Mensagem diretamente relacionada ao desfecho da segunda guerra mundial, além de uma atuação e produção de qualidade que envelheceu tão bem, que surpreende ter sido realizado em 1952, dado a forma maravilhosa que envelheceu.
Interpreto de maneira simbólica, enquanto a formação da subjetividade do sujeito, até o momento em que ele não cabe mais no próprio lar. Há momentos assustadores em que temos resistência em relação as mudanças que ocorrem em nós mesmos, mas que são inevitáveis durante o nosso próprio desenvolvimento, até o momento em que não cabemos mais na nossa própria zona de conforto e só temos duas alternativas: sair do nosso lar - que nos protege, mas não nos cabe, não nos conforta - ou apagar as luzes para não enxergar a si próprio.
Um dos meus curtas favoritos... a cada vez que assisto, interpreto de uma maneira diferente... Alguns podem dizer se tratar de uma obra niilista, mas não interpreto dessa maneira, considerando a forma como a obra é voltada ao desenvolvimento afetivo da personagem Emily, além de possuir uma mensagem muito direta.
Para qualquer pessoa que veja por esse lado, é impossível não se identificar com a Emily, enquanto alguém que já se apaixonou por uma pedra, por um monstro que não fala a mesma língua que a nossa, ou alguma perda que, independentemente do tempo que passa, a gente nunca fica emocionalmente ou racionalmente apto para conseguir superá-la...
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Vizinhos
4.4 38 Assista AgoraMensagem diretamente relacionada ao desfecho da segunda guerra mundial, além de uma atuação e produção de qualidade que envelheceu tão bem, que surpreende ter sido realizado em 1952, dado a forma maravilhosa que envelheceu.
Escuridão, Luz, Escuridão
4.4 110A arte é linda, mesmo que alguns achem bizarra.
Interpreto de maneira simbólica, enquanto a formação da subjetividade do sujeito, até o momento em que ele não cabe mais no próprio lar. Há momentos assustadores em que temos resistência em relação as mudanças que ocorrem em nós mesmos, mas que são inevitáveis durante o nosso próprio desenvolvimento, até o momento em que não cabemos mais na nossa própria zona de conforto e só temos duas alternativas: sair do nosso lar - que nos protege, mas não nos cabe, não nos conforta - ou apagar as luzes para não enxergar a si próprio.
Chromophobia
4.3 10Excelente curta metragem mudo, com traços simples e uma mensagem antibelicista e de esperança na beleza da vida, mesmo que em períodos sombrios...
O Mundo de Amanhã
4.3 52Um dos meus curtas favoritos... a cada vez que assisto, interpreto de uma maneira diferente... Alguns podem dizer se tratar de uma obra niilista, mas não interpreto dessa maneira, considerando a forma como a obra é voltada ao desenvolvimento afetivo da personagem Emily, além de possuir uma mensagem muito direta.
Para qualquer pessoa que veja por esse lado, é impossível não se identificar com a Emily, enquanto alguém que já se apaixonou por uma pedra, por um monstro que não fala a mesma língua que a nossa, ou alguma perda que, independentemente do tempo que passa, a gente nunca fica emocionalmente ou racionalmente apto para conseguir superá-la...