A prova definitiva de que nem todo o dinheiro do mundo compra o "básico": alma, química e um bom roteiro. O longa ostenta um orçamento exorbitante de cerca de 200 milhões de dólares (tornando-se uma das produções mais caras da história da Netflix) para entregar o equivalente cinematográfico a um prato de galeto vencido com farofada de areia no micro-ondas. O maior mistério desse flato forte não é o paradeiro dos ovos de Cleópatra, mas sim como a direção conseguiu reunir Ryan Reynolds, Dwayne Johnson e Gal Gadot e extrair zero carisma do trio. É uma façanha óbvia: O resultado é um espetáculo de tela verde genérico, lotado de reviravoltas previsíveis e piadas que parecem ter sido escritas por um algoritmo sem senso de humor algum. "Red Notice" custou uma fortuna, mas a única coisa verdadeiramente valiosa nele é o tempo que você perde assistindo.
"O homem racional se adapta ao mundo. O irracional persiste em adaptar o mundo a si mesmo." Eckhart se esforça, Breslin nem tenta e Tim Roth só aparece.
Estímulo estocasticamente previsível e de baixa complexidade informacional, incapaz de evocar a resposta de orientação (orienting reflex) do sistema nervoso central ou de gerar predição de erro (prediction error) no cérebro. Ou seja, dormi.
Festival de furos de roteiro e decisões inexplicáveis. O filme mira em ser um thriller noir e acerta no tédio caótico de um filme com bom orçamento mas espírito de filme B, cheio de personagens jogados ao acaso opaco e subtramas bananinhas que não levam a lugar nenhum. O roteiro é exagerado e confuso, com situações que desafiam qualquer lógica e pessoas que mudam radicalmente de comportamento sem motivo. A direção é desastrosa, com cortes abruptos e ritmo arrastado que só aumentam o tédio. Nada prende a atenção, não emociona, e olha que o elenco conta com: Brendan Fraser, John Travolta embonecado, Morgan Freeman. Peter Stormare e Robert Patrick.
Acabei caindo no bait do grande elenco e aluguei essa porcaria quando lançou. Foi uma tentativa de Pauly Shore para resgatar o seu legado bundão sem base nenhuma de fãs com QI acima de 35. Quero o meu dinheiro de volta.
Humor que já era datado e besta nos anos 90, nunca curti quando colocavam Shore no "Cinema em Casa" no lugar de "Um Amor de Múmia" ou "O Demônio da Garrafa", ele e aquele tal de Ernest (uma versão gourmet do Seu Madruga) me geravam uma indiferença pavorosa. Só tem um filme bom do Pauly que é "O Homem da Califórnia" (provavelmente por causa do Brendan Fraser, claro). Personagens superficiais e atuações limitadas, irritantes, especialmente do protagonista, que exagera demais como quem arrota sem freios depois de beber dois litros de Coca-Cola numa golada. Direção genérica e sem criatividade, resultando em uma comédia fraca e esquecível. Segunda vez em que me apaixonava por Carla Gugino (a primeira foi no clipe do Bon Jovi), não lembro da participação do Brendan Fraser aqui.
Qualidade de roteiro igual a todos os filmes da Anaconda (especialmente as continuações). Achei que o elenco iria me animar (afinal os atores, em especial P-Rudd e J-Black, passaram meses lançando vídeos de bastidores e making of, empolgantes e engraçados), mas tudo parece limitado demais, piadas automáticas e uma forte sensação de "não precisava" ou "termina logo". O primeiro ainda continua sendo o mais engraçado da franquia (culpa da maldita nostalgia), ainda que sem querer. Selton Mello aparece com um carisma que faz o resto perder o brilho, infelizmente a dose é pouca.
Tipo de humor físico caótico que funciona quase como um desenho animado para adultos cansados da própria sanidade. Adorei o rato e #tamojunto, infelizmente o roedor não tem nome mas nos bastidores e materiais de produção, ele chegou a ser chamado de “Mouse” mesmo. Os efeitos práticos (de destruição) são muito satisfatórios e o elenco surpreende (Walken??!!!).
"Eu odeio francês, você entendeu? Eu odeio até batata frita." 😂 O protagonista não é ruim, mas perto de outros atores some um pouco, como a própria professora sexy Caren Kate (a personagem tem 29 anos o que era considerado quase uma terceira idade nessa época pelo que percebi), Crispin Glover oferecendo ao amigo o Johnny Walker (uísque escocês) roubado do pai, chega a ser emocionante, sem contar que ele furta todas as cenas em que aparece, a parte em que ele morde a mão de um professor feito um pitbull é bastante memorável. O final é de uma cafonice bege com direito a trilha sonora do melhor tipo "vergonha alheia mal datada".
O diálogo do Sheldon com a sua mãe, quando ela resolve perguntar: “Você tem vergonha de mim?” “Mas é claro que não, eu te amo. Eu só tenho vergonha das coisas que você acredita, faz e diz.” 🤣🤣🤣🤣👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
- vcs querem tudo fácil, na minha época, era só pegar um carro - na minha época já não haviam carros pois os velhos como você já tinham levado tudo.
- deixa a cabeça pra mim, eu gosto de chupar os olhos.
- vc não pode ter filhos - posso sim é só sequestrar um
- minha vida até que começou bem, tudo piorou depois que meu pai foi embora, mas pra falar a verdade perder a minha esposa foi pior, ela fugiu com meu pai.
Aquela comédia que parece ter sido escrita durante um meio-cochilo coletivo. Meg Ryan surge com um penteado criminoso (sem direito a habeas corpus), perdida num filme que nunca decide se quer ser sátira, pastelão ou apenas um erro honestocom certo charme chulo dos anos 80. Salvam-se presenças, como Donald Pleasence, sempre digno mesmo em naufrágios, John Candy, tentando humanizar a bagunça, e Eugene Levy (o sombrancelhudo e eterno paizão de "American Pie"), que entregam mais carisma numa careta do que uma boa piada durante o roteiro inteiro. No fim, é inofensivo, esquecível e "perigosamente" chato — armado só de má vontade preguiçosa.
Alerta Vermelho
3.1 535A prova definitiva de que nem todo o dinheiro do mundo compra o "básico": alma, química e um bom roteiro. O longa ostenta um orçamento exorbitante de cerca de 200 milhões de dólares (tornando-se uma das produções mais caras da história da Netflix) para entregar o equivalente cinematográfico a um prato de galeto vencido com farofada de areia no micro-ondas. O maior mistério desse flato forte não é o paradeiro dos ovos de Cleópatra, mas sim como a direção conseguiu reunir Ryan Reynolds, Dwayne Johnson e Gal Gadot e extrair zero carisma do trio. É uma façanha óbvia: O resultado é um espetáculo de tela verde genérico, lotado de reviravoltas previsíveis e piadas que parecem ter sido escritas por um algoritmo sem senso de humor algum. "Red Notice" custou uma fortuna, mas a única coisa verdadeiramente valiosa nele é o tempo que você perde assistindo.
Doce de Mãe: A Série
4.2 23"Mulher quando fica burra é falta de sexo." - Picucha
Cleópatra
6Cleópatra deveria ser interpretada por Vin Diesel.
Alvo Secreto
2.0 4"O homem racional se adapta ao mundo.
O irracional persiste em adaptar o mundo a si mesmo."
Eckhart se esforça, Breslin nem tenta e Tim Roth só aparece.
Shrek Terceiro
3.2 665 Assista AgoraFicou tão, tão, tão distante do que foi o primeiro filme. Prefiro esquecer que todas as sequências existem.
Interior Chinatown (1ª Temporada)
2.8 3 Assista AgoraEstímulo estocasticamente previsível e de baixa complexidade informacional, incapaz de evocar a resposta de orientação (orienting reflex) do sistema nervoso central ou de gerar predição de erro (prediction error) no cérebro. Ou seja, dormi.
Bons de Bico
2.9 135Pizza é a resposta para quem pergunta qual o sentido da vida.
A Rosa Venenosa
2.2 87 Assista AgoraFestival de furos de roteiro e decisões inexplicáveis. O filme mira em ser um thriller noir e acerta no tédio caótico de um filme com bom orçamento mas espírito de filme B, cheio de personagens jogados ao acaso opaco e subtramas bananinhas que não levam a lugar nenhum. O roteiro é exagerado e confuso, com situações que desafiam qualquer lógica e pessoas que mudam radicalmente de comportamento sem motivo. A direção é desastrosa, com cortes abruptos e ritmo arrastado que só aumentam o tédio. Nada prende a atenção, não emociona, e olha que o elenco conta com: Brendan Fraser, John Travolta embonecado, Morgan Freeman. Peter Stormare e Robert Patrick.
Pauly Shore Está Morto
2.3 19 Assista AgoraAcabei caindo no bait do grande elenco e aluguei essa porcaria quando lançou. Foi uma tentativa de Pauly Shore para resgatar o seu legado bundão sem base nenhuma de fãs com QI acima de 35. Quero o meu dinheiro de volta.
O Genro dos meus Sonhos
3.0 31Humor que já era datado e besta nos anos 90, nunca curti quando colocavam Shore no "Cinema em Casa" no lugar de "Um Amor de Múmia" ou "O Demônio da Garrafa", ele e aquele tal de Ernest (uma versão gourmet do Seu Madruga) me geravam uma indiferença pavorosa. Só tem um filme bom do Pauly que é "O Homem da Califórnia" (provavelmente por causa do Brendan Fraser, claro). Personagens superficiais e atuações limitadas, irritantes, especialmente do protagonista, que exagera demais como quem arrota sem freios depois de beber dois litros de Coca-Cola numa golada. Direção genérica e sem criatividade, resultando em uma comédia fraca e esquecível. Segunda vez em que me apaixonava por Carla Gugino (a primeira foi no clipe do Bon Jovi), não lembro da participação do Brendan Fraser aqui.
Quando a Terra Treme
3.4 3Não encontrei.
O Piano
4.0 458“A música fala onde as palavras não alcançam.”
Anaconda
2.5 272 Assista AgoraQualidade de roteiro igual a todos os filmes da Anaconda (especialmente as continuações). Achei que o elenco iria me animar (afinal os atores, em especial P-Rudd e J-Black, passaram meses lançando vídeos de bastidores e making of, empolgantes e engraçados), mas tudo parece limitado demais, piadas automáticas e uma forte sensação de "não precisava" ou "termina logo". O primeiro ainda continua sendo o mais engraçado da franquia (culpa da maldita nostalgia), ainda que sem querer. Selton Mello aparece com um carisma que faz o resto perder o brilho, infelizmente a dose é pouca.
Má Conduta
2.5 111"É melhor ir longe demais do que não ir longe o bastante."
Um Ratinho Encrenqueiro
3.0 324Tipo de humor físico caótico que funciona quase como um desenho animado para adultos cansados da própria sanidade. Adorei o rato e #tamojunto, infelizmente o roedor não tem nome mas nos bastidores e materiais de produção, ele chegou a ser chamado de “Mouse” mesmo. Os efeitos práticos (de destruição) são muito satisfatórios e o elenco surpreende (Walken??!!!).
Chanel N°5 - The One That i Want
4.2 9Melhor que os filmes do Baz Luhrmann. Gisele deslumbrante.
O Último Azul
3.7 225 Assista Agora"Da próxima vez você leve o barco,
não deixe ninguém travar seu caminho não."
Minha Professora de Francês
2.6 15"Eu odeio francês, você entendeu? Eu odeio até batata frita." 😂 O protagonista não é ruim, mas perto de outros atores some um pouco, como a própria professora sexy Caren Kate (a personagem tem 29 anos o que era considerado quase uma terceira idade nessa época pelo que percebi), Crispin Glover oferecendo ao amigo o Johnny Walker (uísque escocês) roubado do pai, chega a ser emocionante, sem contar que ele furta todas as cenas em que aparece, a parte em que ele morde a mão de um professor feito um pitbull é bastante memorável. O final é de uma cafonice bege com direito a trilha sonora do melhor tipo "vergonha alheia mal datada".
A Hora do Pesadelo 6: Pesadelo Final, A Morte de …
3.0 392 Assista Agora"Eu sou mal pago, por isso faço do jeito que acho certo."
Big Bang: A Teoria (8ª Temporada)
4.2 226 Assista AgoraO diálogo do Sheldon com a sua mãe, quando ela resolve perguntar:
“Você tem vergonha de mim?”
“Mas é claro que não, eu te amo. Eu só tenho vergonha das coisas que você acredita, faz e diz.”
🤣🤣🤣🤣👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻
Regras da Atração
3.1 182 Assista AgoraDiálogos polêmicos e que envelheceram feito maracujá no sol:
- Ai, Deus, obrigado pelas drogas!
- Se faz xixi sozinha já tá boa pra mim. 😱
Twisted Metal (2ª Temporada)
3.5 30 Assista AgoraOs nomes dos episódios são placas de carro. Top.
- vcs querem tudo fácil, na minha época, era só pegar um carro
- na minha época já não haviam carros pois os velhos como você já tinham levado tudo.
- deixa a cabeça pra mim, eu gosto de chupar os olhos.
- vc não pode ter filhos
- posso sim é só sequestrar um
- minha vida até que começou bem, tudo piorou depois que meu pai foi embora, mas pra falar a verdade perder a minha esposa foi pior, ela fugiu com meu pai.
Armados e Perigosos
3.0 15Aquela comédia que parece ter sido escrita durante um meio-cochilo coletivo. Meg Ryan surge com um penteado criminoso (sem direito a habeas corpus), perdida num filme que nunca decide se quer ser sátira, pastelão ou apenas um erro honestocom certo charme chulo dos anos 80. Salvam-se presenças, como Donald Pleasence, sempre digno mesmo em naufrágios, John Candy, tentando humanizar a bagunça, e Eugene Levy (o sombrancelhudo e eterno paizão de "American Pie"), que entregam mais carisma numa careta do que uma boa piada durante o roteiro inteiro. No fim, é inofensivo, esquecível e "perigosamente" chato — armado só de má vontade preguiçosa.
Traídos pela Paixão
2.8 3Lembro que dormi.