big Rock
3.7 22Horrível, esses dinossauros já deram no saco.
Larger Than Life
3.7 2Lindo curta em preto e branco homenageando os big bug movies que apavoraram ali os anos 50. Bizarrice de oito patas muito elegante, por sinal. E esse diretor ama mesmo o mundo dos insetos já que posteriormente viria a dirigir dois ótimos filmes do subgênero: "They Nest" e "Malditas Aranhas!".
Siouxsie and the Banshees: O Baby
3.6 1Lindo clipe e ótima música, John Hillcoat arrasa em qualquer parada.
A Matadeira
3.7 11"A religião é a neurose em estado coletivo.
A neurose é a religião em estado individual." - Freud
"Meu Deus, como os mortos cheiravam mal."
O Escritório
3.4 5De alguma forma parece que nada mudou. Nostalgia com dejá vù.
O Bonde
3.7 10Isso hoje em dia deve soar criminoso, rs.
Beyoncé: Year of 4
4.4 25"Year of 4" tenta vender a imagem de uma artista “livre e independente” após romper com o pai empresário, mas escorrega na própria encenação. O mini-doc se diz sobre vulnerabilidade e autonomia, mas na prática é só autopromoção: mostra Beyoncé chorando pela pressão, enquanto ignora a máquina milionária e corporativa que sempre sustentou sua carreira. É contraditório falar em liberdade criativa e ao mesmo tempo se cercar de dezenas de produtores, coreógrafos e estrategistas de marketing para polir cada detalhe. O resultado é um retrato fake de autenticidade - um making of travestido de confissão.
Juicy J Feat. The Weeknd: One of Those Nights
1.3 1Não consegui terminar, tem muita fumaça e eu sou asmático.
The Weeknd: Earned It
2.4 1Uma estrela pelo mulherio e não vi a Dakota.
The Matrix Recalibrated
3.7 1Faz parte do pomposo box The Ultimate Matrix Collection e é um making of aprofundado sobre a produção de "Matrix Reloaded" (que óbviamente supera o filme devido a riqueza de informações), com foco nos bastidores, preparação dos atores, efeitos especiais e a filosofia por trás da trilogia. Uma das partes mais fascinantes é mostrar o rigoroso treinamento de artes marciais que os atores principais (Keanu Reeves, Carrie-Anne Moss, Laurence Fishburne e Hugo Weaving) passaram, treinaram por cerca de oito meses antes das filmagens, sob a tutela do lendário Yuen Woo-Ping, coreógrafo de luta chinês (o mesmo de "O Tigre e o Dragão"). Keaninhu Reeves treinava mesmo quando não tinha cenas de luta próximas. Ele se envolveu tão profundamente que aprendeu movimentos de kung fu e manuseio de armas com precisão real, o que fez com que muitas cenas não precisassem de dublês. Vi em 2004 mesmo.
Fictitious Anacin Commercial
2.9 7Eu tomava muito isso com Biotônico Fontoura.
Absurd Encounter With Fear
3.1 11O primeiro bom trabalho (a se conectar comigo) do papai Lynch. Apesar da singela duração de dois minutos, aqui foi bonito de sentir certo grito visual coexistindo com sussurros que sangram no subconsciente.
- O medo não precisa de um monstro. Ele é o próprio monstro.
Sailing with Bushnell Keeler
2.5 4Quase um vídeo TikTok dos anos 60, será que tem coisa assim por lá?
É interessante que basta um pouco de personalidade e inspiração
para qualquer filmagem ou simples foto exalar reflexão e imersão direta.
Six Figures Getting Sick
3.2 42Que honra experenciar o primeiro trabalho de D. Lynch.
Gostei, mas honestamente enjoa depois do primeiro minuto.
Peter Cetera Feat. Amy Grant: The Next Time I Fall
3.1 1“Neste ponto da minha vida,
não quero reintroduzir a mesma negatividade,
egos fora de lugar e ciúmes mesquinhos
que deixei para trás há anos.” - Peter
Jerry Cantrell: Leave Me Alone
3.4 1Por essas e outras adoro esse lugar (Filmow).
Take Flight | Benicio Del Toro
3.8 1"A série 'Take Flight' do The New York Times é parte do projeto 'Great Performers', lançado em 2015 para destacar os atores mais marcantes do cinema daquele ano. O conceito principal do 'TF' é combinar arte, cinema e performance em um formato visualmente inovador e encantador." Funcionou pra mim e reconheço os talentos.
Avril Lavigne: Rock N' Roll
3.3 3Uma estrela para a música e uma estrela para o clipe bem produzidinho. Tem até homenagem ao Guns 'N Roses com a Lavignha de Slash no "November Rain". Billy Zane com um andador foguete de brinde. Menção honrosa ao "urso-tubarão"(?).
Born To Be - Avril Lavigne
4.4 4Amo o Canadá. Continuando, o minidocumentário além de trazer a simpatia rebelde da recente quarentona Avril Lavigne (senti o tempo pesar nos ombros agora) trouxe também algumas curiosidades que eu não sabia. Como por exemplo que ela criou uma marca de roupas chamada "Abbey Dawn". Lançou as fragrâncias "Black Star", "Forbidden Rose" e Wild Rose. Pra finalizar talvez seu projeto mais pessoal e importante, a fundação Avril Lavigne Foundation (theavrillavignefoundation.org) que ajuda a jovens deficientes.
Widespread Panic: Wonderin
2.4 2Gostei do videoclipe e desconhecia a banda, e foi graças a essa doida da Jolie. Como ela era bonitinha nos anos 90 com esse comportamento aparentemente rebelde sem oferecer riscos a si mesma.
Doctor of Doom
2.9 8Um dos primeiros curtas criados por Tim Burton enquanto estudava animação no California Institute of the Arts (CalArts), na década de 1970. Inspirado por filmes de terror clássicos e comédia surreal, Burton explorou uma estética sombria e humor peculiar que mais tarde se tornariam suas marcas registradas. Embora "Doctor of Doom" não tenha sido um projeto amplamente exibido, ele fez parte do processo de evolução (ô saudade) do estilo visual distinto do esquisitão diretor, chamando a atenção da Disney onde começou sua carreira como animador. Aliás, Brad Bird (sim, o diretor de "Ratatouille"!) está no elenco, também era estudante no CalArts na época, foi colega do gótico promissor.