Tenso, que aborda de um jeito muito singular e curioso como é ser mãe e lidar com o que não veio e com o que está por vir. A impressão que me fica é de que a personagem da garotinha personificava os maiores medos de Isabel, os que dizem respeito a, sobretudo, de alguma forma não ter controle sobre a futura filha, e ela se voltar contra a mãe. De alguma forma, destituindo quem ela é enquanto mulher e enquanto indivíduo, controlando sua vida e seu corpo, fazendo com que ela se torne parte de um conjunto de dois corpos (mãe-bebê) e não só uma mulher. Sacrificando-a. A cena em que ela está no chuveiro mostra muito claramente um par de opostos curioso, o desespero de se tentar obter prazer quanto está movida claramente por um processo altamente angustiante, de incertezas, de perdas, de ganhos. O tema da maternidade tal como ela é me atrai muito.
Eu achei uma ideia genial passar esse curta antes d'Os Incríveis 2 no cinema, porque trata do mesmo tema: família. Embora a abordagem seja diferente e muito mais madura, acho que combinaram demais. É um curta difícil de entender pra quem não se abre pra ele na cena introdutória: a da mordida. Se a pessoa começa a estranhar ali, não tem como entender mais nada. Agora, se há um chance sendo dada, a coisa muda de postura. Trata-se de uma história de uma mãe superprotetora que criou o filho como sua única fonte de felicidade. Quando ele vai embora, ela se nega a aceitar e por isso "engole" ele, acho que numa metáfora de como ela se recusa a perder ele da vida dela. É lindo demais, a perda, a reconstrução. Muito bom :D
Estátua!
3.5 15Tenso, que aborda de um jeito muito singular e curioso como é ser mãe e lidar com o que não veio e com o que está por vir.
A impressão que me fica é de que a personagem da garotinha personificava os maiores medos de Isabel, os que dizem respeito a, sobretudo, de alguma forma não ter controle sobre a futura filha, e ela se voltar contra a mãe. De alguma forma, destituindo quem ela é enquanto mulher e enquanto indivíduo, controlando sua vida e seu corpo, fazendo com que ela se torne parte de um conjunto de dois corpos (mãe-bebê) e não só uma mulher. Sacrificando-a.
A cena em que ela está no chuveiro mostra muito claramente um par de opostos curioso, o desespero de se tentar obter prazer quanto está movida claramente por um processo altamente angustiante, de incertezas, de perdas, de ganhos.
O tema da maternidade tal como ela é me atrai muito.
Bao
4.2 198 Assista AgoraEu achei uma ideia genial passar esse curta antes d'Os Incríveis 2 no cinema, porque trata do mesmo tema: família. Embora a abordagem seja diferente e muito mais madura, acho que combinaram demais.
É um curta difícil de entender pra quem não se abre pra ele na cena introdutória: a da mordida. Se a pessoa começa a estranhar ali, não tem como entender mais nada. Agora, se há um chance sendo dada, a coisa muda de postura.
Trata-se de uma história de uma mãe superprotetora que criou o filho como sua única fonte de felicidade. Quando ele vai embora, ela se nega a aceitar e por isso "engole" ele, acho que numa metáfora de como ela se recusa a perder ele da vida dela.
É lindo demais, a perda, a reconstrução.
Muito bom :D
Sete Mulheres de Diferentes Idades
3.7 11ALGUÉM ME ARRANJA O LINK
NUNCA PEDI NADA
Orchidégartneren
3.9 4não é de 2001, e sim de 1977
Diarchia
3.0 49QUEM ACHAR O LINK GANHA UM MILHÃO DE DÓLARES!