Vou esperar para ver se o pessoal gosta da próxima temporada, porque eu to meio que largando ela por aqui, Difícil aguentar esses diálogos mal interpretados.
Maniac é uma série de ficção que obviamente será comparada com Black Mirror, mas para além desta obvia associação poderíamos também traçar um comparativo com A Origem e Brilho Eterno em questões de abordagem. A série transpassa pela vida de Annie e Owen e sobre seus problemas psicológicos. Ambos, por motivos distintos participam de um processo de teste farmacêutico que promete acabar com todos os problemas psicológicos do mundo - acabar com a tristeza. A principio deveria salientar minha antipatia a Emma Stone, mas que nessa série não veio a atrapalhar já que gostei bastante de sua personagem. Já o personagem de Jonah Hill não me convenceu o suficiente de seus problemas, mesmo assim comprei-o pois a temática me interessa muito. A série trabalha o real e o não real para desenvolver os problemas dos personagens, porém essa abordagem só fica melhor desenvolvida ao avançarmos nos tratamentos dos pacientes. Quando chegamos a segunda fase deste tratamento, temos dois episódios (4 e 5) bastante interessantes a partir da visão dos protagonistas. É um bom exercício ver esses episódios fazendo as comparações da vida de Annie e Owen com o que está acontecendo com eles. Outros personagem que vale o destaque é o de Justin Theroux que faz parte da equipe técnica do laboratório e que me resguardo de não destrinchar devido a possibilidade de adiantar parte da narrativa. Como um bom filme de ficção cientifica temos um robô para amar/odiar. GRTA é talvez a prima fofa de Hal 9000, mas tão sentimental quanto o mesmo. A direção de arte criou um ambiente setentista, fugindo dos traços de altos avanços tecnológicos usados em projetos contemporâneos. Tudo bem que a revisitação ao século passado é quase bem clichê na Netflix, mas clichê bem feito eu gosto. Bom, Maniac não foi essa série que me surpreendeu ou quebrou minha mente quanto a sua narrativa, mas trouxe algo que sempre procuro que é um bom trabalho da mente de diversos indivíduos pela esfera psicológica. Não vejo motivo para uma continuação. Escrevendo esse texto descobrir que ela é uma adaptação. Bora buscar pela obra originaria.
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Fleabag (2ª Temporada)
4.7 912 Assista AgoraSegunda bem melhor que a primeira e a adição do Padre no elenco é certeira.
O Escolhido (2ª Temporada)
3.1 22 Assista AgoraVou esperar para ver se o pessoal gosta da próxima temporada, porque eu to meio que largando ela por aqui, Difícil aguentar esses diálogos mal interpretados.
Maniac
3.8 266 Assista AgoraManiac é uma série de ficção que obviamente será comparada com Black Mirror, mas para além desta obvia associação poderíamos também traçar um comparativo com A Origem e Brilho Eterno em questões de abordagem. A série transpassa pela vida de Annie e Owen e sobre seus problemas psicológicos. Ambos, por motivos distintos participam de um processo de teste farmacêutico que promete acabar com todos os problemas psicológicos do mundo - acabar com a tristeza. A principio deveria salientar minha antipatia a Emma Stone, mas que nessa série não veio a atrapalhar já que gostei bastante de sua personagem. Já o personagem de Jonah Hill não me convenceu o suficiente de seus problemas, mesmo assim comprei-o pois a temática me interessa muito.
A série trabalha o real e o não real para desenvolver os problemas dos personagens, porém essa abordagem só fica melhor desenvolvida ao avançarmos nos tratamentos dos pacientes. Quando chegamos a segunda fase deste tratamento, temos dois episódios (4 e 5) bastante interessantes a partir da visão dos protagonistas. É um bom exercício ver esses episódios fazendo as comparações da vida de Annie e Owen com o que está acontecendo com eles.
Outros personagem que vale o destaque é o de Justin Theroux que faz parte da equipe técnica do laboratório e que me resguardo de não destrinchar devido a possibilidade de adiantar parte da narrativa.
Como um bom filme de ficção cientifica temos um robô para amar/odiar. GRTA é talvez a prima fofa de Hal 9000, mas tão sentimental quanto o mesmo.
A direção de arte criou um ambiente setentista, fugindo dos traços de altos avanços tecnológicos usados em projetos contemporâneos. Tudo bem que a revisitação ao século passado é quase bem clichê na Netflix, mas clichê bem feito eu gosto.
Bom, Maniac não foi essa série que me surpreendeu ou quebrou minha mente quanto a sua narrativa, mas trouxe algo que sempre procuro que é um bom trabalho da mente de diversos indivíduos pela esfera psicológica. Não vejo motivo para uma continuação.
Escrevendo esse texto descobrir que ela é uma adaptação. Bora buscar pela obra originaria.